Classificação: Clássicas

Fechando nossas viagens de férias pela região do Mato Grosso, estivemos visitando o Pantanal. A princípio, não iríamos para lá, mas a Lu, da Família Muller, nos convenceu,dizendo que pelo menos deveríamos conhecer a Transpantaneira, então, lá fomos nós.
     Realmente, como ela conta em seu livro, é uma região ainda selvagem, quase inexplorada e só pela Transpantaneira vale a pena conhecer esta região. Saímos de Nobres, passamos por Cuiabá e fomos em direção à Poconé, onde se inicia a rodovia.
Fomos apanhados numa condição completamente atípica para a região, que foi o frio intenso. A condição foi tão extraordinária que uma amiga contou que no noticiário foi falado em cerca de 3 mil cabeças de gado mortos pelo frio. Pois é, estávamos bem aí nessa época. Bom, mas como todos sabem, até essas condições adversas, fazem parte das nossas viagens, e o negócio é encarar com bom humor e depois rir dos perrengues que a gente passou. Isso rende boas risadas depois …
Pousada Ueso

Pousada Ueso

     Ficamos na Ueso Pousada  da Sonia e do Ueli, com uma consciência e ações voltadas a preservação e manutenção da fauna e flora no Pantanal. A maior área da propriedade é mantida, sem fazer queimadas nem desmatamento, como uma reserva particular. Nesta área são feitos os passeios a cavalo e à pé.
     Estávamos hospedados nós e uma família grande de suíços. Foi bem diferente, pois nós não entendíamos uma palavra e nos comunicávamos por vezes, com a matriarca, que era chilena, uma longa história. As crianças eram uma diversão à parte, porque falavam entre elas, riam entre elas, depois olhavam para nós e riam como se estivéssemos entendendo tudinho…ahã…
     A Pousada foi a que ofereceu o melhor custo para nós, com pensão completa, e direito a um passeio a cavalo ou de barco, por dia. Ficamos quatro dias ao total, porém dias inteiros foram dois, então no primeiro fizemos o passeio a cavalo, guiados pelo Marcos, pela manhã. Até o João, que tem receio de andar a cavalo foi numa boa. A Júlia teve alguns problemas com o cavalo teimoso dela, o que rendeu boas gargalhadas das crianças suíças.
Rio Clarinho

Rio Clarinho

     No dia seguinte, a Sônia nos levou até uma fazenda vizinha para passearmos de barco pelo Rio Clarinho e pescar piranha. Ela ria muito, e disse que nós inventamos uma nova modalidade de pescaria: a voadora, onde nossos peixes não eram bem fisgados e voavam por cima das nossas cabeças, para cair na água de novo… deixa meu pai pescador saber da nossa inabilidade total com esta modalidade esportiva que ele tanto aprecia…
    À tarde, o Marcos nos levou para uma caminhada pela mata preservada da Pousada, e também até o mirante, onde, apesar do frio, conseguimos avistar alguns animais.
     O Pantanal dessa vez ficou nos devendo o tão famoso pôr do sol, mas voltamos com outras lembranças e aprendizados, como o modo delicado, gentil e responsável que o europeu educa suas crianças, observando os suíços e a visão que a Sônia passou da educação e criação de seus filhos mudando alguns conceitos nossos.
     E viajar também é isso,é ter o espírito e a mente abertos para situações diferentes daquela que esperávamos encontrar, não fazer disso um problema, e absorver todo o tipo de conhecimento e experiência que nos engrandeçam de alguma maneira.
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Cachoeira do Chá

Cachoeira do Chá

Classificação: descobertas

Descobrimos Tapiraí em uma reportagem do Ecoviagem, que falava na verdade, de um outro lugar, o Salve Floresta, que depois de visitarmos a cidade duas vezes ainda não visitamos.
É bem pertinho de São Paulo, cerca de 150 km pela SP 270, e o próprio caminho já é gostoso de fazer.Tem um visual bonito, e pegamos nas duas vezes, a neblina, que oferece um encanto a mais ao local.
Pousada do Professor

