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Meus ogroamigos, o que fazer com tantas claras, 5 (cinco), que sobram como subproduto da torta de morango…..

Para tristeza dos que desejam fazer regime uma forma de aproveitá-las é fazendo um “mouse de chocolate” com elas…..claras…”of course”.

Então vamos a receita:

Mousse de chocolate.

Ingredientes:

2 barras de chocolate de 200 gs (1 meio amargo e outra “ao leite”)
1 lata de creme de leite com soro
1 colher de sopa de chocolate em pó (pode ser também cacau em pó)
5 claras

Preparo:

-Coloque as barras quebradas para derreter em banho maria.
-Assim que estiverem totalmente derretidas e homogêneas coloque o creme de leite, com soro, aos poucos e misture até que fique totalmente homogênea.
-Coloque o chocolate em pó e misture novamente até ficar homogeneizado. Reserve.
-Bata as claras e neve a ponto de pico.
-Incorpore as claras em neve ao chocolate derretido, aos poucos, e misture delicadamente até que fique totalmente homogeneizado.

-Passe o mousse para uma terrina e leve á geladeira por 4 horas.

Obs: 1. As barras de chocolate podem ser totalmente ‘meio amargas” ou ‘ao leite” ou ‘ cacau 70%” .
         2. A receita não vai gemas pois as mesmas foram utilizadas na “torta de morango”.
         3. Pode ser colocado pedaços de chocolate sem derreter no meio do mouse ou ainda ralar chocolate em cima do mouse de chocolate antes de servir.

Nota: esta receita é em continuação à receita da torta de morango, que o Ogro postou a um tempinho atrás. Comentei com ele que a torta de morango dele teve mais acessos que muitas das postagens sobre viagens que eu havia colocado e ele ficou todo animado!! Só tem mais uma coisinha… preciso aprender a tirar foto de comida. A foto do mousse ficou h.o.r.r.o.r.o.s.a! e seria uma “ofensa” a esta receita,(muito boa por sinal)  se publicássemos a foto…
Esta receita também foi passada por nossa cunhada Ivete.

Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo

Conhecemos Guararema neste final de semana movidos por dois impulsos: nossa amiga Tânia que comentou da cidade recentemente e nos perguntamos:” –quais serão os atrativos desta cidade..” e por um Guia novo, (sim, eu sou a mulher dos Guias, já sabem, não posso ver um novo!), o Guia Nascentes do Paraíba do Sul, da Numac Projetos, patrocinado pela Petrobrás, publicado este ano, e compramos em São José do Barreiro, quando fizemos a Trilha do Ouro, fomos lá descobrir os encantos desta cidade tão próxima de São Paulo, que passamos por perto diversas vezes, mas nunca conhecemos.

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(Este relato é continuação do nosso roteiro na Trilha do Ouro)
Depois de uma noite bem dormida, acordamos bem tranquilos na Pousada Aldeia do Mar , indicado pela minha amiga Luciana, do blog Aquela Viagem e tomamos um café maravilhoso, beeem tranquilos. A senhora que servia o café nos explicou que muitos hóspedes são funcionários da Usina de Angra e que então “moram” na Pousada, assim como várias pousadas de Mambucaba estão só com funcionários como hóspedes.

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No dia seguinte, café da manhã com bisnaguinha, bolo, queijo branco, manteiga, leite, café e achocolatado. Dei o recado para o Tião do Zé Milton, da MW que provavelmente na semana seguinte, ele estaria por lá com um grupo (daí também pude comprovar que os recados chegam assim, através de outros viajantes, ou como nós, através da Pousada Barreirinha, ou de alguma forma semelhante, esqueça internet ou telefone).
Como disseram em todos os relatos que o terceiro dia era o mais puxado, tentamos sair o mais cedo possível, e às 8:00 hs já nos despedíamos do pessoal. Já começamos errado logo de saída. Saindo do Tião, você não precisa atravessar de volta a gaiola, é só seguir direto, beirando o rio Mambucaba.

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Acordamos já mais tarde, um dia lindo de sol, ainda quebrados… O café da manhã já nos esperava, com pão, bolo, café, leite, achocolatado e queijo branco.

Como havíamos conversado no dia anterior, o S.Sebastião falou que até a segunda pousada, o outro Tião, era uma caminhada tranquila, acabamos ficando, tomando café bem tranquilamente, brincando com o porco do mato de estimação do Matheus , conversando com o S.Sebastião e a D. Vanda na mesa da cozinha, como a gente faz na casa de mãe, depois é que fomos arrumar as malas, acabamos saindo da Pousada Barreirinha só às 11:00 hs! Read More

