Laranjeiras- Sergipe

Estivemos na cidade a primeira vez (em abril de 2017) para aprender como chegar, que ônibus pegar, ver condições de hospedagem e numa segunda visita por Aracaju, conhecer um pouco melhor a pequena cidade histórica. 

Nossas visitas à histórica cidade de Laranjeiras têm um certo quê de necessidade digamos assim e se tornaram um tanto quanto constantes desde os últimos dois anos e por isso tivemos oportunidade de esquadrinhar a cidade e seus atrativos. 

Um pouquinho de história

Retirando daqui: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/357

Laranjeiras é uma cidade tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional -IPHAN, desde 1996, e também pelo governo do estado de Sergipe há mais tempo devido à beleza de suas ruas, de suas igrejas e de seu casario construído em modelo português nos séculos XVII, XVIII e XIX.
As praças e ruas alinham-se, obedecendo ao traçado fluvial, onde estão implantados os principais edifícios, trapiches, sobrados comerciais e residenciais, mercado, centro administrativo e também as edificações destinadas ao lazer como os antigos Cine Teatro Iris e o Teatro Santo Antônio.”

Retirando daqui: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/sergipe/laranjeiras.pdf

Este município só não se tornou a capital de Sergipe por conta de uma manobra política do Barão de Maruim, que transferiu a sede de São Cristóvão para Aracaju. Depois que as tropas de Cristóvão de Barros arrasaram com as nações indígenas, por volta de 1530, muitos ‘colonos’ acabaram se fixando às margens do Rio Cotinguiba. 

Essas terras pertenciam à Freguesia de Socorro. Naquela região, foi construído um pequeno porto e, por conta das inúmeras e frondosas laranjeiras à beira do rio, moradores e viajantes começaram a identificar o local como porto das laranjeiras. A movimentação pelo Rio Cotinguiba era intenso e, logo, o porto passou a ser parada obrigatória. 

Em torno dele o comércio ganhava espaço, principalmente a troca de escravos, e as primeiras residências eram construídas. Mas a partir de 1637, o pequeno povoado das Laranjeiras também sofreu com os ataques e depois com o domínio holandês. Muitas casas foram destruídas, mas o porto, um ponto estratégico, foi preservado. Só por volta de 1645 os holandeses deixam Sergipe”. 

Vou contar um pedacinho da história de todo o renascimento cultural que aconteceu porque achei fascinante.

Retirando deste site:

http://www.encontro2016.se.anpuh.org/resources/anais/53/1477310370_ARQUIVO_TextoAnpuh.pdf

“No início dos anos 70 a cidade de Laranjeiras apresentava os antigos sobrados e as
centenárias igrejas em estado de total abandono, sinais do início do período de sua decadência. Isso aconteceu por inúmeros fatores que podemos resumir em um único fator: a crise econômica. 

Ela foi causada principalmente pela abolição da escravatura, pela transferência da capital para Aracaju, retirando o eixo econômico do Cotinguiba para o Litoral e por conseguinte, a diminuição da importância do açúcar para a economia sergipana.
Com o ocorrido, a cidade de Laranjeiras viveu uma grande diminuição populacional que foi acarretada através de uma série de epidemias de cólera, o que levou a migração da
população “branca e influente” para a então nova capital, Aracaju. Após a migração, a cidade ficou tomada pela população negra que juntou as migalhas deixadas por aqueles que a abandonaram à sua própria sorte.
A cidade viveu numa redoma durante quase sessenta anos do século XX, esquecida por tudo e por todos. Até que um dia, numa aula de Antropologia ministrada pela professora
Beatriz Góis Dantas, enquanto ela afirmava que a expressão folclórica Taieira não mais existia, um aluno natural de Laranjeiras chamado Paulo Sérgio, a informa sobre a existência
de um grupo de Taieiras em Laranjeiras sob o comando de mãe Bilina. 

Beatriz, motivada pela curiosidade acadêmica, foi à Laranjeiras e conheceu o grupo de folclore comandado por Umbelina Araújo, conhecida não apenas como chefe das Taieiras, mas também como a mãe de santo do Terreiro Santa Barbara Virgem. A antropóloga se viu diante de um grupo colorido e musical, o que rendeu dois trabalhos que se tornaram obras clássicas: “A Taieira de Sergipe, uma dança folclórica” e “Vovó nagô e Papai Branco”, onde Beatriz conta naquele sobre o grupo folclórico das Taieiras, e neste sobre a história de como Dona Umbelina se torna Mãe Bilina, figura emblemática e importante da cidade. 

Esses trabalhos trouxeram à tona tudo o que acontecia em Laranjeiras. Foi graças a trabalhos como este que em 1976 culminou na criação do Encontro Cultural de Laranjeiras, trabalho de Luiz Antônio Barreto e Bráulio do Nascimento (presidente da Comissão Nacional do Folclore). 