Pousada do Professor

Ficamos na Pousada do Professor , do Seu Evaldo e da Heloísa, uma pousada familiar, com chalés e duas casas aconchegantes, em número pequeno, seguindo a filosofia dos proprietários de não “lotar” o local e permanecer num ambiente o mais familiar e sossegado possível.
Trilha dentro da Pousada do Professor

Trilha dentro da Pousada do Professor

Os chalés e as casas são equipados com todos os apetrechos de cozinha. Aconselhamos aqui, leve seus dotes culinários junto com você nesta viagem, pois a cidade (se é que a gente pode chamar assim, na verdade é um vilarejo, daqueles de beiradinha de estrada, e quando você percebeu, já passou por ela) possui sim, locais para refeição, mas não nos aventuramos a comer ainda por lá.
A cama elástica na Pousada do Professor

A cama elástica na Pousada do Professor

Para quem tem crianças, elas irão gostar da trilha com uma ponte suspensa dentro da Pousada, vão se sentir a própria Lara Croft (bom, a Júlia pelo menos dizia isso na época).
A Pousada oferece na sua diária o café da manhã, bem gostoso. Peça os ovos que a Heloísa prepara, que são uma delícia!
Seguimos aqui, nossa rotina de viagem, café da manhã bem reforçado e ir para as cachoeiras do lugar. O professor faz um mapinha e você consegue chegar aos locais.
A cidade ainda não tem infra-estrutura nos locais turísticos. Não nos entenda mal, todos sabem que odiamos aqueles locais com restaurante no pé da cachoeira, é a coisa mais odiosa que existe, mas umas plaquinhas não cairia mal…
Cachoeira do Rio Belchior

Cachoeira do Rio Belchior

A mais famosa, é a Cachoeira do Chá, com queda de 30 m, acesso pelo km 164,5 da SP 079, sentido Juquiá. São cerca de 3 km em estrada de terra e depois, a trilha mais ou menos 1 km.
Existe também a Cachoeira do Rio Belchior, que possui duas quedas em um paredão de 15 m de altura, mas nós penamos para conseguir achar o local.
Cachoeira do Limoeiro

Cachoeira do Limoeiro

Visitamos também a Cachoeira do Rio Alecrim, que fica meio escondidinha, mas o acesso até a Cachoeira é bem fácil.
A Cachoeira do Rio Limoeiro também é perto, e a trilha é bem curtinha.
Pousada do Professor

Pousada do Professor

Dicas gastronômicas: a cidade é o maior exportador brasileiro de gengibre.
Existe uma casinha na estrada, a Sweet’n Simple, se você perguntar assim, ninguém vai saber, pergunte pela Dona Lourdes, que vende doces de gengibre , com chocolate e também lasquinhas de casca de laranja ou limão com açúcar ou chocolate. Achamos o preço um pouquinho salgado na segunda vez que passamos lá, mas vale a pena experimentar.
Na cidade, uma casinha mais simples também, que faz outros tipos de doce com gengibre e um xarope que o proprietário fala que cura desde tosse até dor de cotovelo, brincadeira…
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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Classificação: descobertas

