Conhecemos finalmente a Chapada dos Guimarães nas férias deste ano. Chapada dos Guimarães fica a aproximadamente 65 km da capital, numa estrada boa, e a visão ao longe, de todo aquele Chapadão, já vale a visita. Chegamos de tardezinha lá, após algumas paradas, e algumas atrações ficam no caminho, como a Salgadeira e o Portão do Inferno.
Ficamos na Pousada Floradas da Serra, localizada na Cohab Véu de Noiva- fone (65) 33013193. O site parece que está desatualizado, por isso não colocamos aqui. A proprietária fez um pacote bom, com um preço bem acessível, e optamos por ficar distante do centro, por causa dos eventos que estariam acontecendo nesse período que ficaríamos na cidade. Nossa dica aqui, é que se você quer sossego, procure escapar do período do Festival de Inverno, porque a cidade se transforma. Não pelos habitantes locais, mas principalmente pelos visitantes,que fazem questão de bebedeira, som alto, muito diferente do perfil do pessoal que estamos acostumados a conviver.
Para visitar o Parque Nacional  www.icmbio.gov.br/parna_guimaraes  são necessários alguns agendamentos prévios. Você só poderá entrar no Parque com o acompanhamento de um guia credenciado (no site do Parque existe a relação), agendar um dia antes,ter o voucher emitido por algum local credenciado (o guia saberá dizer a você) e estar na entrada do Parque entre 8:00 e 9:00 hs na manhã do dia agendado. Ufa!
E assim fomos nós, acompanhados do guia José Paulino dos Santos, fone (65) 9225-0035, (uma figura!), para nosso passeio no Parque Nacional. Fizemos o caminho das cachoeiras, visitando a Cachoeira das Andorinhas, do Pulo e da Independência. São trilhas curtas, bem sinalizadas e não dá para cansar muito, porque você vai se refrescando no caminho, em cada uma delas. Gostaríamos de ter visitado a Cidade de Pedra, mas ainda permanecia fechado para visitação, e o Morro do São Gerônimo não nos animou pelo longo percurso de trilha.
No segundo dia visitamos o Mirante do Centro Geodésico, uma vista deslumbrante,e depois seguimos para a Caverna Aroe Jarí (a maior gruta de arenito do Brasil, com 1.550 m de extensão (gente, nada muito interessante, na nossa opinião, principalmente depois que conhecemos Intervales e a gruta da Torrinha, na Chapada Diamantina )e depois a gruta da Lagoa Azul, onde os banhos são proibidos(uma pena!) .O passeio acaba durando o dia inteiro, então nossa dica é reservar o almoço no restaurante da Caverna (R$ 18,00 por pessoa), antes de descer para fazer os passeios. A entrada também é paga (R$ 15,00 por pessoa, estudante pagando meia) e só é permitido a entrada com um guia. É, não fica um passeio barato, porque além das entradas nos passeios, você ainda paga pela diária do guia.
No terceiro dia, acabamos dispensando o guia e fomos visitar a Cachoeira da Martinha, onde o rio Casca forma uma sequência de quedas, formando boas piscinas naturais para banho. Fica a cerca de 40 km em direção à Campo Verde, praticamente na beira da estrada. Vimos o anúncio de um empreendimento que será construído no acesso à cachoeira, então a impressão que tivemos foi que após sua construção, sua entrada deverá ser limitada. (Esperamos que não).
Nossa impressão final: é a Chapada indicada para caminhantes que estão iniciando sua trajetória ou com crianças pequenas.É uma cidade bem mais estruturada que as outras duas chapadas (Veadeiros e Diamantina), com o centro bem diversificado (entenda-se restaurantes, bares, lanchonetes, muuitas lojinhas de artesanato, sorveterias), com Pousadas para todos os bolsos e gostos porém urbana demais para nosso gosto.
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

