O pessoal da agência veio nos buscar às 5:30 hs, com o Fredi para apresentar o guia  Osgel Guevara e o chef Roberto. O Fredi saltaria logo nos deixando na van que seguiu para Mollepata, a 90 km de Cusco, numa estradinha sinuosa que para variar a Júlia teve que dar uma paradinha antes do desastre iminente…
Chegamos por volta das 8:30~9:00 hs em Mollepata por causa da paradinha e tomamos o desayuno no Restaurante Turístico La Casona de Mechita, (o único no local, me pareceu e que todos vão tomar o café da manhã). Estava cheio de turistas tomando o desayuno e fomos de café continental, S/ 10,00, pão, manteiga, geléia, café, chá de coca e suco de laranja, básico.

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Teríamos o dia livre, pois o briefing marcado para este dia já tinha acontecido no dia anterior, e descansados da noite não dormida anterior, e o breve vislumbre do que havíamos visto, depois do desayuno fomos correndo bater perna.
Era domingo, a Plaza estava repleta, e para a alegria do Ogro, que adora tudo o que se refere a Forças Armadas, estava acontecendo uma Parada Militar, cheeeio de gente.
Lógico que tivemos que parar para assistir um pedaço, e depois percebemos que não era só de militares, mas também haviam várias escolas participando do desfile.
Guardadas as proporções, lembrava bem os desfiles de 7 de setembro a que estávamos acostumados quando éramos criança, e na verdade (pura ignorância), nem sei se isso acontece hoje em dia. Se acontece, não é mais tão celebrado como eu me recordo, pelo menos…começamos aqui a ver como o povo peruano é patriótico, e tem orgulho destas comemorações. Saudades do tempo em que vivíamos isso aqui no Brasil… melhor nem comentar …

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Pegamos o vôo SP-Lima às 19:40 hs, chegamos em Lima depois de cerca de 4 horas de vôo e já havíamos nos preparado psicologicamente e fisicamente em passar a noite no Aeroporto, pois o vôo para Cusco estava marcado para as 05:50 somente, um tempo que não era suficiente para pernoitar em um Hotel. Para completar a espera, 2 horas de fuso horário, fazer o que…
Por que será que acabamos repetindo sempre a mesma rotina…

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Parte técnica (Chato, mas necessário)
A idéia inicial (e como ela se modificou até o final)
Ventilamos a possibilidade de visitar o Peru (a primeira coisa que vêm a mente: Trilha Inca, Machu Picchu, clichê) há cerca de um ano e meio em uma viagem (para variar), e entre assombros e comentários de alguns (“-é muito arriscado!!!,” “muito perigoso, vocês têm coragem de levar a Júlia numa loucura dessas????”, mas vocês têm coragem de pegar aquele trem da morte????”) a idéia ficou meio que adormecida, até que a viagem para o Parque Beto Carrero, em julho do ano passado e o nosso desgaste físico nos alertou para o fato de que já não temos mais vinte anos de idade, e estes sonhos que necessitam de um pouco mais de nosso físico devem ser feitos enquanto ainda temos um pouco mais de resistência.
E também ainda, para compensar os velhos aqui, do programa turismão  padrão a que vamos nos submeter no final do ano, precisávamos de uma coisa bem diferente, para contrastar e surgiu essa idéia.

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Revisitando este fim de semana os inspiradores blogs Eu viajo com meus filhos e Mãe Mochileira, Filho Malinha revivi a vontade de compartilhar as nossas vivências com a Júlia desde pequena. Atualmente, publicamos as viagens recentes, lógico, e parece que sempre foi assim, mas para chegarmos até aqui, foi um longo processo…
Ouvimos sempre os maiores incentivos e elogios pelo fato de levarmos conosco nossa filha nas trilhas desde os 2 anos de idade praticamente,bem como desaforos impublicáveis de gente nos xingando e achando um ABSURDO levar a criança para os perigos insondáveis da vida na Natureza…

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 Nossas dicas do que ver, do que comprar e do que comer no Bairro da Liberdade
  O bairro da Liberdade, conhecido como o bairro mais oriental da cidade de São Paulo é uma festa para os olhos, ouvidos e boca (principalmente).
   Listamos aqui os lugares que costumamos frequentar para guiar você nesta visita:

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A Liberdade, é um bairro no centro de São Paulo com a maior concentração de asiáticos (japoneses, chineses e coreanos) por metro quadrado e tudo o que se refere a sua cultura.

É ponto de “abastecimento” como no nosso caso, para buscar as iguarias orientais para a culinária, aos sábados e domingos funciona a feirinha tradicional, pegando a Praça da Liberdade e ruas adjacentes, ver as novidades da cultura pop japonesa e compras, compras! Read More

Para nós, paulistanos, o Ceagesp dispensa apresentações, mas para quem não conhece, ou é de fora, é a Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo… (lá vem mais um daqueles posts chatos…rsrs).
O fato é que  além das viagens, também gosto de compartilhar nossas atividades “domésticas” e que todo o paulistano visitou ou deveria visitar uma vez na vida.

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