Assim como eles, outras figuras também essenciais para a construção do Encontro Cultural de Laranjeiras foram Paulo Carvalho Neto e Cássia Frade. O Encontro Cultural foi criado com o objetivo de promover o estudo, a divulgação e a valorização da cultura popular laranjeirense.

A cidade se tornou um centro produtor de cultura, onde vários grupos folclóricos ganharam apoio e respaldo para continuar com os trabalhos. Figuras como Mestre Oscar e Dona Lalinha ocuparam lugares de destaque na cultura local, os tornando patrimônio imaterial da cidade de Laranjeiras. Durante o período de surgimento do Encontro Cultural houve a criação de duas Instituições museológicas: o Museu de Arte Sacra e o Museu Afro-Brasileiro, primeiro museu dessa temática, e em 2005 surgiu a Casa de Folclore Zé Candunga”

construção em dois pavimentos, antigo, amarela com várias portas no andar inferior e várias janelas no andar superior. Calçamento em pedra com aparência rústica na frente do prédio. Do lado direiro da foto, anexo à essa construção, mais duas construções bem antigas.

Campus da Universidade Federal de Laranjeiras- SE

Campus de Laranjeiras

O Campus de Laranjeiras surgiu a partir de uma parceria entre a Universidade Federal de Sergipe, a Prefeitura Municipal de Laranjeiras, o Governo do Estado de Sergipe e o Governo Federal, através do Programa Monumenta, vinculado ao IPHAN-MINC. Esta parceria permitiu que o Conjunto Arquitetônico conhecido como “Quarteirão dos Trapiches” fosse restaurado. 

Fica na beira do Rio Cotinguiba e do lado do Mercado Municipal.

A instalação do Campus na cidade inclusive “tira vantagem” das próprias riquezas do lugar: Laranjeiras tem uma rica cultura popular e expressivas manifestações folclóricas, onde os cursos de Dança e Teatro estariam se inspirando nestas. 

Em um trabalho de restauração em seis diferentes prédios do século XIX,  (visto também pelos alunos do curso de Arquitetura e Urbanismo) foram encontrados artefatos antigos (que serão estudados pelos alunos de Arqueologia) e ainda os museus da cidade (Cultura Afro, o Museu da Arte Sacra e o Centro de Cultura João Ribeiro) desta cidade monumento, que é  conhecida como “Atenas Sergipana” e “Museu a céu aberto” são fonte para os alunos de Museologia.  

Jardim com pequena árvore no centro e lustre. Do lado direito, colunas em tijolos e ferro antigo, de cerca de 5 metros de altura.

O interior do Campus de Laranjeiras, com as ruínas dos trapiches, aberto à visitação pública.

Além de Arqueologia o Campus abriga os cursos de Arquitetura e Urbanismo e Museologia. Os cursos de Dança e Teatro também ficavam no Campus mas foram transferidos para Aracaju e São Cristóvão respectivamente.

É um Campus, mas é aberto para a visitação, para você ver as ruínas do trapiche e o Rio Cotinguiba ao lado. 

Na frente, do  outro lado do Rio Cotinguiba fica um grande espaço aberto, onde funciona a Praça de Eventos.

Ah! Um adendo.. eu sempre lia trapiche e não sabia o que queria dizer. Aqui vai: 

MARINHA (TERMO DE)•NÁUTICAarmazém junto a litoral marítimo, lacustre ou fluvial para depósito de mercadorias em trânsito.”

Outros atrativos

Nós visitamos os três primeiros e iria criar posts sobre ele, mas descobri um projeto bem legal e nada mais apropriado que este site dos alunos de Museologia da UFS de Laranjeiras. Ninguém melhor do que os alunos de Museologia para falar sobre eles, certo?

O site Museus em Sergipe é uma publicação dos alunos do curso de Museologia, realizado como projeto final da disciplina Tópicos Especiais em Educação e Comunicação em Museus, sob a coordenação do Prof. M.Sc. Fábio Figueirôa. 

E-mail: museusemsergipe@infonet.com.br

Construção em dois pavimentos, em amarelo pálido. No andar superior e inferior, 6 portas com formato em arco em ambos andares com detalhes em vermelho.

Casa de Folclore Zé Candunga- Laranjeiras

Casa do Folclore Zé Candunga

Nós conseguimos visitar esta Casa de Folclore somente na terceira visita à cidade. O acervo não é tão grande, mas estão lá a coroa da Chegança, as vestimentas usadas nas tradicionais festividades folclóricas da cidade, fotos antigas das pessoas que cultivaram as raízes dessas festividades, quadros com fotos contando a vida dos mestres, instrumentos utilizados durante as apresentações dos grupos folclóricos e peças que foram recebidas como forma de homenagear os mestres por seu trabalho.