 Começamos a frequentar São Francisco em 1997, fomos algumas vezes pela proximidade com São Paulo, e voltamos agora, na Páscoa, depois de 10 anos. Foi o lugar da estréia da Júlia nas caminhadas. Continua ainda um lugar simpático e acolhedor.
 Fica a aproximadamente 150 km de São Paulo, passa dentro da cidade de São José dos Campos, onde existem placas indicativas até lá, passando por Monteiro Lobato.
O coreto da praça principal

O coreto da praça principal

A cidade é daquelas típicas de interior, com uma avenida principal, uma praça central, com coreto e igreja, todos se encontram o tempo todo, nas lojinhas de artesanato (aproveitem as mantas e os tapetes, que são bonitos e têm preços bons) e nos restaurantes, cafés e depois nas cachoeiras.
Estalagem Alpina

Estalagem Alpina

      O que nos assustou desta vez  foi que o custo de vida da cidade aumentou consideravelmente. O preço das pousadas, de maneira geral, ficou assustador. Parece que o público que passou a frequentar a cidade busca mais aquele clima meio “Campos do Jordão”, aquela coisa mais chique e para nós, que gostamos mais daquela atmosfera alternativa, mais hipponga, perdeu um pouco o ar de “Visconde de Mauá”. 
cantinhos charmosos da cidade

cantinhos charmosos da cidade

Como diz nossa amiga Tânia, e como toda nossa Ogroturminha sabe, nós procuramos lugares com um bom custo-benefício, considerando sempre, que vamos passar praticamente o dia inteiro passeando e voltar à tardezinha,quase à noite apenas para um bom banho quente e uma cama limpa numa pousada honesta.  Ficamos novamente na Estalagem Alpina (12)39261180, da Cleusa, que fica bem na frente da praça, muito simples, mas que satisfaz as nossas poucas necessidades.
Julia e Sabrina (filha do Miragaia)

Julia e Sabrina (filha do Miragaia)

      Sinceramente, porque como conversávamos com o nosso velho e bom amigo Miragaia do CAT (onde ele  começou o serviço, desde os idos de 97, quando nos conhecemos), para pagar R$ 800,00 o pacote de feriado (e por aí vai), você tem que chegar na pousada e não sair mais. (o que particularmente não é o nosso caso). Mas, as implementações que foram feitas na praça, no coreto, nas plaquinhas das ruas, ficou muito bonitinho.
caminhada para Toca do Muriqui

caminhada para Toca do Muriqui

      Muitas das atrações que visitávamos na época estão fechadas por estarem dentro de propriedades particulares e pelo fato dos proprietários terem sofrido alguns prejuízos por turistas não tão conscientes, digamos assim. Desta vez quem nos guiou foi a Sabrina, a filha do Mira,(ai gente, o tempo passa….) para a  Toca do Muriqui, que acaba numa pequena cachoeira. Lembramos desta trilha só na volta, pois o começo da trilha é mesma trilha que fizemos há 13 anos atrás para a Travessia para Monte Verde. (essa trilha na época ficou na nossa história, porque não conseguíamos nem falar no final do passeio, de tão cansados. Pelo menos eu e o João.Estávamos ainda com o Renato e o Maurício).
Área de lazer do Pouso do Rochedo

Área de lazer do Pouso do Rochedo

      Existem outras trilhas, agende no CAT, mas acabamos fazendo só esta.
      No dia seguinte, fomos conhecer o Pouso do Rochedo, que nos surpreendeu.Você paga o “day use”, (pagamos se não me falha a memória R$ 10,00 por pessoa) recebe um mapinha das trilhas pela simpatia do proprietário, Sr. Antonio ,pode andar pelas trilhas dentro da pousada (que têm da mais levezinha até uma, de subir um pico, que desta vez não deu coragem), e visitar várias cachoeiras, terminando na última muito bonita,e de quebra ainda pode tomar um banho nas piscinas da Pousada.
Piscina na Pouso do Rochedo

