Pegamos um dia para conhecer a cidade de Brecon, outra entrada para o Brecon Beacons. A intenção inicial era ir até o Pen y Fan, que não deu certo neste dia e conto mais embaixo porque não.

Fomos até Abergavenny primeiro e depois pegamos o 43 para Brecon. Pedimos informação para um senhor no ponto de ônibus e ele perguntou ao motorista informações sobre como chegar ao Pen y Fan e ele nos ofereceu o bilhete Explorer que vale um dia inteiro e é possível utilizar em todos os translados. A gentileza dos galeses… Read More

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#shortpost

Esta visita aconteceu por puro acaso em Londres.

Erramos a linha do metrô e ficamos dando voltas, indo e voltando na mesma estação (três vezes) até o segurança ficar com dó da gente, quase pegar na nossa mão e explicar como chegar onde deveríamos ir. Um autêntico time loop, digno de filme, que eu conto outra hora. Read More

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#crônicas

Já contei em algumas ocasiões algumas peculiaridades da minha família.

Mas uma das mais bizarras são os ladrões que se dão mal com a gente. Read More

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#shortpost

Eu não sei vocês, mas aqui em casa adoramos um mercado. Pode ser sim, o da esquina, no bairro e principalmente quando viajamos, não deixamos de passar em um.

Acho que em qualquer lugar que você quiser conhecer a verdadeira cultura, os costumes e saber como vivem, quem são, o que comem as pessoas, o mercado é um excelente mostruário.

Esse aqui, conhecemos na cidade de Brecon e diante do fato de não termos experimentado antes, por termos que esperar o horário do ônibus que nos levaria para outra localidade, além de pararmos para comprar o nosso lanche do dia, aproveitamos para tomar um autêntico café britânico. Read More

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Depois da nossa chegada levemente conturbada em Abergavenny, devidamente instalados e acomodados, saímos no dia seguinte para peregrinação à cidade.

Saímos de Gilwern e descemos no centro de Abergavenny.

O primeiro lugar que procuramos foi o Centro de Atendimento ao Visitante, o Abergavenny Tourist Information Centre. Pegamos alguns folders e passamos pela  St. Mary’s Priory uma das mais importantes igrejas paroquiais no País de Gales. Read More

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#shortpost

Este foi nosso restaurante de estréia em Londres.

Tudo bem, não foi exatamente no centro, mas onde ficamos, em Hainault, na Grande Londres, onde ficamos hospedados.

No menu, uma variedade bem grande e combinações fáceis para agradar a família toda. Read More

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#crônicas

Japa

Eu sei, é pejorativo…

Mas vamos combinar que é o usual… Ou Neusa, japoneusa, Japão, China… até os amigos (alguns) me chamam assim. E não adianta falar que eu tenho nome,  a coisa piora.

Quando eu era criança  era pior.

Veja, não sou tão nova, então não sofri o mesmo preconceito que os meus pais sofreram, ecos da história, Segunda Guerra Mundial, aliados e eixo, mas ainda assim era meio “puxa, mas é japonesa”… A primeira reação do meu falecido sogro foi essa…

Não sei até hoje se era coisa da época, da crueldade natural das crianças, porque também tinham os portugueses, os chineses, os alemães ou se os pais, cujos pais falavam desse jeito em casa refletiam a idéia.

Vinham as coisas boas, como só de olhar para nossa cara achavam que éramos responsáveis, trabalhadores, honestos, esforçados e principalmente inteligentes.Como se etnia definisse alguma coisa…mas temos a dimensão disso somente após uma certa idade e experiência. Infelizmente.

E também, diante disso todas as coisas que não eram próprios à nossa personalidade, habilidades  ou não correspondiam  ao estereótipo idealizado eram recriminadas.

Nunca, (tirando o 1º Grau, que na minha época ia até a 8ª série) fui boa em matemática. Como seria o óbvio e esperado. Mas a coisa degringolou mesmo na faculdade. Já não entendia lhufas da língua estranha falada em matemática. A base de ensino público em escola estadual uma lástima, então eu ficava olhando aquelas equações, contas e ficava perdidona. Ainda hoje sou uma farmacêutica que não sabe fazer conta de equivalência e diluição.

Ah! Mas você deve jogar ping-pong muito bem!!! Primeiro, isso é chinês.  Gente, eu não enxergava e não enxergo a bolinha… a minha única relação com bolas foram desastrosas. Nas aulas de educação física, que eram um dos meus piores pesadelos eram as bolas voadoras e perdidas que acertavam a minha cabeça e sempre (sempre!)  jogavam para longe os meus óculos.

Mas… agora vamos aos clichês…

Não, antes que perguntem não como sushi e sashimi todos os dias. Vejam, isso é comida de festa. É como se a gente fizesse churrasco todos os dias. Ah! E yakissoba também é chinês.

Mas, de preferência comemos o shirogohan, que é o arroz do tipo japonês, sem sal, sem óleo e sem tempero. Sim, vou ao Bairro da Liberdade constantemente para me abastecer. Sim, meu marido que não é descendente já acostumou e a bem da verdade sente falta do shirogohan todos os dias.

Fiz nihongakko (escola de japonês) quando criança. Leio bem porcamente, falo menos ainda, mas é só escutar um pouquinho aqui e ali que a memória volta e consigo entender quase tudo.

Tenho um pequeno altar sim, com velas, incenso e as fotos dos meus ancestrais, com um pequeno gongo e todas as nossas missas e orações são nos templos budistas. E fazemos missa com festa, como vocês acham esquisito. Que na verdade não é bem isso, mas não cabe a mim explicar nesse pequeno pedaço. Ainda fazemos missas nos anos cabalísticos e importantes para a religião e como diz uma prima minha, a pessoa até  reencarnou e ainda continuamos a fazer missa…

A.d.o.r.o um banho de ofurô. Eu tenho um aqui em casa que na última mudança há 10 anos ficou de ser instalado e acabou ficando encalhado por aqui, jogado. Não tem nada mais relaxante e revigorante que um banho de ofurô depois de um dia estressante.

Mantemos e prezamos pela reunião de Ano Novo, o Oshoogatsu, assim como aqui é importante o Natal. E comemos ozooni, que é uma sopa tradicional degustada especialmente neste dia.

Poderia e vou descrever todas essas nossas peculiaridades ainda, em todos os aspectos.

Não sei por quanto tempo ou quantas gerações ainda manteremos isso e o quanto serão transmitidas, mas percebo como a mistura e os costumes e tradições podem coexistir pacificamente. Ninguém nem nenhum costume precisam se sobressair ou ser mais importantes que um ou outro. E isso não é o princípio da civilidade?

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#shortpost

O Armazém São Vito é mais uma loja da nossa série da Zona Cerealista.

Como somos frequentadores contumazes, vou fazendo posts de atualização do pedaço mais saudável de São Paulo.

Já passamos em outras lojas, mas como começamos com esta loja no começo das nossas incursões, acabamos ficando “acostumados” com o que encontramos, inclusive sabendo a sequência do que pedir, pela ordem que estão acomodados nas prateleiras. Read More

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