Retirando daqui: http://www.encontro2016.se.anpuh.org/resources/anais/53/1477310370_ARQUIVO_TextoAnpuh.pdf

….”A Casa de Folclore Zé Candunga foi assim intitulada em homenagem ao Senhor José Borges Lacerda, mais conhecido como Zé Candunga. Ele recebeu esta homenagem como forma de agradecimento por representar tão bem a cultura de Laranjeiras e foi o chefe do grupo folclórico Chegança Almirante Tamandaré, chefiou o Lambe sujo, era rezador, tinha envolvimento com o candomblé, e tudo isso implicava num misto que simbolizava os vários movimentos da cultura da cidade.”…

O Projeto: Em 2016 a UFS aprovou através de edital, a realização do Projeto Brincando com o patrimônio Sergipano: A Casa de Folclore Zé Candunga. O projeto faz parte do PIBIX – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Extensão, que tem como objetivo incentivar a execução de projetos voltados para a troca de informações entre a universidade, os professores, os alunos e a comunidade.

Horários de funcionamento

De terça a sexta-feira

Das 09:00 às 16:00 (Mas vi informações que quartas e quintas também permanece fechado) Se informe antes de ir. 

Endereço:

1-R. Tobias Barreto, 269-285, Laranjeiras – SE

Construção em dois pavimentos em amarelo forte. No andar superior portas balcão em madeira azul claro e abaixo, portas e janelas em madeira também em azul claro. A parte superior das portas têm detalhes trabalhados formando desenhos diagonais.

Museu Afro Brasileiro em Laranjeiras- SE

Museu Afro-Brasileiro

Vou colocar só um resuminho, tirado do projeto dos alunos de Museologia que eu citei lá em cima. 

Criado em Janeiro de 1976 e oficializado em fevereiro do mesmo ano, pelo Decreto n° 3.339.É um Museu específico, classificado como Museu de História. Foi o primeiro montado especialmente para o estudo da presença do negro na formação do povo brasileiro.

A viagem pelos traços do africanismo sergipano começa pela economia, com uma mostragem de peças ligadas ao cultivo da cana e a produção do açúcar, instrumentos de tortura utilizados pelo branco para manter o negro nos engenhos, passando pelo mobiliário e meio de transporte utilizado pelos senhores, utensílios domésticos usados pelos escravos da casa grande. Tudo isso no pavimento térreo.

No pavimento superior têm-se o universo da religiosidade afro-brasileira, com os Orixás, os Pégis, elementos de culto, Exus, Caboclos e o Nagô que ainda resiste em Laranjeiras. As manifestações folclóricas de origem negra e as heranças mais marcantes deixadas por essa raça” 

Confesso que fiquei triste em ver as peças e apesar de ser um registro e um pedaço da história, saí com o coração apertado de lá. O museu é bem cuidado, os monitores são bem atenciosos e uma coisa que me chamou a atenção foi o piso original do local, no piso inferior. Repare quando estiver por lá.  

Horário de funcionamento

Terça-Feira a Sexta-feira das 10h às 17h

Sábados, Domingos e Feriados das 13h às 17h

Endereço:

Rua José do Prado Franco, 70

Construção antiga, em um pavimento com listras brancas e amarelas, cercada por muro amarelo, desgastado pelo tempo, com manchas enegrecidas. O muro tem balaustres brancos trabalhados, formando desenhos. A casa tem portas altas, em bege claro, trabalhadas em desenhos.

Museu de Arte Sacra- Laranjeiras- SE

Museu de Arte Sacra

Retirando daqui: 

http://itabi.infonet.com.br/museusemsergipe/modules/sections/index.php?op=viewarticle&artid=12

“O museu de Arte Sacra de Laranjeiras foi um Casarão do início do século XX, pertencente originalmente a família Sobral Franco. Registra o que no ecletismo é denotado de um implícito acolhimento, numa mesma obra, de elementos decorativos de inúmeros estilos, é considerado por muitos estudiosos, o conjunto mais significativo e único merecedor do título de eclético.

Acervo

O museu reúne peças que estão localizadas em diversas igrejas da cidade. Seu acervo é constituído de imagens, mobiliários, alfaias, artes plásticas, esculturas, porcelanas e documentos, destacando a história de Laranjeiras.”

Eu gostei do cuidado e da apresentação do museu. Você tem que entrar sem sapatos, para não danificar o piso. E o teto e o piso em todas as salas são um atrativo à parte. 

Horário de visitação: 

Aberto ao público de terça a domingo, das 10h às 17h.

Endereço: 

Praça Heráclito Diniz Gonçalves, nº 39, no centro de Laranjeiras/SE.