Piscina na Pouso do Rochedo

Existem várias opções de hospedagem, desde chalés até casas para famílias maiores. A casa ele cobra R$ 50,00 por pessoa, (é melhor vc checar antes, em todo caso) com direito a café da manhã. Combinamos nós e a Tânia e o Felipe de passar um final de semana nesta pousada e fazer o pico (quando não estiver chovendo, porque nós pegamos muita chuva desta vez).
        Não temos dicas gastronômicas uau!!, dessa vez, infelizmente. Tentamos comer num restaurante que servia trutas (que parece ser a especialidade da região), mas as crianças (ops, me esqueço que não posso chamá-los mais assim) não quiseram. Como caminhávamos e chegávamos tarde (por volta das 14:00 hs), e a fome apertava, almoçamos dois dias no restaurante da Pousada São Francisco, self-service.
      Comemos uma pizza muito ruim, que não lembramos o nome do restaurante, que se dizia feita na pedra, mas não era nada.
Procissão na cidade

Procissão na cidade

Só valeu porque de lá vimos a procissão da cidade da Paixão.Coisas que você vê só no interior mesmo. Foi surreal, porque a Júlia não havia visto nunca e ela se aterrorizou com aquela gente vestindo branco, carregando uma pessoa morta (ela achou que a cruz com Jesus fosse um cadáver) acho que ela andou assistindo filmes demais…e entrou em estado de pânico. Até explicar o que era uma procissão e que não era gente morta…
Photozofia
      Como todo guia falava no Photozofia, fomos lá para conhecer o espaço. É muito diferente, deve ser muito legal, mas à noite, realmente, a gente estava só o pó, além de estarmos com as crianças (ops, de novo), então… quem sabe numa próxima.
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Vivenciamos um Natal diferente neste último ano e confesso que foi muito tranquilo, sem horários, sem formalidades, sem rigidez, todos fazendo o que e quando quisessem, só importando que estávamos juntos, desfrutando a companhia um dos outros.Este não é o verdadeiro espírito do Natal? Afinal, como diz o Ogromor, Natal não é um dia só, você faz ser Natal todos os dias do ano, se assim se propor. Fomos para Joanópolis, e completamente diferente das nossas experiências, dividimos uma casa com minha família e todos os agregados, lógico.

     Como não poderia deixar de ser, saímos para conhecer os arredores e conto aqui um pouquinho do que pudemos ver. Ficamos numa casa na beira da represa, então como não poderia deixar de ser,  só ela já é uma atração à parte, e muitas das atrações locais, exploram a represa, como os esportes aquáticos, pesca (para o delírio do meu pai) e passeios de barco. Existem várias Marinas ao redor da represa,com vários tipos de estruturas e acomodações.
Ficamos perto da Pousada Monteleone http://www.pousadamonteleone.com.br/ ,  e nas nossas caminhadas diárias, eu e o Ogromor visitamos a Pousada para conhecer melhor. Estivemos em Joanópolis uma vez, por volta de 2004, mas ficamos numa pousada no centro da cidade e choveu tanto, tanto, que a gente quase não aproveitou. Nesta época, já havíamos ouvido falar da Pousada, mas não fomos visitar. A funcionária da Pousada foi muito gentil, nos mostrou toda a estrutura do lugar, que também fica margeando a represa, os chalés são muito aconchegantes, eles têm diversas atividades, mas o que nos chamou a atenção foi o Spa, que parece bem legal. Eles programam quando seria a próxima temporada e divulgam no site, como pude ver.
        No dia seguinte, fomos conhecer os arredores, com o Adriano, um moço que deu várias informações quando eu liguei para a Secretaria de Turismo, e mesmo ele insistindo que não era guia de turismo, combinamos dele nos levar a algumas atrações, considerando sua formação em turismo e porque ele se mostrou extremamente simpático, e porque conhecia a região. Como estava nublado, não  conseguimos subir uma das principais atrações,o Pico do Selado. Vai ficar para uma próxima.  Conhecemos a Cachoeira dos Pretos, uma queda de 150 metros, muito bonita, mas para visitá-la, caro caminhante, decepção total. Bom pelo menos para nós. Sabe aquela coisa, hordas de gente chegando, estacionamento parecendo de shopping, restaurantes cheios, obviamente, calçamento até quase a borda da cachoeira. Horror total!! Saímos correndo de lá.
         Visitamos uma quedinha que muito pouca gente deve conhecer, só o pessoal local, como o Adriano comentou e depois, na parte de cima,da Cachoeira dos Pretos, a Cachoeira da Iponina, que pastamos para conseguir achar, não tinha indicação nenhuma, mas esta lavou nossa alma de conhecer  um lugar selvagem. Nem nosso guia havia conhecido este local antes.
           Acabamos  não conhecendo os atrativos da gula de Joanópolis, pois aproveitamos a comida de mãe, que é sempre bem vinda e nos faz sentir literalmente em casa, não é mesmo?
           Bom, é isso, um lugar bem pertinho de São Paulo, e uma dica para variar do programa shopping com a família, para passar um final de semana diferente.
Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Classificação: Lugares especiais