Por sugestão da família Muller, http://www.familiamulleraventura.com.br/, aproveitamos nossa estada no Mato Grosso e conhecemos Nobres. Para encurtar o caminho, usamos a indicação do Sr. Isaías, da Pousada Bom Jardim , http://www.pousadabomjardim.com/, e na estrada de volta da Chapada dos Guimarães, seguimos em direção à Usina do Manso, sem precisar passar novamente por Cuiabá e na cidade de Nobres, afinal as maiores atrações estão na Vila Bom Jardim, distante cerca de 60 km da cidade.O único porém é que nós erramos o caminho (novidade!!!), pois a estrada estava em manutenção e o caminho de terra de 45 km viraram 90 km, mas, faz parte do pacote…. (pelo menos pra gente).
Mas ainda deu tempo de chegar para almoçar e almoçar ao lado da Pousada.
A nossa maior dificuldade aqui, foi conseguir achar um pacote razoável, pois as informações encontradas na internet ficaram confusas para mim e tivemos que pedir ajuda à família Muller para entender. Os pacotes de visitação são todos pagos, é necessário a emissão de um voucher para a visitação, mas muito caros, na nossa opinião, tornando proibitivos, para uma família mais numerosa.
Bom, vamos lá, para o que importa. No primeiro dia, visitamos a Lagoa das Araras, à tarde. R$ 10,00 por pessoa. Um passeio muito bonito.
No segundo dia, visitamos a Cachoeira Serrra Azul e o Rio Triste, na companhia do guia Silvano, que também tem agência na vila, a SM Agência de Turismo,smagenciadeturismo@hotmail.com, que também oferece hospedagens, um pouco mais rústicas que a Pousada Bom Jardim e também refeições, além de emitir os vouchers também .
A Cachoeira Serra Azul tem uma cor única, azul,linda, onde fizemos mergulho (a agência fornece o equipamento), e se você tiver sorte (a Júlia e o João conseguiram), pode ver um cardume de peixes circundando você. Lindo! O pacote por pessoa custa R$ 50,00.
Voltamos para almoçar no Estivado, (a agência se encarregou da reserva), onde também tomamos banho, naquela água límpida, e à tarde fomos fazer a flutuação no Rio Triste. Também R$ 50,00 por pessoa.
Não deixe de fazer este passeio. A flutuação segue por 1 km, naquelas águas transparentes, mornas, (com equipamento também), onde dourados e piraputangas vão acompanhando seu trajeto. Como diz a propaganda da cidade, Nobres não é bonito (referência à cidade), mas é lindo! Realmente, a vontade que dá é de terminar o passeio e voltar até o começo para fazer a flutuação novamente…
No dia seguinte, fomos visitar o Aquário Encantado (ou Recanto Ecológico), outro cartão postal da localidade.Também R$ 50,00 por pessoa. É diferente do primeiro passeio, porque você fica num poço restrito, fazendo a flutuação, sai desse local, caminha um trajeto curto e depois vai para a flutuação no Rio Saloba, mas num trajeto bem menor que o do Rio Triste e não vimos tanto peixes aqui. À tarde, subimos até o cruzeiro, para uma visão geral da Vila Bom Jardim.
Nossa impressão: A vila ainda é muito pequena, ainda não está com toda sua infra-estrutura adequada para o turismo, acabamos ficando sem almoço, em um dos dias, mas ao mesmo tempo, isso aumenta sua “rusticidade” e ar de novidade. Ainda deve crescer, existem locais incríveis, muito bonitos, diferentes de tudo o que havíamos visto.
O Sr. Isaías promove o desenvolvimento da localidade, agregando um valor social, na nossa opinião, pois além da pousada em si, que oferece uma hospedagem honesta, emite os vouchers da própria pousada e também aloca os serviços de outros locais (guias, agências e restaurantes) no seu serviço. Como dizemos há necessidade de explorar o turismo, para promover o local e não explorar o turista, como parece ser o caminho que algumas agências locais estão trilhando.
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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Conhecemos finalmente a Chapada dos Guimarães nas férias deste ano. Chapada dos Guimarães fica a aproximadamente 65 km da capital, numa estrada boa, e a visão ao longe, de todo aquele Chapadão, já vale a visita. Chegamos de tardezinha lá, após algumas paradas, e algumas atrações ficam no caminho, como a Salgadeira e o Portão do Inferno.
Ficamos na Pousada Floradas da Serra, localizada na Cohab Véu de Noiva- fone (65) 33013193. O site parece que está desatualizado, por isso não colocamos aqui. A proprietária fez um pacote bom, com um preço bem acessível, e optamos por ficar distante do centro, por causa dos eventos que estariam acontecendo nesse período que ficaríamos na cidade. Nossa dica aqui, é que se você quer sossego, procure escapar do período do Festival de Inverno, porque a cidade se transforma. Não pelos habitantes locais, mas principalmente pelos visitantes,que fazem questão de bebedeira, som alto, muito diferente do perfil do pessoal que estamos acostumados a conviver.
Para visitar o Parque Nacional  www.icmbio.gov.br/parna_guimaraes  são necessários alguns agendamentos prévios. Você só poderá entrar no Parque com o acompanhamento de um guia credenciado (no site do Parque existe a relação), agendar um dia antes,ter o voucher emitido por algum local credenciado (o guia saberá dizer a você) e estar na entrada do Parque entre 8:00 e 9:00 hs na manhã do dia agendado. Ufa!
E assim fomos nós, acompanhados do guia José Paulino dos Santos, fone (65) 9225-0035, (uma figura!), para nosso passeio no Parque Nacional. Fizemos o caminho das cachoeiras, visitando a Cachoeira das Andorinhas, do Pulo e da Independência. São trilhas curtas, bem sinalizadas e não dá para cansar muito, porque você vai se refrescando no caminho, em cada uma delas. Gostaríamos de ter visitado a Cidade de Pedra, mas ainda permanecia fechado para visitação, e o Morro do São Gerônimo não nos animou pelo longo percurso de trilha.
No segundo dia visitamos o Mirante do Centro Geodésico, uma vista deslumbrante,e depois seguimos para a Caverna Aroe Jarí (a maior gruta de arenito do Brasil, com 1.550 m de extensão (gente, nada muito interessante, na nossa opinião, principalmente depois que conhecemos Intervales e a gruta da Torrinha, na Chapada Diamantina )e depois a gruta da Lagoa Azul, onde os banhos são proibidos(uma pena!) .O passeio acaba durando o dia inteiro, então nossa dica é reservar o almoço no restaurante da Caverna (R$ 18,00 por pessoa), antes de descer para fazer os passeios. A entrada também é paga (R$ 15,00 por pessoa, estudante pagando meia) e só é permitido a entrada com um guia. É, não fica um passeio barato, porque além das entradas nos passeios, você ainda paga pela diária do guia.
No terceiro dia, acabamos dispensando o guia e fomos visitar a Cachoeira da Martinha, onde o rio Casca forma uma sequência de quedas, formando boas piscinas naturais para banho. Fica a cerca de 40 km em direção à Campo Verde, praticamente na beira da estrada. Vimos o anúncio de um empreendimento que será construído no acesso à cachoeira, então a impressão que tivemos foi que após sua construção, sua entrada deverá ser limitada. (Esperamos que não).
Nossa impressão final: é a Chapada indicada para caminhantes que estão iniciando sua trajetória ou com crianças pequenas.É uma cidade bem mais estruturada que as outras duas chapadas (Veadeiros e Diamantina), com o centro bem diversificado (entenda-se restaurantes, bares, lanchonetes, muuitas lojinhas de artesanato, sorveterias), com Pousadas para todos os bolsos e gostos porém urbana demais para nosso gosto.
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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 Começamos a frequentar São Francisco em 1997, fomos algumas vezes pela proximidade com São Paulo, e voltamos agora, na Páscoa, depois de 10 anos. Foi o lugar da estréia da Júlia nas caminhadas. Continua ainda um lugar simpático e acolhedor.
 Fica a aproximadamente 150 km de São Paulo, passa dentro da cidade de São José dos Campos, onde existem placas indicativas até lá, passando por Monteiro Lobato.
O coreto da praça principal