Casa de Cultura João Ribeiro

A Casa de Cultura João ribeiro apresenta-se como instituição cultural, voltada para a preservação das memórias de João Batista Ribeiro de Andrade Fernandes, mais conhecido como João Ribeiro, que foi jornalista, crítico literário, filólogo, historiador, pintor e tradutor brasileiro e membro da Academia Brasileira de Letras. 

A casa é de construção do século XIX e pertenceu à família de João Ribeiro (1806-1934) e podemos encontrar documentos, imagens, anotações e vastos materiais doados ao Estado pelos seus filhos e esposa, além de obras de arte que retratam fatos do cotidiano de João Ribeiro, ficando sob a responsabilidade da Secretaria de Estado da Cultura.

Horário de visitação:

de Terça à Sexta, das 10h às 17h

Endereço:

Rua João Ribeiro, s/n, Laranjeiras

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Centro de Informações Turísticas

Fica bem do lado do Mercado Municipal (que nunca pegamos aberto) e na frente do Paço Municipal. 

A página no Facebook é bem interessante e mostra toda a atividade cultural da cidade: https://www.facebook.com/Turismolaranjeiras

Igreja com pintura branca e contrastes amarelo escuro. As portas e janelas são em madeira azul clara. Possui duas torres laterais.

Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus em Laranjeiras- SE

Igrejas

Começa a crescer o interesse pelo turismo religioso da cidade, principalmente pelo grande número de igrejas. 

Não conseguimos visitar todas, pois todos avisam para não nos afastarmos muito do centro, pelo perigo de assalto. 

-Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus-essa sempre conseguimos visitar. Fica na Praça Matriz, bem no centro e está sempre aberta. 

-Igreja Presbiteriana

-Igreja N. Sra. da Conceição dos Pardos

-Igreja de Comandaroba

-Igreja de São Benedito

-Igreja do Senhor do Bonfim

-Igreja do Retiro

-Igreja Bom Jesus dos Navegantes

-Capela de Sant’Aninha

-Ruínas do Antigo Teatro São Pedro (na frente da Igreja dos Pardos)

-Ruínas do Hospital São João de Deus

-Gruta da Pedra Furada

A única das 17 cavernas existente do município que é tombada como Monumento de Interesse Paisagístico, Histórico e Cultural. Apesar de ser um monumento natural, nunca visitamos por estar em um lugar afastado e todos recomendarem não nos aventurarmos sozinhos pelo número de assaltos. 

Igreja com uma torre à esquerda e a parte central em amarelo claro. Detalhes em amarelo mais escuro. À frente, à esquerda, pequeno muro branco.

Igreja Nossa Senhora da Conceição dos Pardos- Laranjeiras- SE

-Reserva Boa Luz Parque Resort

Fica na área rural de Laranjeiras e é um hotel fazenda que só soube depois que estava escrevendo este post. “para quem deseja conforto e ofisticação no campo, com destaque para o mais completo parque aquático do estado, lagos artificiais, haras, fazendinha, poneilândia, ecoterapia e hípica. Na última vez que estivemos por estas bandas (em março de 2019, funcionava como parque aquático e day use). 

 Prometem uma nova estrutura que está em construção: novos restaurantes, salão de jogos, parque infantil e arvorismo, sala de eventos, hotel boutique e quadra de tênis”.https://reservaboaluz.com.br/

Calendário de eventos

-Junho: Festejos Juninos

-Julho: Encontro dos Cacumbis

-Outubro: a famosa (talvez o mais famoso festival da cidade)- Os  Lambe Sujos e Caboclinhos, que reconta a luta pela liberdade de escravizados no Sergipe. Para saber mais: https://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/19/cultura/1445219332_358306.html

Como Chegar

-De carro: 

O acesso é pela BR 101. A distância é de cerca de 25 km.  Siga as placas saindo de Aracaju em direção à Maceió, seguindo para a cidade de Nossa Senhora do Socorro. Depois acompanhe as placas para a cidade de Laranjeiras. A viagem leva cerca de 40 minutos em trânsito bom. 

-De ônibus :

Da rodoviária velha de Aracaju,  pegue um Coopertalse (ou Topic -que é um micro-ônibus se estiver em Aracaju e quiser pedir informações para os aracajuanos existem placas que indicam ônibus para todas as cidades do interior sergipano. As saídas são frequentes, informe-se na própria rodoviária. 

Para saber mais

Dicas dos locais

Uma participação especial, direto da correspondente local em breve. 

Outros blogs:

http://blogmalasprontas.com.br/sergipe/turismo-sergipe-laranjeiras

http://www.matraqueando.com.br/laranjeiras-a-cidade-historica-que-tinha-tudo-para-ser-a-capital-de-sergipe

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