Sabe casa de vó? Com tudo o que você tem direito? Aconchego, carinho, comida gostosa (e bota comida boa nisso, só não nos culpem pelos quilos a mais adquiridos, que você certamente irá ganhar), o cachorro (no caso,a rottweiler mais doce que nós conhecemos, a Tigresa), e olha que particularmente, nós não somos lá muito fãs de cachorro, que nos recebe como se fôssemos de casa mesmo, e saudades depois que você vai embora? Aqui tem tudo isso, aliado a lugares fantásticos, e o melhor, você não precisa se matar de andar para chegar nas cachoeiras.
Eu e a Tigresa, a rotweiller mais doce do mundo

Eu e a Tigresa, a rotweiller mais doce do mundo

   Ficamos na Pousada Canteiros, da D. Noélia e do Seu Joaquim,adoráveis, doces, carinhosos,no Vale dos Canteiros, em São João Batista do Glória. Fones: (35)3524-1143, (35)9975-4805, 9976-1146. A diária paga pensão completa e hospedagem. Fica na região da Serra da Canastra, partimos de São Paulo, pegamos a Rod. Adhemar de Barros, (SP 340), até Mococa, atravessamos o limite dos estados sentido São Sebastião do Paraíso, vamos até Passos, e atravessamos de balsa. Depois, pegamos uma estradinha de terra, atravessando os vales. Já nos disseram que existe um outro caminho alternativo por terra. Fizemos este caminho por Delfinópolis, quando estivemos lá uma vez, para depois passar por Capitólio e fugimos correndo de lá, mas esta é outra história…e realmente, como nos perdemos (para variar, como nossos amigos bem sabem…), não passo aqui a indicação correta. Assim que entender este caminho novo deixo aqui atualizado.
Cachoeira do Quilombo

Cachoeira do Quilombo

      As atrações do lugar são a Cachoeira do Quilombo, a Cachoeira Grinalda, uma outra cachoeirinha no fundo da Pousada, bem pertinho, uma outra cachoeirinha perto, do Lobo, e um pouco mais distante, o Paraíso Perdido, que tem lugar para camping e churrasqueiras; calma, calma, sei o que parece, mas estivemos uma das vezes (fora de temporada) e estava vazio, só para nós três e é um lugar muito bonito, onde você vai subindo as corredeiras, aproveitando cada remansinho.
A Ju ainda pequenininha

