Acampamento Paine Grande para Los Cuernos

Travessia Acampamento Paine Grande até Acampamento Los Cuernos
 Meio do Circuito W

Dia 6- 04/01/11- 3ª feira- Pehoe- Cuernos

Um visual lindo, mas a mochila pesava muito, cansamos bastante, tivemos que fazer várias paradas para descansar, o vento foi aumentando, a Júlia não agüentou toda a bagagem e acabou passando para o João o sleeping dela.

Resultado: conseguimos chegar no Italiano somente lá pelas 16:00 hs,detalhe, a caminhada de acordo com o mapa do Parque fala em 2,5 h, exaustos, e ainda sabíamos que tínhamos que chegar ao Cuernos. Na verdade, acabamos optando por ir até o Cuernos por causa de alguns relatos, onde diziam que, o acampamento tinha sido fechado por causa de muita m… espalhada, por não existir banheiro, ser um acampamento selvagem, etc.

Foi uma pernada à mais de 5,5 km para chegar até Cuernos e no dia seguinte para voltar até lá para visitar o Vale do Francês, os 5,5 km de volta, mais 5,5 km novamente de volta até o Cuernos, ou seja, realmente, 16,5 km a mais.Temos que considerar ainda, o caminho para o Vale do Francês, de 5,5 km.

Não sabemos dizer até agora, se valeu a pena ou não, mas, ficam aqui algumas informações constatadas: o acampamento é grande, realmente não tem chuveiro, mas tem 4 banheiros e não tem pia nenhuma, ou área para pegar água. Vimos uma estrutura onde poderia ser um abrigo para cozinhar, provavelmente, mas não não haviam mesas ou bancos, seria colocar o fogareiro no chão e cozinhar assim mesmo.

Não tinha jeito mesmo, afinal já havíamos reservado nossa área de camping no Cuernos, através do Fantastico Sur e até o banheiro não nos pareceu lá, tanto problema, mas não tínhamos água, então, seguimos em frente, depois de uma breve pausa para comer alguma coisinha.

 
No caminho do Italiano para o Cuernos, o vento aumentou muito, e mesmo com o peso que carregávamos, por incrível que pareça, éramos quase que jogados ao chão. Nunca havíamos visto ventar tanto na água, que a água levantava e virava quase que um chuvisco, chegando a nos molhar, quando passávamos perto dela. Para completar a desgraça, ainda erramos um trechinho do caminho, na praia de pedra e tivemos que refazer o percurso.
Chegamos exaustos no acampamento Cuernos, um lugar muito bonito sim, mas a infra… dois vasos sanitários e um chuveiro, pois o outro estava quebrado, para todo mundo!! Um horror!!!Ainda mais por causa da ventania, tudo estava coberto por terra. O cansaço foi tão grande, que preparamos mal e mal uma sopa de letrinhas,após montar a barraca, não deu coragem de usar os chuveiros, e mesmo que tomássemos banho, rapidamente seríamos transformados em milanesa com terra preta assim que saíssemos, então usamos nossos lencinhos umedecidos e desabamos exaustos. A única alegria aqui, foi a Júlia, que disse que estava morrendo de vontade de tomar aquela sopa de letrinhas, e tomou aquilo como se fosse a coisa mais deliciosa do mundo, com uma alegria ainda de criança, que foi marcante. Modéstia muuuito a parte, mas tivemos muito orgulho deste desprendimento dela, apesar de todo o esforço enfrentado no dia.
 

Dia 7- 05/01/11-4ª feira-Cuernos- Vale do Francês

Voltamos só de mochilinha para o Vale do Francês. Fizemos todo o percurso de volta dos Cuernos para o Italiano, só que bem mais aliviados e tranqüilos.
O percurso, realmente, só de mochilinha é tranqüilo até, tirando uma parte de subida. Neste percurso, deu para tirar fotos com calma e ir mais devagarzinho. De mochilinha, conseguimos fazer o percurso como consta na indicação do roteiro do parque, em 2,5 hs, até o Acampamento italiano.
 

Começamos a subida do Vale do Francês, até alcançarmos um lugar com vista para o Glaciar do Francês e a Júlia, muito cansada do dia anterior (e confesso, eu também), acabamos ficando por lá. O João seguiu até o final da trilha, e depois, voltamos para o Cuernos. No caminho, na praia de pedras, ele cumpriu o que tinha prometido, de dar um mergulho pelo menos na Patagônia. Entrou e saiu, gritando de frio, logo em seguida, mas cumpriu a promessa.
Tínhamos reservado um jantar e lá fomos nós, para nossa primeira refeição depois que iniciamos o W. Foi mais à título de experimentar o  tipo de comida e um presente para nós três, depois do sacrifício do dia anterior. O preço é realmente salgado, comparado ao custo benefício, digo do que é servido, mas vamos combinar que uma comida fresca, realmente não tem preço . Foi servido uma sopa na entrada, depois uma carne (que não conseguimos identificar que tipo) com arroz a grega e depois, uma salada de frutas com creme de leite. Além do preço da refeição, atenção para as bebidas.  A latinha de refrigerante custa CH 2.000,00, assim como o pacote de bolacha recheada.
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Parque Nacional Torres del Paine