O coreto da praça principal

A cidade é daquelas típicas de interior, com uma avenida principal, uma praça central, com coreto e igreja, todos se encontram o tempo todo, nas lojinhas de artesanato (aproveitem as mantas e os tapetes, que são bonitos e têm preços bons) e nos restaurantes, cafés e depois nas cachoeiras.
Estalagem Alpina

Estalagem Alpina

      O que nos assustou desta vez  foi que o custo de vida da cidade aumentou consideravelmente. O preço das pousadas, de maneira geral, ficou assustador. Parece que o público que passou a frequentar a cidade busca mais aquele clima meio “Campos do Jordão”, aquela coisa mais chique e para nós, que gostamos mais daquela atmosfera alternativa, mais hipponga, perdeu um pouco o ar de “Visconde de Mauá”. 
cantinhos charmosos da cidade

cantinhos charmosos da cidade

Como diz nossa amiga Tânia, e como toda nossa Ogroturminha sabe, nós procuramos lugares com um bom custo-benefício, considerando sempre, que vamos passar praticamente o dia inteiro passeando e voltar à tardezinha,quase à noite apenas para um bom banho quente e uma cama limpa numa pousada honesta.  Ficamos novamente na Estalagem Alpina (12)39261180, da Cleusa, que fica bem na frente da praça, muito simples, mas que satisfaz as nossas poucas necessidades.
Julia e Sabrina (filha do Miragaia)