A Ju ainda pequenininha

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Classificação: lugares especiais
Descobrimos este lugar através do site os mochileiros (http://www.mochileiros.com/), que gostamos de consultar de vez em quando, quando “precisamos” descobrir novos lugares. Estivemos duas vezes, em 2007 e 2008, com metade da nossa ogroturminha em cada uma das visitas.
Decidimos, depois de pegar muita chuva num Carnaval, em 2004, quando fomos para Aiuruoca e ficamos 3 dias dentro de um quarto, decidimos nesta época do ano, quando chove lá para aquelas bandas de Minas, descer para a Região Sul (ou o mais para o sul que a gente puder).
Ficamos na Pousada Serra do Pirahy, http://www.pousadaserradopirai.com.br/, do Emerson e da Regina. ( Aliás, queridos e incansáveis ogroamigos, fizemos o contato já e estamos voltando para lá de novo, no Carnaval de 2010. Para quem já conhece e para quem ainda não, que tal nos acompanhar novamente? )
É um lugar maravilhoso, para andar até cansar, descansar, comer, comer, comer, sentar calmamente de manhã, tomando seu café (com bolinhos de polvilho quentinhos, saídos do fogo) e conversar com o Emerson, ouvindo seus causos e toda sua sabedoria. Ele nos deixa tão à vontade, que você vai lá na coleção de cds de muito bom gosto, coloca lá, sua seleção favorita e fica ouvindo, como se você estivesse na sala da sua casa.
É um lugar que, se você não quiser fazer nada e ficar por perto, pode ir se refrescar no riachinho que corre lá embaixo da casa, que formam várias piscinas naturais. Se quiser andar, o Emerson te conduz a cânions, cachoeiras e alguns locais com pinturas rupestres muito bonitos.
Já vimos cachoeiras de todos os tipos, alturas, larguras, tamanhos, mas uma das que achamos mais bonitas até hoje, nas nossas andanças está lá perto, que na queda, forma uma piscina rasinha, e uma prainha de areia branquinha. É super diferente e muito bonita!!
Chegamos a visitar a cidade, que tenta despontar pelo lado do turismo religioso, mas este lado não nos apeteceu, não é lá muito a nossa praia…
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Classificação: clássicas

Estivemos duas vezes também na Chapada dos Veadeiros, Goiás. A primeira vez em 97 e voltamos em julho deste ano (2009) com a Júlia.
A melhor opção para nós (após algumas cotações) foi alugar um carro em Brasília e seguir viagem para Alto Paraíso, a aproximadamente 230 km. Dica: há dificuldade na locação de veículo econômico aos finais de semana. Todos os turistas resolvem passear com os carros locados .
Os modelos que sobram são os mais completos (ar, direção, vidro, etc) e portanto o valor da sua locação pode até dobrar, portanto, dormimos uma noite, no domingo em Brasília e seguimos viagem na segunda-feira, quando voltam os carros econômicos. Valeu a pena dormir uma noite em Brasília (financeiramente, porque o lugar que a gente ficou parecia locação de filme de terror,esconderijo de sequestrador ou calabouço de prisão.. Alguém já viu abrir a porta do guarda-roupa e achar um banheiro lá dentro?)


Primeiro dia, chegada no povoado de São Jorge, a entrada do Parque Nacional. Ficamos na Pousada Casa Grande, que fica em frente à praça central do pequeno lugarzinho. Foi o lugar mais em conta, mas os quartos são bastante apertados, para três pessoas. Como no nosso caso, saímos logo após o café e chegamos à tardezinha, não teve muito problema. Escalonamos os passeios mais perto do vilarejo nesta primeira etapa, assim fizemos os roteiros do Pq. Nacional , clássicos, os Saltos 1 e 2 do Rio Preto, Cânions, cachoeira das Cariocas e as Corredeiras.

Nosso guia, foi o maravilhoso Deni (que depois soubemos que foi um privilégio, pois é um dos guias mais experientes e requisitados e é destinado pelo CAT- Centro de Apoio ao Turista-aos grupos grandes), além da companhia agradabilíssima de sua companheira Joyce. Além de ser um guia excepcional (assim como foi seu primo Neto, na nossa primeira viagem em 97), foi quem dirigiu (e nos aliviou desta penosa função naquela estradinha) nosso carro alugado.

Morada do Sol

Morada do Sol

Ainda fazem parte do roteiro clássico (e obrigatório), porém, fora do Parque Nacional, o famoso Vale da Lua, a Morada do Sol e o Salto do Rio Raizama.
Dica: não é muito perto, mas não deixe de fazer o passeio à noite, das Águas Termais, piscinas naturais com água a 38º C. É surreal boiar naquela piscina natural de água quente, olhando as estrelas…
Seguimos depois, para Alto Paraíso, e ficamos na Pousada Veadeiros- http://www.pousadaveadeiros.com.br/, da Ana Rosa e da Noraney. Fica bem localizada e junto da agência EcoRotas. A pousada é nova, e para quem tinha saído de um quarto pequeno, nos pareceu imenso… Do lado de lá, visitamos : Almécegas 1 e 2 (roteiro clássico), o Portal da Chapada (onde fica a Cachoeira São Bento) e dois lugares que não havíamos visitado da primeira vez.
Não deixe de conhecer :
– Cataratas dos Couros: o lugar tem remansos, piscinas naturais no começo da trilha e termina, num “grand finale” numa cachoeira imensa, e inesperada, porque a gente vai seeguindo por um lado que não é possível visualizá-la e só no final vc se depara, extasiado, com a cachoeira.

-A Cachoeira do Vale do rio Macaquinho: um lugar diferente, com água verde, e se vc tiver a felicidade de pegar os guias como os nossos, eles te levam até o final, onde se encontram dois rios, formando uma cachoeira, e depois, a gente salta numa piscina (eu fiz isso de colete, óbvio, quase morri, mas a segurança que os dois- Deni e Joyce me passaram, me possibilitaram fazer isso)
Comidinhas: imprescindível, não?-Quando você vai chegando na região de Alto Paraíso, as plaquinhas já avisam: temos gergeliko. O que é gergeliko? É um salgadinho, estilo porcaritos, mas feito de gergelim, numa fábrica local de Alto Paraíso. É diferente e uma coisa que você só vai achar aqui.
– Em Alto Paraíso, duas coisas: o sorvete de forno da sorveteria da avenida principal da cidade. Não consigo lembrar o nome agora, mas é a maiorzinha, bem no final da avenida já. Maravilhoso e você pode escolher as opções de sabor das frutas regionais.
-Também em Alto Paraíso: o Jatô, que tem um bufê de saladas muito bom, funciona em sistema de quilo e self service e fica aberto até mais tarde, uma boa pedida pra que vem esfomeado das caminhadas.

Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Clique aqui  para ver mais fotos.

Classificação: clássicas

Estivemos 2 vezes, em 1996, solteiros, num grupo de amigos e em janeiro de 2008, com nossa filha, mais uma amiga e seu filho, da mesma idade da Julia.
Uma das grandes caminhadas clássicas, onde aliam-se paisagens exuberantes, a simplicidade e simpatia dos moradores, a boa infra estrutura local e a possibilidade de conhecer gente do mundo todo.
Contratamos uma agência local, a Explorer Brasil contato@explorerbrasil.com , com o Kikiu, uma simpatia de pessoa e o nosso guia local Aércio (um dos guias mais pacientes que já nos enfrentaram…) e passamos em janeiro de 2008, por locais diferentes dos que havíamos visitado da primeira vez. Fora os essenciais que você deve visitar (Morro do Pai Inácio, Poço do Diabo, Cach. do Sossego, Gruta Azul e da Pratinha, Poço Encantado -não entramos nesta última vez-Ribeirão do Meio, Cachoeira da Fumaça, entre outras atrações), não deixe de visitar : a Cachoeira do Buracão (nadar por entre os cânions é uma experiência!), a Cachoeira do Mosquito e a Serra das Paridas, com o Renato Hayme, terminando com um farto almoço de casa de vó, a gruta da Torrinha, com formações que nunca havíamos visto (a rara flor de aragonita), nadar no Poço Azul e sentir vertigem olhando aquela água transparente.
Hospedagens: em Lençóis, ficamos na Pousada Alto do Cajueiro http://www.altodocajueiro.com.br/, fica meio longe do centro, mas é bastante agradável e não é tão caro quanto as pousadas do centro. Em Caeté-Açu, na Pousada Lendas do Capão http://www.valedocapao.com.br/, uma pousada que nós gostaríamos de ter ficado mais que um dia, fica no meio da mata e tem um clima muito aconchegante e em Igatu, a Pousada Pedras de Igatu http://www.igatu.com.br/. Esta Pousada tem história prá gente, porque tomamos café lá quando ainda estava em construção, em 1996, e desta vez, ficamos hospedados lá. Além de ser pousada, também é restaurante.
Fomos duas vezes, mas ainda gostaríamos de voltar para fazer a Travessia do Vale do Paty, nesta última, fizemos o comecinho,só eu e o João, que é a Trilha Vale do Capão- Guiné, faltou ainda o Marimbus, e novamente tomar banho naquelas águas mornas… ai, ai, saudades…
Comer (não pode faltar, né?)
-em Lençóis: Neco’s Bar: encomende com antecedência o especial da casa, com os pratos típicos, como godó de banana e cortado de palma, acompanhado de galinha e tucunaré. Infelizmente, não conseguimos estar na sexta-feira para comer o acarajé. Depois deste acarajé, todos os outros não têm comparação;
-no Vale do Capão, nosso querido guia Aércio, nos preparou uma surpresa, encomendando anteriormente num barzinho local , pastéis fresquinhos com recheio de palmito de jaca (vc deve imaginar: argh!!), mas parece palmito, é bem saboroso.

Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

Classificação: descoberta

Genteeemmm…
Fomos para Passa Quatro, neste feriado de 12 de outubro. A cidade fica bem depois da divisa com MG, e fica há cerca de 250 km de SP. É uma região lindíssima, de serra, com um arzinho frio, de montanha, maravilhoso…
Nos hospedamos na Pousada Eco da Montanha http://www.ecodamontanha.com.br/, que fica no centro da cidade e confesso que nossos pobres corpinhos acostumados com simplesmente uma cama limpa e um banho quente no final do dia agradeceu pela mordomia oferecida por esta pousada. O café da manhã é um capítulo à parte… tem tanta coisa boa, com uns 4 0u 5 tipos de bolos, pães fresquinhos, frutas, sucos, granola e um café cremoso que só experimentando, não consigo explicar; além da simpatia dos donos, Roberto e Célia.
1º dia: visitamos a Nascente do Rio Verde, e fomos em uma Toyota Bandeirantes, espremidas 10 pessoas lá dentro (5 crianças e 5 adultos (se bem que eu e o João,vale por um…), porque disseram que carro normal não subiria lá… Tem algumas partes meio complicadas, mas nada que nossos pobres carros ogros não conseguissem fazer; o único problema realmente, é que as placas indicativas deixam a desejar… A Prefeitura local poderia implementar esta parte de sinalização, bem precária na cidade.O passeio foi feito pela empresa da Eliana, a monitora que nos foi indicada pelos donos da Pousada, quando fizemos o contato perguntando sobre trilhas e guias. Não conhecemos a moça, quem nos levou até lá foi o Sr. Gil, guiando o carro e nos acompanhando até a cachoeira.
E fomos lá, sacolejando no Toyota, morro acima. A subida dura cerca de 1 hora, mas vale a pena.Fomos com a família do Paulo e da Ana Paula, que conhecemos na Pousada, gente muito boa, de alto astral, divertida e falante, mais os filhos Paulo e João e os sobrinhos, Lucas e Gabriel.
Na cachoeira, existem duas partes, a superior que forma um poço menor, e seguindo por outra trilha, a parte debaixo da cachoeira, que forma um poço maior. Água gelada, como toda cachoeira, limpíssima e boa para banho. As crianças (e os adultos) se divertiram bastante. A foto acima é da cachoeira na parte de baixo.
Pulo do ogro: Antes de você chegar até a Nascente, encomende o almoço no restaurante do Zé Acácio, uma comidinha caseira com truta em iscas fritinha, frango caipira ensopado e uma batatinha frita sequinha. Um lugar simples, mas delicioso, barato e garanto que depois de tanta água gelada, vai bater aquela fome…
2º dia: -visitamos a Floresta Nacional do Ibama, este é bem sinalizado, perto do centro e fácil de chegar.Vale a pena fazer o trajeto até a cachoeira a pé para sentir no ar um aroma misto de eucalipto, com pinho, tão forte que parecia que você estava numa sauna, só que a céu aberto. Como a gente fala de vez em quando, se desse para engarrafar ar, este seria um destes casos. A cachoeira não é um uaaaau, mas vale o mergulho para se refrescar (ou gelar, como os dois golfinhos de casa);
-depois, tentamos achar a Cachoeira da Gomeira (a mais famosa da região), mas não conseguimos (de novo, as plaquinhas… que não existem). Rodamos, rodamos, nos disseram que tinha uma tal de cachoeira Saint Claire (será que é assim que se escreve?) bem perto de onde estivemos mas não achamos. Para aprender, da próxima vez, devemos contratar guia.