Dia 4- 02/01/11- domingo- transfer para Torres Del paine

Começo do Circuito W no Parque Torres Del Paine. Estudamos em vários roteiros, de muitos blogs e sites relacionados (Mochileiros,  dos amigos de blog, Carla e Élio   e fizemos a opção por este formato de roteiro, principalmente por estarmos com uma criança, de 11 anos (quase 12 anos) e também por não sabermos se iríamos aguentar o tranco, considerando que não estávamos (pelo menos eu) com um condicionamento físico assim, uma Brastemp, além do fato do joelho dar sinais de vida novamente (ou da ausência dela, rsrsrs).
Fizemos o roteiro em 6 dias de acampamento, quando o normal é entre 4 e 5 dias no máximo. Desta forma, teríamos um dia para caminhar com a mochila cargueira, mais pesada,armar acampamento e tal, no dia seguinte, visitar o destino daquele acampamento, de mochilinha e quando voltássemos, o acampamento armado, seria jantar e descansar “somente”…

O ônibus da excursão nos pegou no hostel às 5:30 hs . Outra explicação:fizemos as contas, e considerando, três pessoas, mais o translado de ônibus para Puerto Natales, que seria a opção mais perto, mais uma diária à noite, mais o carregamento da nossa mochila com a carga total para lá e para cá, consideramos que seria mais demorado, mas mais cômodo ir via excursão.

O ônibus foi passando por vários locais e pegando mais passageiros. Passamos na fronteira da Argentina para o Chile, primeira parada do ônibus para carimbar os passaportes e depois uma segunda parada para a vistoria das malas. Mais um pequeno contratempo aqui.
Não é permitida a entrada de nenhum tipo de alimento no Chile, parecido com sementes, nem alimentos frescos, como frutas, etc. Já haviam nos explicado isto, por isso compramos tudo enlatado, ou coisas como macarrão e sopas instantâneas, mas o João cismou que tinha que levar a aveia diária sagrada, e quando perguntou para o guarda da fronteira e ele disse que não podia entrar com aveia,o João tirou a aveia, mais as frutas secas e teve que preencher um novo papel com essa declaração e desmontar todinha a mochila para tirar a bendita aveia. No final das contas, nem precisou porque eles nem fizeram questão da entrada da aveia.

Paramos depois na Cafeteria El Ovejero, para comer alguma coisinha e lá é possível também trocar o dinheiro para pesos chilenos.

Fomos visitando e parando nos principais pontos do parque.

Guanacos

Onde ficam os guanacos pastando livremente, o mirante do Lago, o Salto Grande, a Laguna Amarga, junto com todos da excursão.

Salto Grande

 

Algumas pessoas foram ficando em alguns pontos e nós saltamos em Pudeto, às 16:00 hs, para pegar o catamarã das 18:00 hs.
 No período da alta temporada, existem 3 horários, 10:30, 12:00 e 18:00 hs. Ficamos preocupados se deveríamos ir comprar bilhete em algum lugar, ou reservar, mas depois conseguimos a informação que seria só ficar lá esperando e entrar no barco e pagar. E foi isso mesmo.

A viagem com catamarã dura 30 minutos e com uma condição de tempo excepcional, conseguimos avistar os 3 montes principais: Paine Grande, os Cuernos e Monte Almirante Nietto.

O que foi excepcional também foi o calor, que comentamos com um casal inglês e uma japonesa, que todos esperavam enfrentar o frio, mas o calor… estávamos todos de camiseta e acabamos indo molhar os pés no lago (gelaaado!!, mas uma delícia!)
Olha a quantidade de mochilas dentro do catamarã…
Chegamos no Campeamento Paine Grande, administrado pela Vértice Vertice enfrentamos a fila para pagar o camping (bom, todos ou a grande maioria, que estavam no catamarã, com exceção daqueles que reservaram vaga no refúgio há pelo menos 6 meses aproximadamente, conforme disseram) , não é necessário reservar antes, a área de camping é grande, e montamos nossa barraca.
 O acampamento têm plataformas de madeira, para facilitar o caminho, a área dos banheiros (feminino e masculino) têm 3 chuveiros e ao lado, 3 banheiros. Existe também uma construção que serve como cozinha, com uma pia grande, e dois fogareiros e algumas mesas e bancos , então você pode cozinhar lá dentro e ir comer perto da sua barraca onde existem várias mesas e bancos espalhados pelo acampamento, ou comer dentro desta construção mesmo. Dentro da área do Refúgio, existe um mini mercado também, dá para comprar mantimentos de última hora.