O início da Trilha do Ouro, propriamente dita.
Acordamos cedo, nos arrumamos e 6:30 hs, já estávamos rumando para a padaria O Ponto, num frio!! Já estava aberto a nossa espera mesmo, a atendente nos indicou o salão lá em cima, mais resevado e quentinho!! O Roger nos esperava já com a caminhonete e lá de cima no salão, vimos a Flávia e o Gabriel chegarem.
Como sabíamos que iríamos sacolejar na caminhonete, nada muito forte, um pão na chapa, café preto, bem básico.
Saímos por volta das 7:30 da cidade, rumo ao Parque Nacional da Serra da Bocaina, subida devagarzinho, na carroceria aberta, admirando a paisagem de frio, com aquela neblina subindo, o céu de um azul indescritível, batendo papo com os amigos, trocando idéias e experiências, coisa boa!
Paramos um pouco para tirar fotos, o frio apertando, e 2:00~2:30 hs e cerca de 27 km depois, chegamos na Portaria do Parque, com muito frio.
Nossas autorizações já estavam na Portaria, com nossos nomes, deixados pelo pessoal da Pousada Barreirinha, conforme o combinado, assinamos a autorização, os Guarda-Parques nos informaram que a temperatura havia sido naquela manhã de -1º C!!, daí o frio que ainda sentíamos!
Pegamos uma informação básica do caminho, pois o que mais nos preocupava era errar o caminho e não conseguir chegar nas pousadas, mas eles disseram que não tinha erro, era só seguir a estrada, então, para frente e avante!
Bem, não foi assim, tãaao, para frente e avante… O Gabriel e a Flávia estavam com problemas em acomodar todos os equipamentos, pois eles iriam ficar acampados, não nas pousadas, então havia muuuita carga e víamos que a Flávia estava sentindo muito o peso da mochila, enorme!!!
Também seria a primeira travessia mesmo, da Tânia e do Felipe e até a mochila “incorporar” em você e começar a fazer parte do seu corpo, demora, assim como nós, destreinados com o peso, tivemos que começar bem devagarzinho para que o cérebro e o corpo assimilasse que aquele peso enorme agora fazia parte do seu ser…
Entre arrumadas de mochila, tirar saquinho, colocar saquinho, ajustar alças, pensar 50 vezes que deveria ter deixado metade da comida na cidade, se perguntar porque *!# tinha que ter uma camiseta limpa para cada dia, por que tínhamos que trazer tanta roupa de praia, e coisas do tipo, entramos na trilha de fato, por volta das 10:30 hs, quase 11:00 hs.
Compramos um pedômetro desta vez, do modelo mais básico possível e levamos para “teste” na Trilha do Ouro. O manual já dizia que não era muito indicado para terrenos irregulares, mas a teimosia foi maior e pendurei na minha cintura para testar.
A trilha, apesar de temermos muito nos perder, por causa de alguns relatos, foi na maior parte do tempo, tranquila, com relação à sinalização, mas tentaremos dar o “passo a passo”, para reforçar o caminho. Nos dois primeiros dias, basicamente é seguir a estrada e nos pontos onde poderia causar alguma dúvida, tinha uma indicação.
Como o Gabriel e a Flávia estavam com problemas com a carga, acabamos deixando eles para trás e seguindo a trilha.

Cachoeira Santo Isidro

No comecinho da trilha mesmo, cerca de 1,5 km como dizem os relatos e o mapa do Fábio,você encontra a Cachoeira Santo Isidro, ponto de parada obrigatória. Existia plaquinha indicando. A descida é bastante íngreme, e aqui, aconselhamos deixar a mochila bem no começo da trilha e pegá-la na volta. Desça só com água ou alguma coisinha que quiser comer, por exemplo, e só. Acreditamos que todos que estejam dentro do Parque não teriam nenhum interesse especial na sua mochila. É um peso completamente desnecessário, e alivia bem a subida depois. Não deixe de visita-la, é realmente muito bonita!
Depois, o mesmo caminho de volta, subindo e continuar a trilha na estrada.
Depois de subirmos e andarmos um pedacinho, encontramos um grupo que estava com carros 4 x 4, nos cumprimentamos e eles disseram que estavam com as mochilas de um casal que tinham arrebentado a alça e estavam voltando para a Portaria… logo encontramos o Gabriel e a Flávia mais para a frente. Eles passaram pela gente enquanto estávamos lá em baixo na cachoeira, e infelizmente deixaram de fazer a travessia, por causa da alça arrebentada mesmo, deu um aperto no coração, ver eles voltando…uma pena!
Nada de muitas novidades na Trilha em si. Seguindo o mapa que tínhamos em mãos, só identificamos a parte que diz: Atalho- trilhinha, onde existe uma placa também, indicando o atalho (portanto, não tinha como não ver). De acordo com o desenho do mapa, deve cortar bem o caminho e é o único trecho dentro da mata, neste primeiro dia. Já começamos a perceber neste atalho, o que nos aguardava nos dias seguintes… muito úmido, por causa da mata fechada, a terra bem úmida, em vários trechos molhada mesmo e bem escorregadia, além de algumas pedras soltas…

Cachoeira das Posses

O pedômetro se mostrou como dizia o manual, completamente ineficaz neste tipo de terreno. Neste ponto marcava cerca de 5,5 km e estávamos inconformados… Sabíamos pela indicação excelente relato do Clube dos Aventureiros, onde baseamos quase 100% da nossa viagem, que perto do km 8, encontraríamos a Cachoeira das Posses. Havia também, uma placa indicando a Cachoeira. O Felipe estava já bem cansado e ele ficou no começo da trilha, guardando as nossas mochilas (lição aprendida!) para descansar um pouco, enquanto íamos visitar a cachoeira. Como diz o relato, existem locais muito bons para armar barraca, uma clareira grande, e uma casa abandonada, onde se estivéssemos preparados para acampar, seria por aqui mesmo que ficaríamos. O acesso para a Cachoeira é bem tranquilo, a descida não é tão grande como para a Santo Isidro. Comemos um lanchinho rápido, e voltamos para o começo da trilha, com o Felipe já reestabelecido para continuarmos a trilha.
Voltamos para a estrada e depois de cerca de 1,5~2 km, a estrada começa a subir, subir, e encontramos uma placa indicando o acesso para Arapeí, á esquerda e a trilha indicando a estrada principal. Ficamos meio em dúvida, mas quando achamos a placa indicativa da Trilha do Ouro e Mambucaba para a esquerda e da Pousada Vale dos Veados a direita, há 4 km, ficamos muito felizes, pois pelo menos até lá estávamos certos!
Depois deste trecho de subida, como o relato diz mesmo, continuamos subindo, e a paisagem vai se abrindo, realmente um dos pontos mais bonitos da travessia. Os vales tingidos com aqueles tons de lilás e laranja misturados nos brindaram com visuais incríveis.

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Trilha do Ouro-1º dia- Chegada à São José do Barreiro
 Mais informações da cidade  de São José do Barreiro, no site da cidade, bem construído.
 

Saímos bem tranquilos de casa, por volta das 6:30 hs,  afinal estávamos de férias e não tínhamos horário para chegar. Caminho normal,via Carvalho Pinto, Dutra e depois pela Rodovia dos Tropeiros, entrando em Cachoeira Paulista, passando pelas cidades de Silveiras e Areias, que são bem graciosas. Read More

Torta tradicional de Morango

Ingredientes para a massa de torta doce

10 colheres (sopa) de farinha de trigo
03 colheres (sopa) de açúcar
06 colheres (sopa) de margarina ou 1 tablete e ½ de margarina de confeiteiro
02 gemas

Ingredientes para o creme da torta doce

02 colheres (sopa) de maisena (bem cheias)
08 colheres (sopa) de açúcar
01 pitada de sal
03 gemas
½ litro de leite
01 casca de limão verde
01 colher (café) de essência de baunilha

Ingredientes para torta tradicional de morango

01 kilo de morangos limpos ou 02 caixinhas de morangos limpos

Ingredientes para a gelatina da torta tradicional de morango

01 colher (chá) de maisena
01 copo médio (requeijão) de água
½ pacote de gelatina de sabor morango

Preparo da massa de torta doce

Passe as gemas em uma peneire. Junte os ingredientes da massa na tigela da batedeira planetária. Bata em velocidade média por 04 minutos ou até obter massa homogênea.
Alternativamente, caso não tenha a batedeira planetária, junte todos os ingredientes da massa em uma tigela e misture-os com as mão até obter uma massa homogêneas. Sove-a até a massa grudar nas mãos (deve ficar mole e “grudenta”).
Embrulhe a massa e leve-a á geladeira por 30 minutos.
Após os 30 minutos retire a massa da geladeira e forre o fundo e a lateral de uma forma desmontável (para facilitar a moldagem da massa na forma umedeça as mão com água ), previamente untada com margarina e polvilhada com farinha, furando toda a massa com garfo (inclusive as laterais).
Asse-a em forno pré aquecido com temperatura moderada ou 200O C até que a massa esteja corada. Deixe-a esfriar a massa para a colocação do creme da torta doce.

Preparo do creme da torta doce

Misture a maisena, o açúcar, o sal, as gemas (passe-as antes na peneira) dissolva-os com leite e junte a casca de limão.
Leve ao fogo, mexendo até ferver bem (por volta de 04 minutos após abrir fervura). Retire o creme do fogo e retire as casca de limão. Deixe o creme esfriar para a colocação na massa de torta doce.
Preparo da gelatina da torta de morango
Dissolva a maisena num pouco de água e leve ao fogo a água que sobrou. Quando ferver, junte a maisena dissolvida e mexa até ferver novamente. Desligue o fogo e acrescente a gelatina, mexendo até dissolver. Deixe a gelatina amornar para a colocação em cima do creme da torta doce acrescida dos morangos.

Caso deseje um volume maior de gelatina para que cubra integralmente o morango dobre a receita.

Montagem da torta tradicional de morango.

Espalhe o creme sobre a massa da torta doce , ambos já frios.
Coloque os morangos virados, com a parte oposta ao caule, para cima sobre o creme da torta doce.
Espalhe a gelatina morna da torta de morango sobre os morangos.
Leve a torta á geladeira até a gelatina enderecer.
Sirva gelada, opcionalmente, com chantily.

Fonte: Culinária com Arno & Arte.
Receita recebida de nossa cunhada Ivete

Dica: Como a receita produz o excedente de 6 claras na próxima receita utilizaremos estas claras. Aguardem o próximo post.

Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo