Galeria do Rock
Se São Paulo fosse ser definida por um tipo de música esta seria, na minha opinião, rock’n’ roll.
Nossa menininha, já dando adeus à era menina e abraçando a era teen , em total fase rock’n’ roll  (Deus seja louvado!) visitou conosco a Galeria do Rock  pela primeira vez o ano passado e adorou, e quando estamos perto pede uma passadinha por lá.
Copiando do site: “…A Galeria do Rock é um grande centro comercial e acima de tudo um importantíssimo pólo cultural da cidade de São Paulo. É composta por 450 estabelecimentos comerciais segmentados por diversos estilos, tanto de perfil de público como de tipos de serviços. Não apenas voltada ao mercado e comércio, a Galeria do Rock tem hoje um papel de disseminador de tendências”…

Como chegar

Fica na R. 24 de Maio, 62, na República, bem no centro de São Paulo.
Horário: de segunda a sexta,
das 9h às 20h; sábado, das 9h às 17h
 (entrada também pela Av. São João, 439)
Entrada franca
Poderíamos dividir mais ou menos assim:
-o subsolo, os salões de cabeleireiros e o setor de bordados;
-térreo: área mais “surf” e “street wear” e tatoo e piercing;
-do primeiro andar até o terceiro: área mais rock, com venda de cds, lps (ainda!) raros, dvds, vestuário e mais tatoo e piercing;
-no quarto: mais a área de silk screen
Aqui você encontra coisas que só vai achar… aqui.
No andar térreo, muitas lojas vendem tênis, um mais diferente que outro. A Júlia se arrependeu de termos comprado há uma semana atrás, um tênis normal no Shopping. Tinha uns modelos com estampa de melancia (é isso mesmo), bem diferente, lógico que só dá para criança usar, mas nunca tinha visto.
Fomos renovar também o pequeno estoque para o Ogro, que perdeu parte dos brincos e piercing que tinha.
Nos outros andares, andar, andar e andar.

Camisetas de banda, de todos os tipos e também de filmes. As lojas têm tamanho infantil também, uma gracinha.

Muita coisa no estilo gótico, ou no estilo mais “soft gothic”, sei lá, inventei isso agora, é uma coisa mais “delicada”, próprio para meninas, mas com uma pegada “rock ‘n’ roll”, diferente do estilo princesa, para as meninas menores ou do estilo perua, para as maiores, e com um senso de humor diferente e único. Para os homens também tinha coisa legal.
Como exemplo, cito a loja  Mosh Street Wear, onde compramos uma camiseta para a Júlia e uma para o João, bem apropriado, nós achamos, “Ctrl Alt Del”(que ele achou bem legal e quem conhece ele bem sabe que é muuuuuito difícil ele gostar de alguma coisa) e acho que vou ter que buscar o moleton com orelha de gatinho para a Júlia…De novo, não é merchandising, não estamos levando nada, mas é o tipo da coisa diferente e que achamos que vale a citação, além do atendimento super atencioso da Sueli.
loja da Mosh
Tinha uma loja também super legal, no segundo andar, mas acabamos não trazendo, com umas camisetas bem diferentes, por exemplo, com um Robert Pattison de olhos com tarja preta e escrito em cima “Mal de Pattison”… maldade…
O dono disse também que tinha uma com o Ultraseven, Ultraman, e mais não lembro o que, que imitava a camiseta clássica dos Ramones, mas estava escrito Japones… pena que não tinha mais…
Mais um exemplo: a GlamHaters  (olha o nome!)
Tá bem, consumismo, consumismo, mas acho que o mais legal aqui, é o encontro de gerações e o público, que é uma atração à parte.
Como eu disse antes, onde explico esses posts da Terra da Garoa, para nós, paulistanos, nascidos, crescidos e que vivemos aqui, não é novidade, mas para quem vem de fora, é.
Encontro de gerações porque: quando jovens, tanto eu quanto o João frequentamos a Galeria do Rock e hoje é a Júlia que se encanta com a atmosfera do local, assim como observei gente um pouquinho mais idosa, passeando pelos corredores até bebês, sendo introduzidos no Universo Rock ‘n” roll.
O público… ah!…… o público. Circulam numa boa góticos, punks, roqueiros, rockabillies, turistas…  A Sueli (da Mosh) conversava comigo e disse que este começo de ano recebia muitos turistas. Quando entramos na loja, ela acabava de atender uma família e a menina (devia ter seus 13~14 anos) estava simplesmente eufórica e parece que fizeram um “estrago” grande na loja. Perguntei depois, o motivo de tanta euforia e ela me disse que parece que eram do interior de SP, a primeira vez que visitavam a Galeria e a menina saiu simplesmente encantada, com tanta coisa diferente.
A você, menina desconhecida, dedico este post que me mostrou que se aprendermos a olhar as coisas do nosso cotidiano de outro jeito, há ainda alegria, descobertas e novidades, mesmo em um lugar tão improvável de se pensar nisto quanto aqui.
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Esquina da Rua Santa Ifigênia x Rua Aurora
Rua Santa Ifigênia
Jamais pensei que escreveria sobre este lugar. Não desmerecendo, mas não é um passeio “para meninas”. Normalmente, somos levadas para lá arrastadas pelo João, que fica lá tão feliz, quanto nós meninas ficamos na R. José Paulino.
Como diz a Júlia, é um ambiente muito “homesco”, designação que damos aqui em casa para programas cheios de testosterona, o que é um ambiente totalmente inóspito para uma família na sua quarta geração essencialmente feminina, mas…
É inegável porém, que só aqui, encontramos as quinquilharias elétricas e eletrônicas (não sei dizer o que é o que, tamanha a minha familiaridade com que transito por este universo…) que nossos meninos gostam tanto. Tivemos que ir esta semana pois um aparelhinho da Júlia quebrou, e só lá é que achamos o que queremos.
Um pouquinho de história, (não falei que seria bom até para aprender coisas novas sobre velhos lugares que visitamos!)
…”A história da Rua Santa Ifigênia remonta a final do século XVIII e início do século XIX quando ela foi aberta. No ano de 1810, ela já aparecia representada em antigos mapas da cidade, mas ainda sem denominação. Naquela época, ela começava no Largo de Santa Ifigênia terminava na atual Rua Vitória. Porém, o seu nome está ligado à igreja de Santa Ifigênia. No local onde hoje se encontra a Igreja de Santa Ifigênia, já deveria existir, desde 1720, uma pequena capela.”…continua
Aqui, você encontra o que procurar em acessórios eletrônicos, cabos, antenas, controle remoto, novidades em games, etc, etc…
Mais Links de busca:
Como chegar:
O melhor acesso é por metrô
Nós costumamos ir de carro mesmo, e paramos nas adjacências, normalmente na Av. Rio Branco, nas Ruas Aurora ou Vitória.
Nossos points
Veja bem: não é merchandising. Chegamos nesses lugares por indicações, e temos feito bons negócios nestes estabelecimentos, sempre bem atendidos e a qualidade e preço dos produtos as melhores condições em comparação com outros estabelecimentos onde cotamos.
-Para games em geral: Eletro Mil-R. Santa Ifigênia, 348 – 1º Andar
-Para a parafernália de som e imagem do João: Mundi Center – R. Santa Ifigênia, 342
-Instrumentos musicais: guitarra para a Júlia e o violão do João (que atualmente só servem como enfeite de parede):  V8 Instrumentos musicais- R. do Seminário 182/186
-Equipamentos Apple: Tem um box onde compramos algumas coisas, fica em uma galeria na R. Aurora, mas não lembro o número, (na próxima vez que passar por lá atualizo os dados).
-Elétrica: a Santil é imbatível. Lógico que eu e a Júlia ficamos na loja com cara de adolescente quando a mãe encontra a amiga no shopping e fica conversando, mas o João tem convulsões de alegria aqui, olhando aqueles negocinhos que prá gente é tudo igual…
-FAG Eletrônica: é uma portinha na R. Vitória, 298. O melhor lugar para trocar baterias de relógios. Além de mais barato que no Shopping ou similares (pagamos entre R$5,00 e R$ 10,00), o S. Toninho é super rápido

 

Pequenos toques
-De qualquer forma, mesmo apesar do policiamento, você está na antiga área da cracolândia, e não descuide da vigilância. Você está em São Paulo, lembre-se sempre disto!
-Complicado comprar dos camelôs… não vou nem entrar na parte da ilegalidade, da pirataria, etc, etc, o grande problema, é a qualidade e a garantia dos produtos que você adquire assim. Quem nunca comprou um DVD pirata que atire o primeiro aparelho made in Paraguay (diga-se de passagem, altos fights aqui em casa por causa disso, pela Júlia, politicamente correta e principalmente pelo João, que estragaria o aparelho de última geração que ele comprou). Não preciso dizer quanto dinheiro acabou indo pelo ralo por causa desses DVDs e joguinhos de PlayStation que simplesmente não fazem nada…, muito menos abrir.
Gente, este foi o post mais chato que eu já fiz na minha vida. De qualquer forma, espero que sirva para alguém, de algum jeito, em algum lugar…
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Santuário Nossa Senhora Mãe dos Homens

Conheci o  Santuário do Caraça em uma excursão com a Freeway, por volta de 1994~1995, e depois voltamos novamente, nós três, em julho de 2008.

Copiando do Site: …”O Santuário é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, como Centro de Turismo, o Santuário do Caraça recebe, em média, 60.000 visitantes por ano, dos quais pelo menos 17.500 são hóspedes em sua Pousada.
Com trilhas para vários locais, desde cachoeiras, tanques e piscinas naturais e antigas construções até grutas e picos que só podem ser visitados com guias, o Santuário do Caraça oferece uma série de aventuras para cada visitante e para os grupos que sobem a Serra.
E, acima de tudo, em cada uma de suas caminhadas e das trilhas que podem ser percorridas, um espetáculo de natureza se descortina às vistas de todos os caminhantes, impelindo cada um a retomar sua própria vida e se harmonizar com a maravilha da Criação.
Como Centro de Peregrinação, o Santuário do Caraça mantém sua tradição espiritual, remontando ao Irmão Lourenço que aqui fundou uma casa para a conversão e para a mudança de vida. Estar no Caraça é continuar fazendo o que multidões fizeram no correr dos séculos: subir a Serra para um encontro com Deus”!…
O Santuário também faz parte da Estrada Real,  Circuito do Ouro, dentro do município de Santa Bárbara.
Interior do Santuário Nossa Sª Mãe dos Homens