Fizemos o jantar, capeletti de vegetais, com uma viandada meio fritinha, comemos no banco perto da barraca e fomos dormir.

Dia 05-03/01/11-2ª feira-Glaciar Grey

Dormimos bem, acordei às 6:15 da manhã, com um lindo amanhecer, montamos nosso café e saímos para nossa primeira perninha do W, que seria conhecer o Glaciar Grey. Este dia, diferente do dia anterior, já estava bem frio, para os nossos padrões de sensações de calor e frio tropical.
Uma caminhada de 11 km, que acabamos não indo até o final, chegamos somente até o Mirante, que já foi bastante bonito.

Sentamos numa rocha do mirante, tomamos um lanche lá, e ficamos, com muito frio, que vinha da geleira, admirando o Glaciar de lá mesmo.

Voltamos, preparamos nosso jantar e como estava muito frio, comemos lá dentro da área da cozinha mesmo. Comemos dessa vez um pouco de purê de batatas, que sem manteiga e leite ficou esquisito, sopa e um restinho do capeletti.

Tivemos problemas com os chuveiros também, que não esquentavam nunca, e depois de muita luta de um funcionário conseguimos ter água quente nos chuveiros.

Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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Dia 1- 30/12/10- 5ª feira- São Paulo- Buenos Aires

Saímos do Aeroporto de Guarulhos aproximadamente às 22:30 hs, chegando no Aeroparque de Buenos Aires por volta das 23:30 hs, (menos 1 hora, por causa do nosso horário de verão). Deixamos de desembarcar em Ezeiza, como era o previsto, e o nosso primeiro problema acabou acontecendo aí, pois pretendíamos trocar o dinheiro em Ezeiza, pois todas as informações que pegamos diziam que o câmbio melhor era lá. Mas, depois de algumas cabeçadas, conseguimos sacar dinheiro via cartão de crédito.Deu preocupação de não conseguir sacar e passarmos apuro sem grana nenhuma, mas deu tudo certo, no final…

Ps. Vale a pena informar-se sobre a habilitação de saque no exterior na moeda local via cartão de sua conta corrente particular. Ainda, lembre-se de habilitar a utilização do cartão de crédito para utilização no exterior. Dicas meio básicas, mas que para nós “iniciantes” só habilitamos o cartão para uso no exterior.

Dia 2- 31/12/10- 6ª feira- Chegada em El Calafate

Achamos que nossa espera seria de aproximadamente 5 horas, para pegar a conexão para El Calafate, mas acabou se estendendo para umas 7 horas… Devemos confessar que não foi lá muito confortável, mas acabamos até dando risada depois da nossa inventada “posição para dormir no Aeroporto”. E não éramos só nós, tinha mais gente, e alguns mais práticos, acabavam dormindo no chão mesmo, o que achamos que seria até mais confortável…

Enfim, embarcamos às 7:45 hs, num Aeroporto num caos total, fizemos conexão em Trelew e chegamos em El Calafate às 12:20 hs.

O táxi mandado pelo Hostel America del Sur  já nos esperava. Aqui devemos comentar todos os serviços que utilizamos da equipe: a hospedagem em El Calafate, dos dias 31/12 a 02/01, os transfer de táxi, ida e volta, do Aeroporto para a cidade, o passeio para o Parque Nacional Los Glaciares- (Perito Moreno), no dia 01/01/11 e o transfer para o Parque Nacional Torres Del Paine, no dia 02/01/11. Todos estes serviços estão no site da empresa, e achamos mais conveniente e mais prático (além do preço acabar sendo mais acessível) em todos os serviços oferecidos.
Chegamos, fomos recebidos por toda a grande equipe, nos encaminharam para o quarto, só deixamos a bagagem e fomos bater perna, afinal, por ser o último dia do ano, o comércio não estaria funcionando até tarde.
El Calafate é muito graciosa, com o Lago Argentino ao seu lado, casinhas típicas do frio, com rosas, muitas rosas, por todo o lado mais canteiros imensos de lavanda e flores multicoloridas.
Procuramos as casas de câmbio mas estavam todas fechadas. Almoçamos na La Lechuza Pizzas, o tão famoso e recomendado bife de chorizo com papas fritas (AR 63,00) e bife a milanesa (AR 38,00). Fomos ao mercado depois para comprar os mantimentos para o trekking em Torres Del Paine.
Como o João estava com medo de passar fome, achamos que compramos um pouquinho de coisas demais… Voltamos para o Hostel, deixar a “compra do mês”, acabamos cochilando um pouquinho, para desespero da Júlia e saímos para passear de novo.
Fomos até a Laguna Nimez, ver os flamingos rosas e os patinhos. Tivemos o primeiro contato (que seriam depois inúmeros, mal sabíamos, do vento patagônico).Voltamos pelo centro da cidade e nossa ceia de Ano Novo foram empanadas e bombas de vários sabores de uma padaria (La Baguette) numa travessa da Av. Libertador, (a principal da cidadezinha). Aproveitamos para levar algumas mais 3 alfajores caseiros para comer no Perito Moreno no dia seguinte. Foi a primeira vez que precisei usar óculos escuros às 20:00 hs, pois o sol estava me incomodando…Voltamos cansados mas felizes, por passar um Ano Novo tão diferente e fomos dormir após uma ducha deliciosa do Hostel, às 22:30 hs, com o sol ainda se pondo.