Julia e Sabrina (filha do Miragaia)

      Sinceramente, porque como conversávamos com o nosso velho e bom amigo Miragaia do CAT (onde ele  começou o serviço, desde os idos de 97, quando nos conhecemos), para pagar R$ 800,00 o pacote de feriado (e por aí vai), você tem que chegar na pousada e não sair mais. (o que particularmente não é o nosso caso). Mas, as implementações que foram feitas na praça, no coreto, nas plaquinhas das ruas, ficou muito bonitinho.
caminhada para Toca do Muriqui

caminhada para Toca do Muriqui

      Muitas das atrações que visitávamos na época estão fechadas por estarem dentro de propriedades particulares e pelo fato dos proprietários terem sofrido alguns prejuízos por turistas não tão conscientes, digamos assim. Desta vez quem nos guiou foi a Sabrina, a filha do Mira,(ai gente, o tempo passa….) para a  Toca do Muriqui, que acaba numa pequena cachoeira. Lembramos desta trilha só na volta, pois o começo da trilha é mesma trilha que fizemos há 13 anos atrás para a Travessia para Monte Verde. (essa trilha na época ficou na nossa história, porque não conseguíamos nem falar no final do passeio, de tão cansados. Pelo menos eu e o João.Estávamos ainda com o Renato e o Maurício).
Área de lazer do Pouso do Rochedo

Área de lazer do Pouso do Rochedo

      Existem outras trilhas, agende no CAT, mas acabamos fazendo só esta.
      No dia seguinte, fomos conhecer o Pouso do Rochedo, que nos surpreendeu.Você paga o “day use”, (pagamos se não me falha a memória R$ 10,00 por pessoa) recebe um mapinha das trilhas pela simpatia do proprietário, Sr. Antonio ,pode andar pelas trilhas dentro da pousada (que têm da mais levezinha até uma, de subir um pico, que desta vez não deu coragem), e visitar várias cachoeiras, terminando na última muito bonita,e de quebra ainda pode tomar um banho nas piscinas da Pousada.
Piscina na Pouso do Rochedo

Piscina na Pouso do Rochedo

Existem várias opções de hospedagem, desde chalés até casas para famílias maiores. A casa ele cobra R$ 50,00 por pessoa, (é melhor vc checar antes, em todo caso) com direito a café da manhã. Combinamos nós e a Tânia e o Felipe de passar um final de semana nesta pousada e fazer o pico (quando não estiver chovendo, porque nós pegamos muita chuva desta vez).
        Não temos dicas gastronômicas uau!!, dessa vez, infelizmente. Tentamos comer num restaurante que servia trutas (que parece ser a especialidade da região), mas as crianças (ops, me esqueço que não posso chamá-los mais assim) não quiseram. Como caminhávamos e chegávamos tarde (por volta das 14:00 hs), e a fome apertava, almoçamos dois dias no restaurante da Pousada São Francisco, self-service.
      Comemos uma pizza muito ruim, que não lembramos o nome do restaurante, que se dizia feita na pedra, mas não era nada.
Procissão na cidade

Procissão na cidade

Só valeu porque de lá vimos a procissão da cidade da Paixão.Coisas que você vê só no interior mesmo. Foi surreal, porque a Júlia não havia visto nunca e ela se aterrorizou com aquela gente vestindo branco, carregando uma pessoa morta (ela achou que a cruz com Jesus fosse um cadáver) acho que ela andou assistindo filmes demais…e entrou em estado de pânico. Até explicar o que era uma procissão e que não era gente morta…
Photozofia
      Como todo guia falava no Photozofia, fomos lá para conhecer o espaço. É muito diferente, deve ser muito legal, mas à noite, realmente, a gente estava só o pó, além de estarmos com as crianças (ops, de novo), então… quem sabe numa próxima.
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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Vivenciamos um Natal diferente neste último ano e confesso que foi muito tranquilo, sem horários, sem formalidades, sem rigidez, todos fazendo o que e quando quisessem, só importando que estávamos juntos, desfrutando a companhia um dos outros.Este não é o verdadeiro espírito do Natal? Afinal, como diz o Ogromor, Natal não é um dia só, você faz ser Natal todos os dias do ano, se assim se propor. Fomos para Joanópolis, e completamente diferente das nossas experiências, dividimos uma casa com minha família e todos os agregados, lógico.

     Como não poderia deixar de ser, saímos para conhecer os arredores e conto aqui um pouquinho do que pudemos ver. Ficamos numa casa na beira da represa, então como não poderia deixar de ser,  só ela já é uma atração à parte, e muitas das atrações locais, exploram a represa, como os esportes aquáticos, pesca (para o delírio do meu pai) e passeios de barco. Existem várias Marinas ao redor da represa,com vários tipos de estruturas e acomodações.
Ficamos perto da Pousada Monteleone http://www.pousadamonteleone.com.br/ ,  e nas nossas caminhadas diárias, eu e o Ogromor visitamos a Pousada para conhecer melhor. Estivemos em Joanópolis uma vez, por volta de 2004, mas ficamos numa pousada no centro da cidade e choveu tanto, tanto, que a gente quase não aproveitou. Nesta época, já havíamos ouvido falar da Pousada, mas não fomos visitar. A funcionária da Pousada foi muito gentil, nos mostrou toda a estrutura do lugar, que também fica margeando a represa, os chalés são muito aconchegantes, eles têm diversas atividades, mas o que nos chamou a atenção foi o Spa, que parece bem legal. Eles programam quando seria a próxima temporada e divulgam no site, como pude ver.
        No dia seguinte, fomos conhecer os arredores, com o Adriano, um moço que deu várias informações quando eu liguei para a Secretaria de Turismo, e mesmo ele insistindo que não era guia de turismo, combinamos dele nos levar a algumas atrações, considerando sua formação em turismo e porque ele se mostrou extremamente simpático, e porque conhecia a região. Como estava nublado, não  conseguimos subir uma das principais atrações,o Pico do Selado. Vai ficar para uma próxima.  Conhecemos a Cachoeira dos Pretos, uma queda de 150 metros, muito bonita, mas para visitá-la, caro caminhante, decepção total. Bom pelo menos para nós. Sabe aquela coisa, hordas de gente chegando, estacionamento parecendo de shopping, restaurantes cheios, obviamente, calçamento até quase a borda da cachoeira. Horror total!! Saímos correndo de lá.
         Visitamos uma quedinha que muito pouca gente deve conhecer, só o pessoal local, como o Adriano comentou e depois, na parte de cima,da Cachoeira dos Pretos, a Cachoeira da Iponina, que pastamos para conseguir achar, não tinha indicação nenhuma, mas esta lavou nossa alma de conhecer  um lugar selvagem. Nem nosso guia havia conhecido este local antes.
           Acabamos  não conhecendo os atrativos da gula de Joanópolis, pois aproveitamos a comida de mãe, que é sempre bem vinda e nos faz sentir literalmente em casa, não é mesmo?
           Bom, é isso, um lugar bem pertinho de São Paulo, e uma dica para variar do programa shopping com a família, para passar um final de semana diferente.
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Classificação: Lugares especiais

Sabe casa de vó? Com tudo o que você tem direito? Aconchego, carinho, comida gostosa (e bota comida boa nisso, só não nos culpem pelos quilos a mais adquiridos, que você certamente irá ganhar), o cachorro (no caso,a rottweiler mais doce que nós conhecemos, a Tigresa), e olha que particularmente, nós não somos lá muito fãs de cachorro, que nos recebe como se fôssemos de casa mesmo, e saudades depois que você vai embora? Aqui tem tudo isso, aliado a lugares fantásticos, e o melhor, você não precisa se matar de andar para chegar nas cachoeiras.
Eu e a Tigresa, a rotweiller mais doce do mundo

Eu e a Tigresa, a rotweiller mais doce do mundo

   Ficamos na Pousada Canteiros, da D. Noélia e do Seu Joaquim,adoráveis, doces, carinhosos,no Vale dos Canteiros, em São João Batista do Glória. Fones: (35)3524-1143, (35)9975-4805, 9976-1146. A diária paga pensão completa e hospedagem. Fica na região da Serra da Canastra, partimos de São Paulo, pegamos a Rod. Adhemar de Barros, (SP 340), até Mococa, atravessamos o limite dos estados sentido São Sebastião do Paraíso, vamos até Passos, e atravessamos de balsa. Depois, pegamos uma estradinha de terra, atravessando os vales. Já nos disseram que existe um outro caminho alternativo por terra. Fizemos este caminho por Delfinópolis, quando estivemos lá uma vez, para depois passar por Capitólio e fugimos correndo de lá, mas esta é outra história…e realmente, como nos perdemos (para variar, como nossos amigos bem sabem…), não passo aqui a indicação correta. Assim que entender este caminho novo deixo aqui atualizado.
Cachoeira do Quilombo

Cachoeira do Quilombo

      As atrações do lugar são a Cachoeira do Quilombo, a Cachoeira Grinalda, uma outra cachoeirinha no fundo da Pousada, bem pertinho, uma outra cachoeirinha perto, do Lobo, e um pouco mais distante, o Paraíso Perdido, que tem lugar para camping e churrasqueiras; calma, calma, sei o que parece, mas estivemos uma das vezes (fora de temporada) e estava vazio, só para nós três e é um lugar muito bonito, onde você vai subindo as corredeiras, aproveitando cada remansinho.
A Ju ainda pequenininha

A Ju ainda pequenininha

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Classificação: lugares especiais
Descobrimos este lugar através do site os mochileiros (http://www.mochileiros.com/), que gostamos de consultar de vez em quando, quando “precisamos” descobrir novos lugares. Estivemos duas vezes, em 2007 e 2008, com metade da nossa ogroturminha em cada uma das visitas.
Decidimos, depois de pegar muita chuva num Carnaval, em 2004, quando fomos para Aiuruoca e ficamos 3 dias dentro de um quarto, decidimos nesta época do ano, quando chove lá para aquelas bandas de Minas, descer para a Região Sul (ou o mais para o sul que a gente puder).
Ficamos na Pousada Serra do Pirahy, http://www.pousadaserradopirai.com.br/, do Emerson e da Regina. ( Aliás, queridos e incansáveis ogroamigos, fizemos o contato já e estamos voltando para lá de novo, no Carnaval de 2010. Para quem já conhece e para quem ainda não, que tal nos acompanhar novamente? )
É um lugar maravilhoso, para andar até cansar, descansar, comer, comer, comer, sentar calmamente de manhã, tomando seu café (com bolinhos de polvilho quentinhos, saídos do fogo) e conversar com o Emerson, ouvindo seus causos e toda sua sabedoria. Ele nos deixa tão à vontade, que você vai lá na coleção de cds de muito bom gosto, coloca lá, sua seleção favorita e fica ouvindo, como se você estivesse na sala da sua casa.
É um lugar que, se você não quiser fazer nada e ficar por perto, pode ir se refrescar no riachinho que corre lá embaixo da casa, que formam várias piscinas naturais. Se quiser andar, o Emerson te conduz a cânions, cachoeiras e alguns locais com pinturas rupestres muito bonitos.
Já vimos cachoeiras de todos os tipos, alturas, larguras, tamanhos, mas uma das que achamos mais bonitas até hoje, nas nossas andanças está lá perto, que na queda, forma uma piscina rasinha, e uma prainha de areia branquinha. É super diferente e muito bonita!!
Chegamos a visitar a cidade, que tenta despontar pelo lado do turismo religioso, mas este lado não nos apeteceu, não é lá muito a nossa praia…
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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