-retornamos à cidade, comemos na Empada do Motta (falamos disso no final) e foi ele que nos deu a dica do Brasil Nota 10. Andamos um pouquinho, fica do lado da Estação de trem . O idealizador do projeto e quem orienta a meninada lá é o Sr. Carlos, que diz que tentou buscar incentivos de diversas maneiras, mas que está esperando até hoje… o projeto insere Passa Quatro num período da história e o que mais impressiona são as maquetes na menor escala que o olho humano pode ver, numa perfeição de detalhes, que vale a pena vc passar e conhecer.
3º dia: retorno à SP (snif!!!). Aproveitamos para passear (para isso foi muito bom nos hospedarmos no centro), existem lojas de artesanato e queijarias que valem a visita e a compra (os queijos têm um preço muito bom).
Para a próxima visita: contratar guias, falamos com a Eliana, no último dia e nos interessou muito a Trilha da Pedra da Mina. Faltou conhecer um monte de coisa: as Corredeiras do Quilombo, a Cachoeira do Manacá, o passeio de trem, o ingazeiro, a Toca do Lobo, a Trilha do Assobio, enfim, “precisamos” retornar para conhecermos mais um pouquinho deste lugar que nos surpreendeu… pensamos que fosse meio turismo normal, como uma estância hidromineral, mas ela tem muito potencial para o ecoturismo. Vamos visitar novamente, e contamos depois o que fizemos.
Dicas gastronômicas:
1- Empadas do Sr. Motta (Empadas La Motta)
Vocês sabem que a gente é um bom garfo.. falou em coisa boa… estas empadas, são uma coooisa. Já comeram empada que não leva massa podre? Esta leva uma massa tão diferente, tão leve, e com um farto recheio, bem temperado, que nós não vamos conseguir comer outras empadas. Atenção especial à versão petit gateau do Sr. Motta. Em especial, a de goiabada com requeijão, acompanhada de uma bola de sorvete. A mistura do quente da empada (detalhe, ele prepara na hora) com o sorvete, é algo indescritível (gente, eu estou escrevendo e juro que eu e o João estamos babando!!!). Você pode comer em outro lugar mas vá pedir a sobremesa lá.
2- Esfiharia Monte Líbano
Não procurem por este nome que ninguém vai saber. A melhor indicação é no bairro Pinheirinho (o mais fácil é entrar nos lustres Balugart, sentido Cruzeiro) e chegando lá perto perguntar pela casa de esfihas. Também é uma cooooisa (vcs imaginem a gente já uns 2 kg mais gordos, viu?) . Esta casa vai fazer vc esquecer qualquer outra iguaria árabe que já tenha provado (e olha que eu falo de carteirinha, quem conhece minha história sabe que eu conheço comida árabe por causa da minha avó materna…) pedimos a porção de pastas (homus, babaganush e coalhada) com o pão sírio. O pão sírio é um negóooocio. não dá pra descrever. é feito com a própria massa da esfiha, temperadinho, fininho, quentinho (estamos babando de novo…) que só ele já vale a visita. A esfiha e o quibe me fizeram sentir como Antón Egón (o crítico do desenho Ratatouille), naquela hora que ele volta à infância e come o ratatouille do ratinho. Gente, tem que chegar cedo, ou reservar. Nós chegamos às 19:00 hs, de alegre e pegamos a última mesa disponível. Teve várias pessoas que chegaram e foram dispensadas. Vale a pena!

Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter