Dia 4- 02/01/11- domingo- transfer para Torres Del paine

Começo do Circuito W no Parque Torres Del Paine. Estudamos em vários roteiros, de muitos blogs e sites relacionados (Mochileiros,  dos amigos de blog, Carla e Élio   e fizemos a opção por este formato de roteiro, principalmente por estarmos com uma criança, de 11 anos (quase 12 anos) e também por não sabermos se iríamos aguentar o tranco, considerando que não estávamos (pelo menos eu) com um condicionamento físico assim, uma Brastemp, além do fato do joelho dar sinais de vida novamente (ou da ausência dela, rsrsrs).
Fizemos o roteiro em 6 dias de acampamento, quando o normal é entre 4 e 5 dias no máximo. Desta forma, teríamos um dia para caminhar com a mochila cargueira, mais pesada,armar acampamento e tal, no dia seguinte, visitar o destino daquele acampamento, de mochilinha e quando voltássemos, o acampamento armado, seria jantar e descansar “somente”…

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Dia 1- 30/12/10- 5ª feira- São Paulo- Buenos Aires

Saímos do Aeroporto de Guarulhos aproximadamente às 22:30 hs, chegando no Aeroparque de Buenos Aires por volta das 23:30 hs, (menos 1 hora, por causa do nosso horário de verão). Deixamos de desembarcar em Ezeiza, como era o previsto, e o nosso primeiro problema acabou acontecendo aí, pois pretendíamos trocar o dinheiro em Ezeiza, pois todas as informações que pegamos diziam que o câmbio melhor era lá. Mas, depois de algumas cabeçadas, conseguimos sacar dinheiro via cartão de crédito.Deu preocupação de não conseguir sacar e passarmos apuro sem grana nenhuma, mas deu tudo certo, no final…

Ps. Vale a pena informar-se sobre a habilitação de saque no exterior na moeda local via cartão de sua conta corrente particular. Ainda, lembre-se de habilitar a utilização do cartão de crédito para utilização no exterior. Dicas meio básicas, mas que para nós “iniciantes” só habilitamos o cartão para uso no exterior. Read More

Patagônia

A motivação:

Quando pensamos em ir para a Patagônia, assim, sem pesquisar, pensamos (na nossa ignorância) que seria visitar um glaciar (o Perito Moreno),beber whisky com gelo de geleira, e tínhamos ouvido falar em El Calafate, El Chaltén, em Monte Fitz Roy, em Torres del Paine, mas tudo muito solto,e não sabíamos das infinitas possibilidades de passeio neste lado do mundo.

Pesquisando um pouco mais (cabe ressaltar aqui que foi o relato do Michel, nos mochileiros Michel-mochileiros.com
nossa motivação principal para começar a pesquisa, a viagem para o mesmo lugar dos amigos  Carla e Élio , mais a ajuda de vários outros blogs e uma outra coisa pinçada na internet que aguçou nossa curiosidade e resolvemos nos aventurar por essas terras. Read More

 Atualizado em novembro de 2013

Pois é, o Parque estadual de Intervales é nossa segunda casa, como a Júlia fala desde pequenininha, e nunca escrevi como se deve sobre Intervales. Talvez por exatamente nos sentirmos realmente em casa, e ter receio de não conseguir transcrever o que sentimos de fato por este lugar.

Este é o post mãe. Para ver atualizações (última visita feita em setembro de 2019),  clique aqui e contacte também o pessoal do Parque para os valores de hospedagem e agendamentos de monitores.

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Classificação: Clássicas
Fechando nossas viagens de férias pela região do Mato Grosso, estivemos visitando o Pantanal. A princípio, não iríamos para lá, mas a Lu, da Família Muller, nos convenceu,dizendo que pelo menos deveríamos conhecer a Transpantaneira, então, lá fomos nós.
     Realmente, como ela conta em seu livro, é uma região ainda selvagem, quase inexplorada e só pela Transpantaneira vale a pena conhecer esta região. Saímos de Nobres, passamos por Cuiabá e fomos em direção à Poconé, onde se inicia a rodovia.
Fomos apanhados numa condição completamente atípica para a região, que foi o frio intenso. A condição foi tão extraordinária que uma amiga contou que no noticiário foi falado em cerca de 3 mil cabeças de gado mortos pelo frio. Pois é, estávamos bem aí nessa época. Bom, mas como todos sabem, até essas condições adversas, fazem parte das nossas viagens, e o negócio é encarar com bom humor e depois rir dos perrengues que a gente passou. Isso rende boas risadas depois …

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Classificação: descobertas
Descobrimos Tapiraí em uma reportagem do Ecoviagem, que falava na verdade, de um outro lugar, o Salve Floresta, que depois de visitarmos a cidade duas vezes ainda não visitamos.
É bem pertinho de São Paulo, cerca de 150 km pela SP 270, e o próprio caminho já é gostoso de fazer.Tem um visual bonito, e pegamos nas duas vezes, a neblina, que oferece um encanto a mais ao local.
Pousada do Professor

Pousada do Professor

Ficamos na Pousada do Professor , do Seu Evaldo e da Heloísa, uma pousada familiar, com chalés e duas casas aconchegantes, em número pequeno, seguindo a filosofia dos proprietários de não “lotar” o local e permanecer num ambiente o mais familiar e sossegado possível.

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Classificação: descobertas

Por sugestão da família Muller, http://www.familiamulleraventura.com.br/, aproveitamos nossa estada no Mato Grosso e conhecemos Nobres. Para encurtar o caminho, usamos a indicação do Sr. Isaías, da Pousada Bom Jardim , http://www.pousadabomjardim.com/, e na estrada de volta da Chapada dos Guimarães, seguimos em direção à Usina do Manso, sem precisar passar novamente por Cuiabá e na cidade de Nobres, afinal as maiores atrações estão na Vila Bom Jardim, distante cerca de 60 km da cidade.O único porém é que nós erramos o caminho (novidade!!!), pois a estrada estava em manutenção e o caminho de terra de 45 km viraram 90 km, mas, faz parte do pacote…. (pelo menos pra gente).

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Conhecemos finalmente a Chapada dos Guimarães nas férias deste ano. Chapada dos Guimarães fica a aproximadamente 65 km da capital, numa estrada boa, e a visão ao longe, de todo aquele Chapadão, já vale a visita. Chegamos de tardezinha lá, após algumas paradas, e algumas atrações ficam no caminho, como a Salgadeira e o Portão do Inferno.
Ficamos na Pousada Floradas da Serra, localizada na Cohab Véu de Noiva- fone (65) 33013193. O site parece que está desatualizado, por isso não colocamos aqui. A proprietária fez um pacote bom, com um preço bem acessível, e optamos por ficar distante do centro, por causa dos eventos que estariam acontecendo nesse período que ficaríamos na cidade. Nossa dica aqui, é que se você quer sossego, procure escapar do período do Festival de Inverno, porque a cidade se transforma. Não pelos habitantes locais, mas principalmente pelos visitantes,que fazem questão de bebedeira, som alto, muito diferente do perfil do pessoal que estamos acostumados a conviver.

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