 Como Chegar

Fica a 700 km de São Paulo, BR 381 até Belo Horizonte-MG, continua sentido Vitória-ES até o trevo da MG 436, para Barão de Cocais – Santa Bárbara – Caraça. Seguir pela MG 436 via Barão de Cocais. Antes da cidade de Santa Bárbara, virar à direita para o Caraça.
Ala do Carapuça- Pousada do Caraça

 Onde Ficar

Ficamos na Pousada do Caraça, quando fui com a excursão, fiquei na Ala do Santuário e depois, com a família, na Ala da Carapuça. Ambas são extremamente simples, com o básico que procuramos: uma cama limpa e um chuveiro quente no final do dia, bem parecido na verdade, e tudo a ver com a atmosfera de simplicidade e austeridade local.  Em 2008, em julho, estava muito, muuuito frio, e mesmo o chuveiro quente não esquentava muita coisa… O preço que consta no site, é de R$ 130,00 para uma pessoa e R$ 180,00 para duas, com direito a pensão completa, café da manhã, almoço e jantar.
As refeições ocorrem no Refeitório, com horários fixos. O destaque aqui, é o café da manhã, onde não fazíamos no refeitório, mas em um outro anexo, com um fogão a lenha bem rústico, e uma chapa de ferro, onde nós (e todos os outros hóspedes), assavam o pão, a mortadela e ovos, comendo quentinho, que já era um atrativo à parte.

As outras refeições eram servidas no refeitório, comida simples, mas caseira e saborosa

Centro Histórico

 O que fazer

Nosso foco principal, as trilhas, claro, mas além disso, a própria área do Santuário, no seu Centro Histórico, já é uma atração:

Depois que chegamos, ainda deu tempo de pegar o almoço e passamos a tarde, nos arredores

Calvário
Visitamos o Museu, com antigos objetos da escola, do claustro e ainda, as camas onde D. Pedro II e D. Teresa Cristina usaram em sua visita,  o Calvário, as Catacumbas, passeamos pelo Jardim, com direito a visita de esquilos (eu acho, ou algum animal da mesma espécie), a pedra do Imperador  e terminamos nosso dia com jantar, uma missa no Santuário Nossa Senhora Mãe dos Homens e a clássica espera pelo lobo-guará, que aparece quase toda noite, às vezes só, ás vezes acompanhado, para receber comida dos padres.
Jardins
Museu
No segundo dia, (agende antes) encontramos nosso guia, João Júlio, excelente guia, conhecedor não só da trilha, mas apresentando curiosidades e histórias do lugar, fauna, flora, muuuito paciente e atencioso, recomendamos muito!!!
Capelinha do Sagrado Coração de Jesus
Subimos o Pico do Carapuça. No site diz que a trilha têm cerca de 6 km de trilha, mas sinceramente, foi uma das subidas mais difíceis para mim e para a Júlia, na época com 9 anos, coitada…(de novo…). Passa primeiro pela Gruta de Lourdes e depois pela Capelinha do Sagrado Coração de Jesus. Pode realmente ter cerca de 6 km, mas a impressão e a dificuldade da subida, parece ter sei lá, uns 20 km, para mim!!!
A vista do Pico do Carapuça. Olha o Santuário lá em baixo!
 A recompensa são visões de tirar o fôlego (ou será que arfávamos de cansaço…), e clichê, mas a vista que se tem lá de cima é impressionante!  Um grande  “termômetro” de quanto subíamos é que o Santuário todo, lá de cima, fica bem pequeninhinho…
Descida tão sofrida quanto a subida…

Rotina a mesma: jantar, missa e a espera pelo lobo-guará.

Cascatinha
No dia seguinte, com as pernas mais doídas e duras da subida do dia anterior, passeios mais leves: a Cascatinha, o Banho do Imperador e o Tanque Grande.
Mais uma noite de descanso, e embora, rumo ao próximo ponto (e próximo post) Ouro Preto, antes passando num alambique de verdade, Cachaça Kanjerana, fica no bairro de Sumidouro, em Santa Bárbara, aprendendo o processo da destilação e comprando duas garrafas, claro!
Nossas impressões:
As trilhas, com vários graus de dificuldades agradam a todos os gostos e preparos físicos, e garantem visuais belos e em vários pontos, com a natureza ainda intocada, como gostamos bastante!!
Vale muito também a visita a parte do Centro Histórico. Agende antecipadamente, tanto a Pousada como os Guias, se quiser fazer uma trilha maior lá dentro.
Um lugar extremamente simples, parece até “proposital” para que aprendamos a valorizar o essencial, a beleza, a simplicidade e a quietude da natureza. Sem televisão, sem internet, sem luxo, sem glamour… Mesmo com a visível influência da Igreja Católica por toda a parte, desde a história da fundação do Colégio, até a missa diária, a presença dos padres aqui e ali, não é uma presença ostensiva, de forma alguma e a sensação de paz e acolhimento funciona também como um retiro espiritual (independente de suas crenças), apesar do grande número de visitantes anual segundo o site. Como fomos em 2008, talvez a frequência tenha aumentado agora…
Por que para crianças e adolescentes? Para crianças e adolescentes acostumados com grandes agitos em centros urbanos pode parecer uma chatice, mas  além de conhecer um pouco da história do país, ter contato com objetos antigos, no Museu, o local é bem diferente e proporciona momentos de simplicidade e quietude, além claro, de visuais belíssimos.
Visitando o site (vejam que usei praticamente só este para escrever o post, gostei bastante, muito completo), deu até uma vontade de voltar…
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Beto Carrero World