Dia 3- 01/01/11- sábado- Glaciar Perito Moreno

Acordamos tarde, tomamos café (cereais, pães, 2 tipos de bolo, panetone, café, chá, leite, 2 tipos de suco, manteiga e doce de leite), o ônibus nos pegou às 10:00 hs no Hostel para a excursão para o Perito Moreno.

Iríamos fazer o passeio na volta do trekking em TDP, porém no dia 01/01, não haveria a excursão para Torres Del Paine, e para não ficarmos de bobeira na cidade, descansar um pouco depois da noite mal dormida,lá fomos nós. É excursão que vai todo mundo, aquele bando de turistas, aquela coisa que todo mundo vai.. é… uma vez que você está lá, é passeio obrigatório, inclusive pegar o barquinho e andar todas aquelas escadarias muito bem montadas, parar em cada lance do mirante, e tirar “N” fotos.

Logo depois da entrada, existe um restaurante, onde você pode almoçar ou tomar um lanche. Não foi o nosso caso, pois tínhamos nossas empanadas.

Chegamos no parque por volta das 12:30 hs, a entrada é de AR 75,00 e criança até 12 anos não paga. O barco é AR 50,00 e criança até 12 anos também não paga.

É um visual indescritível, as fotos, aliás, como sempre, nunca fazem jus ao impacto de você ver pessoalmente, a grandiosidade da natureza que se descortina na sua frente.

Saímos do Parque às 16:30 hs e voltamos para o Hostel.

Comemos o tão aclamado churrasco deles e realmente, segundo o lema: coma até explodir!!! Muuuito melhor que o bife de chorizo de qualquer restaurante. Não me lembro realmente do valor, mas era algo em torno ao equivalente a R$ 40,00 por pessoa, incluído a bebida.

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Patagônia

A motivação:

Quando pensamos em ir para a Patagônia, assim, sem pesquisar, pensamos (na nossa ignorância) que seria visitar um glaciar (o Perito Moreno),beber whisky com gelo de geleira, e tínhamos ouvido falar em El Calafate, El Chaltén, em Monte Fitz Roy, em Torres del Paine, mas tudo muito solto,e não sabíamos das infinitas possibilidades de passeio neste lado do mundo.

Pesquisando um pouco mais (cabe ressaltar aqui que foi o relato do Michel, nos mochileiros Michel-mochileiros.com
nossa motivação principal para começar a pesquisa, a viagem para o mesmo lugar dos amigos  Carla e Élio , mais a ajuda de vários outros blogs e uma outra coisa pinçada na internet que aguçou nossa curiosidade e resolvemos nos aventurar por essas terras.
O planejamento

Loucura total para os nossos padrões de planejamento!!!
Resolvemos de última hora, depois de uma conversa informal numa viagem no feriado de 02 novembro, que iríamos para a Patagônia e daí foi uma corrida contra o tempo para conseguir concretiza-la.

O começo de tudo foi conseguir comprar as passagens aéreas, que conseguimos através de uma agência de viagens, a Sem Fronteiras dos nossos idos tempos quando viajávamos com a Freeway , somente em 26/11/10!! Daí, decidir o que fazer dentro de aproximadamente 10 dias de férias.

Poderíamos optar pelo lado argentino, fazendo El Calafate e El Chaltén, com seus roteiros clássicos (entenda-se Pq. Nacional Los Glaciares- Perito Moreno e Fitz Roy, Poincenot, Laguna de Los Tres e Piedras Blancas, Cerro Elétrico, acampamento de Agostini, com acampamento selvagem e contratação de guia ou agência local) ou o Parque Nacional Torres Del Paine, na Patagônia Chilena, e fazer um dos circuitos, também um roteiro clássico de trekking e ainda as cidades mais austrais, Punta Arenas, Ushuaia…

Concordamos que não teríamos tempo nem disposição para fazer tudo desta vez, então acabamos optando pelo W em TDP, que consideramos mais viável devido ao tempo, por ser autoguiada, existir uma estrutura (ainda que por vezes precária) para acampamento e nós ditaríamos o ritmo conforme nossa disposição, fator importante considerando que estaríamos com criança e depois visitar o lado “shopping’-Zona Franca de Punta Arenas.
As dificuldades no Planejamento

Desde o tempo escasso, até informações desencontradas, e-mails não respondidos,a própria língua, afinal não falamos espanhol para uma simples reserva, a falta de um guia (sim, acredito que apesar do advento da era da informática, nada substitui ainda um bom guia impresso com informações confiáveis). Procuramos em São Paulo, nas maiores livrarias e não achamos. Comprei um em Puerto Natales, da Lonely Planet, finalmente!
Portanto, para auxiliar aqueles que estão pesquisando, vamos colocar algumas informações que de alguma forma poderão ajuda-lo no seu planejamento.

Transporte

Companhias de ônibus em Puerto Natales:

Bus Sur: (061-614221; www.bus-sur.cl, Baquedano, 658) para Punta Arenas, Torres Del Paine, Puerto Montt, El Calafate, Rio Turbio e Ushuaia.

Buses Fernandez: (061-411111; www.busesfernandez.com, cnr Esmeralda & Ramirez) para Torres del Paine e Punta Arenas (CH 4.000,00, quatro horas).

Buses Gómez: (061-411971; www.busesgomez.com , Arturo Prat 234) para torres del Paine.

Cootra: (061-412-785; cootra@cotecal.com.ar, Baquedano 456) para El Calafate, às 8:30 hs.

Turismo Zaaj (061-412260-411471; www.turismozaahj.co.cl, Arturo Prat 236/79) para Torres Del Paine e El Calafate.

Glaciar Perito Moreno
Parque Nacional Los Glaciares-Glaciar Perito Moreno

Administração de Parques Nacionais- (011) 4311-6633 0303
Site: http://www.parquesnacionais.gov.ar/

Como chegar: partindo de Rio Gallegos, Ruta Provincial nº 5 e Nacional nº 40. Continuando pela Ruta nº 11, se chega a El Calafate, distante 50 km do Parque Nacional.

A entrada é de AR 75,00 e criança até 12 anos não paga. O barco, para o passeio até a proximidade do Glaciar custa AR 50,00 e criança até 12 anos também não paga.

Parque Nacional Torres Del Paine

Fone: (56-61)69 19 31

E-mail: pptaine@conaf.cl

Oficina de informações, reclamações e sugestões: infoirs@conaf.cl

A entrada no Parque Torres Del Paine custa CH 15.000,00 e criança até 12 anos também não paga.

Catamarã. No período da alta temporada, existem 3 horários, 10:30, 12:00 e 18:00 hs. Não precisa reservar. Você chega um pouquinho antes dele partir, e paga a viagem (one way) por CH 11.000,00 por pessoa. Criança até 12 anos não paga.
Para refúgios e áreas de camping: a  Vértice administra as áreas de Paine Grande, Grey, Dickson e Perros;  Fantastico Sur  administra as áreas do Cuernos, Chileno, Torres e Serón. A Vértice nos respondeu prontamente, mas tivemos dificuldades com o Fantástico Sur. Nossa confirmação do camping (que todos diziam não ser necessário e depois a empresa disse que teríamos que fazer a reserva) chegou uma semana antes somente, da nossa viagem.
Distâncias, tempos e graus de dificuldade segundo a Conaf- Corporação Nacional Florestal


Circuito W 76,1 km
(4 dias aproximadamente)

Senderos

De:                                   A:                          Distancia       Tempo           Grau
km                  hs            dificuldade
Refúgio Pehoe               Refúgio Grey             11,0                 3,5           Média

Refúgio Pehoe               Camp. Italiano            7,6                   2,5          Fácil

Camp. Italiano               Camp. Britânico         5,5                  2,5           Média

Camp. Italiano               Camp. Los Cuernos    5,5                  2,5          Média

Camp. Los Cuernos     Hosteria Las Torres    11,0               4,5           Média

Hosteria Las Torres       Mirador Torres           9,5                  3,5           Média

Circuito “Macizo Paine” 93,2 km (7 dias aproximadamente)
Senderos

De:                                A:                       Distancia        Tempo           Grau
km                 hs             dificuldade
Refugio Pehoe          Camp. Italiano          7,6                 2,5              Fácil

Camp. Italiano          Camp. Britânico       5,5                 2,5             Média

Camp. Italiano         Camp. Los Cuernos  5,5                  2,5              Média

Camp. Los Cuernos   Hosteria Las Torres   11,0             4,5               Média

Hosteria Las Torres    Mirador Torres          9,5              3,5               Média

Hosteria Las Torres    Camp. Serón             8,9              4,0               Média

Camp. Serón             Refugio Dickson        18,5              6,0              Média

Refugio Dickson        Camp. Los Perros      8,7               4,5               Média

Camp. Los Perros     Camp. Paso               12,0             4,5               Alta

Camp. Paso              Refúgio Grey            10,0              4,0                Média

Refugio Grey             Refúgio Pehoe           11,0            3,5                 Média
Refugio Pehoe          Sede Administrativa   17,5             5,0                 Média

Dicas

1-O parque é organizado, sinalizado, não dá medo de ficar sozinho, ainda mais em temporada, você encontra gente o tempo todo.

Uma dica, que é meio óbvio, mas para que você não caia no mesmo erro, onde nos perdemos (de leve, para variar). A trilha toda tem marcação através de uns postezinhos (às vezes bonitinhos, às vezes bem tortos e toscos) alaranjados, ou umas marcas laranjas nas árvores. Quando você ficar em dúvida, procure o próximo poste laranja (ou uma marca laranja) que não tem erro.No Vale do Francês eram fitinhas cor de rosa nas árvores. Quando o caminho começar a ficar muito fechado, (principalmente nesta época de alta temporada, quando passa gente o tempo todo, a vegetação não tem tempo de ficar cerrada), pode voltar e procurar o caminho certo.

2-O roteiro W de Torres Del Paine, é factível sim, porém desaconselhamos para crianças (apesar da nossa ter ido, completado o percurso, mas sofrido um pouco, coitada, pelo fato de ter que carregar seu equipamento) até completarem seus 14~16 anos, a não ser que sejam crianças muito habituadas a trekkings pesados.

3-Achamos que a estrutura de Puerto Natales para quem vai a Torres Del Paine fazer o circuito, ou que seja um trekking com alguns dias é bem melhor que El Calafate. Os mercados têm mais opções de alimentos, existem casas que vendem frutas secas de todos os tipos, a oferta de suprimentos de acampamento são maiores, as opções de transporte são maiores e a distância para o Parque é menor.

4- Existe um ônibus do Fantástico Sur que sai às 14:00 hs de frente da Hosteria e que nos leva até a Guarderia Laguna Amarga, por CH 2.500,00 por pessoa. Como comentado nos mochileiros, realmente é um percurso de 7,5 km numa estradinha sem graça, e creia-me, depois de ter andado tanto e visto tanta coisa linda, vale a pena pegar o ônibus. Não precisa reservar, é só subir e pagar.

5-Se possível, reservem tudo com antecedência, principalmente se estiverem com crianças.Além de diminuir a quantidade de dinheiro que você vai carregar, (ou passar pelo câmbio, é mais garantido), não é nada agradável chegar em um lugar à noite, morto de cansado ,descobrir que não tem vaga e sair procurando. Só tem um probleminha, se você quiser negociar isto, principalmente com o Fantástico Sur não tem conversa. Perguntamos se poderíamos trocar a hospedagem no Chileno pelo Torres quando estávamos ainda no Cuernos, com medo da distância e eles disseram que não, que poderíamos reservar para o Torres, mas perderíamos o valor pago para o Chileno (mais as refeições que pagamos adiantado).

Segue nos próximos capítulos , o roteiro detalhado dia a dia.

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 Atualizado em novembro de 2013

Pois é, o Parque estadual de Intervales é nossa segunda casa, como a Júlia fala desde pequenininha, e nunca escrevi como se deve sobre Intervales. Talvez por exatamente nos sentirmos realmente em casa, e ter receio de não conseguir transcrever o que sentimos de fato por este lugar.

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Classificação: Clássicas

Fechando nossas viagens de férias pela região do Mato Grosso, estivemos visitando o Pantanal. A princípio, não iríamos para lá, mas a Lu, da Família Muller, nos convenceu,dizendo que pelo menos deveríamos conhecer a Transpantaneira, então, lá fomos nós.
     Realmente, como ela conta em seu livro, é uma região ainda selvagem, quase inexplorada e só pela Transpantaneira vale a pena conhecer esta região. Saímos de Nobres, passamos por Cuiabá e fomos em direção à Poconé, onde se inicia a rodovia.
Fomos apanhados numa condição completamente atípica para a região, que foi o frio intenso. A condição foi tão extraordinária que uma amiga contou que no noticiário foi falado em cerca de 3 mil cabeças de gado mortos pelo frio. Pois é, estávamos bem aí nessa época. Bom, mas como todos sabem, até essas condições adversas, fazem parte das nossas viagens, e o negócio é encarar com bom humor e depois rir dos perrengues que a gente passou. Isso rende boas risadas depois …
Pousada Ueso

Pousada Ueso

     Ficamos na Ueso Pousada  da Sonia e do Ueli, com uma consciência e ações voltadas a preservação e manutenção da fauna e flora no Pantanal. A maior área da propriedade é mantida, sem fazer queimadas nem desmatamento, como uma reserva particular. Nesta área são feitos os passeios a cavalo e à pé.
     Estávamos hospedados nós e uma família grande de suíços. Foi bem diferente, pois nós não entendíamos uma palavra e nos comunicávamos por vezes, com a matriarca, que era chilena, uma longa história. As crianças eram uma diversão à parte, porque falavam entre elas, riam entre elas, depois olhavam para nós e riam como se estivéssemos entendendo tudinho…ahã…
     A Pousada foi a que ofereceu o melhor custo para nós, com pensão completa, e direito a um passeio a cavalo ou de barco, por dia. Ficamos quatro dias ao total, porém dias inteiros foram dois, então no primeiro fizemos o passeio a cavalo, guiados pelo Marcos, pela manhã. Até o João, que tem receio de andar a cavalo foi numa boa. A Júlia teve alguns problemas com o cavalo teimoso dela, o que rendeu boas gargalhadas das crianças suíças.
Rio Clarinho

Rio Clarinho

     No dia seguinte, a Sônia nos levou até uma fazenda vizinha para passearmos de barco pelo Rio Clarinho e pescar piranha. Ela ria muito, e disse que nós inventamos uma nova modalidade de pescaria: a voadora, onde nossos peixes não eram bem fisgados e voavam por cima das nossas cabeças, para cair na água de novo… deixa meu pai pescador saber da nossa inabilidade total com esta modalidade esportiva que ele tanto aprecia…
    À tarde, o Marcos nos levou para uma caminhada pela mata preservada da Pousada, e também até o mirante, onde, apesar do frio, conseguimos avistar alguns animais.
     O Pantanal dessa vez ficou nos devendo o tão famoso pôr do sol, mas voltamos com outras lembranças e aprendizados, como o modo delicado, gentil e responsável que o europeu educa suas crianças, observando os suíços e a visão que a Sônia passou da educação e criação de seus filhos mudando alguns conceitos nossos.
     E viajar também é isso,é ter o espírito e a mente abertos para situações diferentes daquela que esperávamos encontrar, não fazer disso um problema, e absorver todo o tipo de conhecimento e experiência que nos engrandeçam de alguma maneira.
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Cachoeira do Chá

Cachoeira do Chá

Classificação: descobertas

Descobrimos Tapiraí em uma reportagem do Ecoviagem, que falava na verdade, de um outro lugar, o Salve Floresta, que depois de visitarmos a cidade duas vezes ainda não visitamos.
É bem pertinho de São Paulo, cerca de 150 km pela SP 270, e o próprio caminho já é gostoso de fazer.Tem um visual bonito, e pegamos nas duas vezes, a neblina, que oferece um encanto a mais ao local.
Pousada do Professor

Pousada do Professor

Ficamos na Pousada do Professor , do Seu Evaldo e da Heloísa, uma pousada familiar, com chalés e duas casas aconchegantes, em número pequeno, seguindo a filosofia dos proprietários de não “lotar” o local e permanecer num ambiente o mais familiar e sossegado possível.
Trilha dentro da Pousada do Professor

Trilha dentro da Pousada do Professor

Os chalés e as casas são equipados com todos os apetrechos de cozinha. Aconselhamos aqui, leve seus dotes culinários junto com você nesta viagem, pois a cidade (se é que a gente pode chamar assim, na verdade é um vilarejo, daqueles de beiradinha de estrada, e quando você percebeu, já passou por ela) possui sim, locais para refeição, mas não nos aventuramos a comer ainda por lá.
A cama elástica na Pousada do Professor

A cama elástica na Pousada do Professor

Para quem tem crianças, elas irão gostar da trilha com uma ponte suspensa dentro da Pousada, vão se sentir a própria Lara Croft (bom, a Júlia pelo menos dizia isso na época).
A Pousada oferece na sua diária o café da manhã, bem gostoso. Peça os ovos que a Heloísa prepara, que são uma delícia!
Seguimos aqui, nossa rotina de viagem, café da manhã bem reforçado e ir para as cachoeiras do lugar. O professor faz um mapinha e você consegue chegar aos locais.
A cidade ainda não tem infra-estrutura nos locais turísticos. Não nos entenda mal, todos sabem que odiamos aqueles locais com restaurante no pé da cachoeira, é a coisa mais odiosa que existe, mas umas plaquinhas não cairia mal…
Cachoeira do Rio Belchior

Cachoeira do Rio Belchior

A mais famosa, é a Cachoeira do Chá, com queda de 30 m, acesso pelo km 164,5 da SP 079, sentido Juquiá. São cerca de 3 km em estrada de terra e depois, a trilha mais ou menos 1 km.
Existe também a Cachoeira do Rio Belchior, que possui duas quedas em um paredão de 15 m de altura, mas nós penamos para conseguir achar o local.
Cachoeira do Limoeiro