Beto Carrero

Para “compensar” a Júlia, pelo trilhão da Trilha do Ouro, fomos conhecer o  Beto Carrero, em Penha.

Para variar, o pacote feito por nós, acabou saindo mais em conta que os pacotes que pesquisamos.

Compramos o passaporte daqui também, via internet, R$ 75,00 por pessoa, com direito ao segundo dia grátis.

Pesquisamos alguns Hotéis e Pousadas locais, e a que melhor nos atendeu foi o  Hotel Panorâmico pois a variação do preço da diária, não era tão significativo, e importante: ficava a 400 m da entrada do Parque. Pagamos R$ 220,00 a diária, para quatro pessoas, no apartamento sem varanda.

No site do Parque, vc encontra algumas indicações, mas lembre-se (se o seu caso for como o nosso, onde a prioridade era brincar no Parque e também não alugamos carro desta vez), depois de brincar o dia todo, andar 1 km que seja, vai parecer uns 10 km… alguns hotéis oferecem o translado até o Parque, quando for muito longe, assim como até o Aeroporto. A média de preços para estes serviços,é de R$ 100,00 até o Aeroporto, e R$ 30,00 até o Hotel.

Praia em Penha
 Chegamos à tarde, em Navegantes, e o Cristiano já estava nos esperando; rapidinho depois de 20 minutos, chegamos ao Hotel, nos instalamos, como não podia deixar de ser, o João e a Dani entraram na piscina, depois fomos conhecer a praia de Penha, a pé mesmo, cerca de 1,5 km. Andamos até o trapiche, bem bonitinho, depois, fizemos hora até a hora de jantar. Comemos o Bandejão Ki-Fome, é, é isso mesmo, um PF grandão, com arroz, feijão, macarrão, salada e uma carne, de R$ 10,00 a R$ 13,00 por pessoa, no Beijo de Amor. Voltamos para descansar e nos preparar para o Parque no dia seguinte.
Império das Águas

Parque!!!

Acordamos não tão cedo (não deu para chegar antes do parque abrir, às 9:00 hs, mas como estávamos já com o passaporte e bem na frente do Parque, dava para ver quando as atividades se iniciavam).
O café da manhã do hotel é muuuito bom, com vários tipos de frutas, pães, frios, ovos mexidos, salsicha, uns 5 ou 6 tipos de bolos, sucos, café, chá e leite, ou seja, dá para fazer um café bem reforçado antes de sair.
Fomos lá, as 4 crianças excitadas para brincar…
Uma dica aqui, se você ficar neste mesmo Hotel, é que atravessando a pista, você encontra uma cerca de madeira branca, que já faz parte do Parque, e passe por um quebra-corpo, (daqueles que você encontra em porteiras, junto com mata-burros), já estará dentro do estacionamento e a pernada é menor até a bilheteria.
Era domingo, o Parque já estava bem cheio, mas deu para aproveitar as melhores atrações.
Free Fall (o Elevador)
Nossas escolhas prioritárias, eram a parte dos Radicais, então, a Star Mountain, o Tchibum, o Free Fall (Elevador), umas duas vezes nós, porque o João acabou indo com uma turma de 3 meninos, muito animados e quando a animação está total, o operador repete a brincadeira com a mesma turma, então, 3 voltas no brinquedo depois, aparece, amarelado e tonto o João…rsrsrs….
Fire Whip
 Os mais legais, são na nossa opinião, a Fire Whip inaugurada em 2008, e a primeira montanha russa invertida do Brasil, onde o trilho fica sobre sua cabeça e os seus pés ficam pendurados:   , fomos duas vezes neste dia, e a  Big Tower importada da Suíça, a maior torre radical do mundo, possui 100 m  o equivalente a um prédio de mais de 30 andares. Ainda dá arrepio e um frio na espinha quando falamos sobre a Torre aqui em casa. A pior sensação, foi quando chegamos lá em cima e a Dani falou prá mim: “-olha, dá prá ver a praia!!!” e eu sabia que estava beeem longe, e depois vem o “tac” “tac”, aí não dá tempo de pensar em mais nada!!!
Uma pena, queríamos ter visitado a Ilha dos Piratas e suas atrações, mas estava fechado para manutenção e reformas, o Zoológico também, então acabamos o dia com o Teleférico, nas Xícaras Malucas, e Tigor Mountain.
Big Tower
 A praça de alimentação é enorme, mas existem outras áreas de alimentação também, mas percebemos que deveríamos estar em baixa temporada mesmo, pelo fechamento de áreas que eu considero importantes para a visitação e também de vários outros quiosques de alimentação fechados. A praça de alimentação porém, estava abarrotada, e para não disputar muita fila, compramos uns salgados prontos e fomos comer numa área externa, num desses quiosques fechados, mas as mesas e cadeiras estavam disponíveis.
As 4 crianças, no final do dia se resumiam a apenas duas originais, porque as outras duas crianças, transformadas depois de um dia inteiro no Parque, em anciões de 90 anos, foram se arrastando até o Hotel.
Comemos pizza na pedra, descendo o Hotel, afinal, não aguentávamos andar demais, bem gostosa, e as opções de tamanho e sabores são diferentes nesta pizzaria. Escolhemos uma de 4 sabores e 12 pedaços, por R$ 55,00.
Raskapuska