Cachoeira do Limoeiro

Visitamos também a Cachoeira do Rio Alecrim, que fica meio escondidinha, mas o acesso até a Cachoeira é bem fácil.
A Cachoeira do Rio Limoeiro também é perto, e a trilha é bem curtinha.
Pousada do Professor

Pousada do Professor

Dicas gastronômicas: a cidade é o maior exportador brasileiro de gengibre.
Existe uma casinha na estrada, a Sweet’n Simple, se você perguntar assim, ninguém vai saber, pergunte pela Dona Lourdes, que vende doces de gengibre , com chocolate e também lasquinhas de casca de laranja ou limão com açúcar ou chocolate. Achamos o preço um pouquinho salgado na segunda vez que passamos lá, mas vale a pena experimentar.
Na cidade, uma casinha mais simples também, que faz outros tipos de doce com gengibre e um xarope que o proprietário fala que cura desde tosse até dor de cotovelo, brincadeira…
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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Classificação: descobertas

Por sugestão da família Muller, http://www.familiamulleraventura.com.br/, aproveitamos nossa estada no Mato Grosso e conhecemos Nobres. Para encurtar o caminho, usamos a indicação do Sr. Isaías, da Pousada Bom Jardim , http://www.pousadabomjardim.com/, e na estrada de volta da Chapada dos Guimarães, seguimos em direção à Usina do Manso, sem precisar passar novamente por Cuiabá e na cidade de Nobres, afinal as maiores atrações estão na Vila Bom Jardim, distante cerca de 60 km da cidade.O único porém é que nós erramos o caminho (novidade!!!), pois a estrada estava em manutenção e o caminho de terra de 45 km viraram 90 km, mas, faz parte do pacote…. (pelo menos pra gente).
Mas ainda deu tempo de chegar para almoçar e almoçar ao lado da Pousada.
A nossa maior dificuldade aqui, foi conseguir achar um pacote razoável, pois as informações encontradas na internet ficaram confusas para mim e tivemos que pedir ajuda à família Muller para entender. Os pacotes de visitação são todos pagos, é necessário a emissão de um voucher para a visitação, mas muito caros, na nossa opinião, tornando proibitivos, para uma família mais numerosa.
Bom, vamos lá, para o que importa. No primeiro dia, visitamos a Lagoa das Araras, à tarde. R$ 10,00 por pessoa. Um passeio muito bonito.
No segundo dia, visitamos a Cachoeira Serrra Azul e o Rio Triste, na companhia do guia Silvano, que também tem agência na vila, a SM Agência de Turismo,smagenciadeturismo@hotmail.com, que também oferece hospedagens, um pouco mais rústicas que a Pousada Bom Jardim e também refeições, além de emitir os vouchers também .
A Cachoeira Serra Azul tem uma cor única, azul,linda, onde fizemos mergulho (a agência fornece o equipamento), e se você tiver sorte (a Júlia e o João conseguiram), pode ver um cardume de peixes circundando você. Lindo! O pacote por pessoa custa R$ 50,00.
Voltamos para almoçar no Estivado, (a agência se encarregou da reserva), onde também tomamos banho, naquela água límpida, e à tarde fomos fazer a flutuação no Rio Triste. Também R$ 50,00 por pessoa.
Não deixe de fazer este passeio. A flutuação segue por 1 km, naquelas águas transparentes, mornas, (com equipamento também), onde dourados e piraputangas vão acompanhando seu trajeto. Como diz a propaganda da cidade, Nobres não é bonito (referência à cidade), mas é lindo! Realmente, a vontade que dá é de terminar o passeio e voltar até o começo para fazer a flutuação novamente…
No dia seguinte, fomos visitar o Aquário Encantado (ou Recanto Ecológico), outro cartão postal da localidade.Também R$ 50,00 por pessoa. É diferente do primeiro passeio, porque você fica num poço restrito, fazendo a flutuação, sai desse local, caminha um trajeto curto e depois vai para a flutuação no Rio Saloba, mas num trajeto bem menor que o do Rio Triste e não vimos tanto peixes aqui. À tarde, subimos até o cruzeiro, para uma visão geral da Vila Bom Jardim.
Nossa impressão: A vila ainda é muito pequena, ainda não está com toda sua infra-estrutura adequada para o turismo, acabamos ficando sem almoço, em um dos dias, mas ao mesmo tempo, isso aumenta sua “rusticidade” e ar de novidade. Ainda deve crescer, existem locais incríveis, muito bonitos, diferentes de tudo o que havíamos visto.
O Sr. Isaías promove o desenvolvimento da localidade, agregando um valor social, na nossa opinião, pois além da pousada em si, que oferece uma hospedagem honesta, emite os vouchers da própria pousada e também aloca os serviços de outros locais (guias, agências e restaurantes) no seu serviço. Como dizemos há necessidade de explorar o turismo, para promover o local e não explorar o turista, como parece ser o caminho que algumas agências locais estão trilhando.
Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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