Segundo dia no Parque

Eh! Segundona braba!!!
Saímos mais cedo e desta vez, (acredito mesmo que por ser segunda-feira), o Parque estava mais vazio. Estava um tempo mais encoberto, até levemente frio, mas as duas foram 4 vezes seguidas no Tchibum!!! Não precisa falar o estado em que ficaram. A sorte é que eu estava com uma camiseta e uma camisa, que acabei tirando e dando para a Dani e a Júlia vestiu uma camiseta do João também, mas as calças pingavam…
Aproveitando o encharcamento, fomos para o Império das Águas porque no dia anterior, a fila estava imensa, e não tivemos coragem de ficar esperando. É bem legal também, além do cenário ser bem bonito, o bote percorre quase 1 km de extensão, entre subidas e descidas (é isso mesmo, são quedas em dois andares) e tivemos a sorte de novo, de não pegar ninguém, e fomos 3 vezes seguida!!!!

Andamos de novo em outros brinquedos, almoçamos um almoço por quilo muito ruim, somente técnico, como dissemos, para não passar fome e fomos fazer a digestão no Raskapuska.

Andamos de novo em outros brinquedos, almoçamos um almoço por quilo muito ruim, somente técnico, como dissemos, para não passar fome e fomos fazer a digestão no Raskapuska. Havíamos comprado ingressos para o Portal da Escuridão, R$ 10,00 por pessoa,  às 14:00 hs , e lá fomos nós, pagar para tomar susto!!! Nem sei como conseguimos andar tão grudadas uma nas outras, e o João foi nos guiando lá dentro… Uma das grandes diversões é ficar assistindo a reação das pessoas ao sair de lá também…

Também fomos para o CineMadeMotion, nada muito digno de nota…

Um dos atores do Sonho do Cowboy
 Fomos de novo, no Elevador, na Big Tower mais duas vezes (é, o cérebro já tinha ficado lá da primeira vez), na Fire Whip mais duas vezes, na Auto Pista e então percebemos que as filas haviam ficado menores de uma hora para a outra e quando estávamos para a fila do  Acqua Show, para encerrar nossa visita assistindo ao menos um show, é que nos deparamos com hordas, vindo… do Extreme Show… como o João não liga a mínima para carros (se bem, que ouvimos de longe, o som da Ferrari, quando estava chegando ao Parque, e é inesquecível), e nós, meninas também não, se você também não ligar, pode aproveitar o esvaziamento do Parque nesta hora para brincar mais.
Ogro acorrentado….
 Voltamos para  o Hotel, jantamos desta vez, num restaurante bem simples, mas a comida….
No Galera’s Mix, pedimos a alcatra na tábua, que vem acompanhado com arroz, feijão, macarrão, salada (bem farta, com verduras e legumes), farofa e fritas, que o dono disse que servia 3 pessoas, mas com um “capricho”, e diga-se, QUE CAPRICHO, serviu fartamente os 4 esfomeados, por R$ 40,00. Recomendamos fortemente!!!
Dia seguinte, café, arrumamos nossas coisas, o Cristiano nos levou de volta ao Aeroporto e volta para Sampa, passeando um pouquinho na orla de Navegantes.
Outro ogro?????

Nossas impressões

Existem situações que é impossível não utilizar um clichê, e aqui, a máxima, que …”você volta a ser criança”… é a mais pura verdade.
É um Parque que oferece diversão para crianças de todas as idades (outro clichê…), bem organizado, bastante agradável, com muito verde e muita água, mas as partes que deixamos de visitar, a Ilha dos Piratas e a parte do Zoológico em manutenção, deixou um quê de “faltou alguma coisa”… deixando, na nossa impressão uma falha na idéia do que pode ser a plenitude de divertimento no Parque.
Também acreditamos que para crianças muito pequenas é bonito, vale o passeio, etc, mas, você deixaria de aproveitar a parte mais legal, que são os brinquedos radicais, na nossa opinião.
Deixamos nossa dica de como foi nossa “aclimatação” aos parques com a Júlia: começamos com a  Cidade da Criança onde eu e o João íamos quando criança, com nossas respectivas famílias e nós pegamos o parque bem caidinho na época da Júlia, mas agora, foi reinaugurado em novembro do ano passado, e é um lugar pequeno, agradável e as crianças pequenas se divertem bastante.
Depois, com ela um pouco mais crescida, os óbvios  Playcenter e o   Hopi Hari, nesta ordem.
Vale dizer que as duas deixaram de ir às excursões escolares aos Parques depois que voltaram, pois na concepção delas, não teria mais a mesma graça depois do Beto Carrero.
Também fomos exclusivamente para aproveitar o Parque, mas nossos novos amigos do Hotel, e do Marcos, do Viagem em Família nos disseram das possíveis  trilhas e das praias  ao redor, que deixamos de visitar e que certamente vale uma segunda (ou terceira, ou quarta…) visita!!!
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Meus ogroamigos, o que fazer com tantas claras, 5 (cinco), que sobram como subproduto da torta de morango…..

Para tristeza dos que desejam fazer regime uma forma de aproveitá-las é fazendo um “mouse de chocolate” com elas…..claras…”of course”.

Então vamos a receita:

Mousse de chocolate.

Ingredientes:

2 barras de chocolate de 200 gs (1 meio amargo e outra “ao leite”)
1 lata de creme de leite com soro
1 colher de sopa de chocolate em pó (pode ser também cacau em pó)
5 claras

Preparo:

-Coloque as barras quebradas para derreter em banho maria.
-Assim que estiverem totalmente derretidas e homogêneas coloque o creme de leite, com soro, aos poucos e misture até que fique totalmente homogênea.
-Coloque o chocolate em pó e misture novamente até ficar homogeneizado. Reserve.
-Bata as claras e neve a ponto de pico.
-Incorpore as claras em neve ao chocolate derretido, aos poucos, e misture delicadamente até que fique totalmente homogeneizado.

-Passe o mousse para uma terrina e leve á geladeira por 4 horas.

Obs: 1. As barras de chocolate podem ser totalmente ‘meio amargas” ou ‘ao leite” ou ‘ cacau 70%” .
         2. A receita não vai gemas pois as mesmas foram utilizadas na “torta de morango”.
         3. Pode ser colocado pedaços de chocolate sem derreter no meio do mouse ou ainda ralar chocolate em cima do mouse de chocolate antes de servir.

Nota: esta receita é em continuação à receita da torta de morango, que o Ogro postou a um tempinho atrás. Comentei com ele que a torta de morango dele teve mais acessos que muitas das postagens sobre viagens que eu havia colocado e ele ficou todo animado!! Só tem mais uma coisinha… preciso aprender a tirar foto de comida. A foto do mousse ficou h.o.r.r.o.r.o.s.a! e seria uma “ofensa” a esta receita,(muito boa por sinal)  se publicássemos a foto…
Esta receita também foi passada por nossa cunhada Ivete.

Viagens em família, com crianças e adolescentes voltadas principalmente ao Ecoturismo
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Conhecemos Guararema neste final de semana movidos por dois impulsos: nossa amiga Tânia que comentou da cidade recentemente e nos perguntamos:” –quais serão os atrativos desta cidade..” e por um Guia novo, (sim, eu sou a mulher dos Guias, já sabem, não posso ver um novo!), o Guia Nascentes do Paraíba do Sul, da Numac Projetos, patrocinado pela Petrobrás, publicado este ano, e compramos em São José do Barreiro, quando fizemos a Trilha do Ouro, fomos lá descobrir os encantos desta cidade tão próxima de São Paulo, que passamos por perto diversas vezes, mas nunca conhecemos.
A cidade fica a 75 km de São Paulo, pela Carvalho Pinto, e em cerca de 1 hora, você já está na cidade. A cidade faz limite com Salesópolis, Biritiba Mirim, Santa Isabel, Jacareí, Santa Branca e Mogi das Cruzes.
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CAT-Centro de Apoio ao Turista de Guararema

Liguei para o CAT (Centro de Atendimento ao Turista), (11) 4693-1432, na verdade, liguei para a Secretaria de Turismo,onde o pessoal do CAT estava instalado temporariamente, devido a um incidente infeliz, na semana anterior, fui muito bem atendida pela Tatiana, que me orientou sobre os passeios locais, e suas localizações aproximadas, e saímos cedinho de São Paulo, para o passeio.
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A vitrine do Roça Chic em Guararema

Passamos pelo CAT, mas ainda estava fechado, e antes de começar nossas andanças, tomamos café no Roça Chic, (11) 4693-1074, um lugar simples, mas bastante acolhedor,  que fica na rua Cel. Ramalho, 54. Fomos muito bem atendidos pela Ana e sua equipe. Não deixe de provar o pastel de farinha de milho amarela, iguaria tradicional da cidade, R$ 2,50 cada um. As iguarias na vitrine também nos tentaram, mas ainda precisávamos reservar espaço para o almoço…
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A entrada do Parque Ilha Grande, em Guararema

Prosseguindo nosso passeio, fomos para o parque da Ilha Grande, pois o Recanto do Américo, um cartão postal da cidade, local onde foram construídas pontes suspensas interligando as ilhas do Rio Paraíba do Sul, estava parcialmente interditado para obras pela Prefeitura.
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A ponte pensil, de acesso ao Parque Ilha Grande, em Guararema

O parque da Ilha Grande tem seu acesso por uma ponte pênsil, onde os moradores locais levam pão amanhecido e jogam para os peixes, em grande quantidade e ficam observando a festa. O parque tem pista para caminhadas, num bem cuidado jardim, e tivemos ainda a oportunidade de vermos muitas capivaras descansando na beira da represa, sob as sombras das árvores, bem de pertinho, “bem à vontade”, como a Júlia disse.

O descanso das capivaras

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Parque da Pedra Montada- Guararema

Depois, seguindo as indicações das placas, fomos para o Parque da Pedra Montada, um parque muito bem cuidado, pequeno, e você pode chegar até as pedras (medindo cerca de 9 metros de comprimento x 2,5 de altura, uma embaixo e outra se equilibrando em cima) por uma bela escadaria de madeira ou por outro caminho alternativo, ao lado da entrada principal.

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A curiosa formação da Pedra Montada

Perguntamos a um funcionário do Parque, o que encontrar mais à frente, seguindo a estrada e este nos indicou a Pousada e Restaurante Arandela e o Alambique do Décio.

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Chalés e piscina da Pousada Arandela

Vimos no Guia também, que seguindo esta estrada, no nº 1025, fica o Sitio Jandaia, que serve comida trivial com frango caipira, escondidinho e galinhada feita no fogão à lenha. Não visitamos o lugar, mas fica aqui a dica.Seguimos em frente, visitar a Pousada Arandela, continuando a estrada de asfalto do Parque da Pedra Montada, entrando a primeira à direita. A Pousada fica na Estrada Fazenda do Banco, 621 e existem indicações. Uma pousada bem agradável, localizada em uma área verde bem bonita. Tem 5 chalés, em estilo rústico, piscina, lago, pedalinho e uma trilha para hóspedes. A Lúcia, veio nos atender, deixando seus afazeres no restaurante, nos informou que a diária por casal era de R$ 230,00 com café da manhã e uma cama adicional, faria por R$ 50,00. Também existe a opção de day use, R$ 30,00 por pessoa, com direito a usar as instalações da Pousada, como a piscina, o pedalinho e fazer a trilha. Se houvesse um chalé vazio, ela disponibilizaria para usar o banheiro até a construção de um vestiário específico para estes fins.

Também comentou que às vezes a Pousada é alugada para eventos, como casamentos.

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Alambique do Décio

Quem nos atendeu aqui foi o Gabriel, nos ofereceu para degustar as cachaças, mas resistimos a tentação. Também funciona no local um pequeno pesqueiro (mais para brincadeira da criançada) e também um restaurante, onde o Gabriel informou que o forte de lá eram os petiscos.Voltamos para a estrada, e seguimos para a Estrada da Lagoa Nova, no km 12, conhecer o Alambique do Décio. O Guia diz que é tradicional da Família Cunha Pinto, desde 1905. Além das tradicionais cachaças, também fabrica licores.

Neste percurso avistamos também a imensa instalação da Petrobrás. Mais para frente, no km 13, o guia cita o Pesqueiro da dona Cida (11) 4695-1642. Bom, não é nosso forte, também fica a dica quando você visitar a cidade.

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Igreja Freguesia da Escada, em Guararema

 
Passamos pelo CAT, conhecemos a Tatiana pessoalmente, esta nos deu informações sobre a igreja, na Freguesia da Escada que não tínhamos visitado ainda, nesta região se concentram boa parte dos restaurantes mais famosos, algo como a “área gastronômica” da cidade, como o Restaurante  Quinta da Freguesia (bacalhau como destaque), o Rancho do Mineiro (11) 4693-3256 (a leitoa caipira assada inteira), o Maricota Gastronomia e Arte (11)4693-1986 (carnes especiais e galinha d’angola) e o Mirante do Paraíba (frutos do mar) e também da Orquidacea, onde existe exposição permanente, artigos para cultivo e onde também os produtores locais comercializam sua produção. Fica na Estrada Municipal de Itapema, 4415, funciona todos os dias, a entrada é franca. Fomos voltando em direção ao centro, e como estava muuuito quente, a Júlia estava seca por um sorvete, e fomos a sorveteria Kimoni, que o guia referenciava, com 36 sabores e fabricação própria, fica na Pça. 9 de julho, no centro, e depois vimos uma unidade maior, na avenida principal. Estamos infelizmente muito mal acostumados, com uma sorveteria caseira, bem pertinho de casa, na R. Aurélia, a Cristal (em frente ao Habib’s da Clélia x Aurélia) e acabamos comparando, não tem jeito. A Júlia pegou os sorvetes de pistache, limão, melão e alfajor e nós fomos de picolé de milho. Como ela sempre toma os sabores de limão (nunca provamos até hoje um sorvete de massa de limão como o da Cristal!) e o de pistache, a comparação foi inevitável… achamos todos os sabores muito doces, não deu para sentir o sabor, a essência da fruta, como sentimos na nossa sorveteria. Gente, é merchandising de graça, porque é bom mesmo! O lugar é hiper simples, mas depois do sorvete deles, acho difícil você não sentir o sabor de gordura hidrogenada e de puro açúcar em todos os sorvetes que você vier a provar depois…

Voltando, tínhamos que conhecer a igreja na Freguesia da Escada.

“Momento história”: retirado do Guia…”a formação da Freguesia da Escada data de 1611, quando Gaspar Vaz fundou o primeiro aldeamento. Entregue aos jesuítas em 1652, surge a primeira capela. Em 1732, o prédio é demolido e sob o comando dos Franciscanos, que assumem a direção do Arraial da Escada, que depois ganhou o título de Freguesia, constroem a nova igreja e um convento ao lado, que permanecem até hoje, sendo uma das mais antigas do Estado, e foi tombada pelo patrimônio Histórico Nacional em 1941.”…

Nesta igreja também fica imagem de São Longuinho, que ganhou festa oficialmente, a partir de 2003, em 15 de março, aprovada pela Câmara Municipal da cidade. Dizem que quem faz promessa e consegue uma causa perdida, sempre marca presença, dando os tradicionais pulinhos.
A igreja é extremamente simples no seu interior, sem os adornos e a opulência que estamos acostumados com algumas.
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O Pintado na Brasa

Depois da igreja, cerca de 14:30 hs, resolvemos almoçar no Pintado na Brasa, já estávamos pertinho, e comemos uma vez neste Hotel Fazenda, só eu e a Júlia, num evento de final de ano do meu trabalho, há 5~6 anos atrás e ficou na minha memória e dela, o espeto do pintado que víamos chegando nas outras mesas, comemos uma versão “espetinho”, na ocasião, servido aos integrantes do evento além de ser o único peixe que ela diz ter gostado até hoje, (com exceção de sashimi, sushi e peixinho frito da minha mãe…bobiiinha…) .É um lugar grande, com salão de jogos, campo de futebol, piscinas aquecida e fria, salão de convenções, pesca, pedalinho, charretes e estava até bem tranquilo, na parte do lago, porém na área das piscinas, ouvíamos o som bem alto de música que não faz o nosso gosto (funk e pagode) e gritaria.
Pedimos o carro chefe da casa: pintado na brasa, com arroz a grega, fritas e molho tártaro, por R$ 65,00, que serve duas pessoas, mas foi bastante suficiente para nós três. O espeto ainda acompanha cebola e tomate, igualmente grelhados, que compõe bem com o peixe.
Já perto das 16:00 hs, resolvemos então ir embora dali mesmo, pois a estrada estava bem pertinho. Quem sabe, numa próxima ocasião, ficar hospedado na cidade, ver se existem trilhas na região para percorrer, visitar a Orquidácea, que ficou faltando e experimentar outros restaurantes…
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O rio Paraíba do Sul


Outras informações
: retiradas do  Guia Nascentes

Onde ficar:

Cidade:

-Pousada Casa Branca: (11) 4693-2579, rua Narciso J.dos Santos, 214- Jd. Itapema;
-Grande Hotel Guararema: (11) 4693-4744, rua Marcondes Flores, 495;
-Sapucaia Pousada (dentro da Hípica): (11) 4693-3721, rua João Barbosa de Oliveira, 1279;
Pousada Maria Florência: (11) 4693-4363 rua da Ajuda, 325
Guararema Parque Hotel Resorts:(11) 4693-8800, rua d’Ajuda, 438
Hotel Vale dos Sonhos;-(11) 4693-1894, av. João Barbosa de Oliveira, 1888
Associação Desportiva da Polícia Militar: : (11) 4693-4646

Rural:
Casarão San Domingo: (11) 4693-2684

Onde comer:
Cidade:

-Restaurante e Petiscaria da Lica-Av. da Ajuda, 390
-Forneria Toscana- R. João Barbosa Oliveira, 1468
-Grelhados Restaurante- Pça. Cel. Brasílio Fonseca, 87
-Espetinho Guararema- Pça. 9 de Julho, 125 C
-Sabor com Arte- R. Cel. Ramalho, 407

Rural:

-Fazenda da Estiva Restaurante: Rod. Dutra/Mogi, km 74
-Alambique Engenho do Salto: Rod. Dutra/Mogi, km 77 + 1,5 km
-Recanto da Traíra: Rod. Guararema/Santa Branca, km 3

Serviços

-Setor de Turismo: rua 19 de setembro, 127. Fone: (11) 4693-1432;
-CAT: no Portal da entrada da cidade. Fone: (11) 4693-4415;
-Setor de Cultura: R. Dr. Armindo, 34. Estação Ferroviária. Fone: (11) 4693-5307

 

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(Este relato é continuação do nosso roteiro na Trilha do Ouro)
Depois de uma noite bem dormida, acordamos bem tranquilos na Pousada Aldeia do Mar , indicado pela minha amiga Luciana, do blog Aquela Viagem e tomamos um café maravilhoso, beeem tranquilos. A senhora que servia o café nos explicou que muitos hóspedes são funcionários da Usina de Angra e que então “moram” na Pousada, assim como várias pousadas de Mambucaba estão só com funcionários como hóspedes.
Arrumamos nossas coisas e saímos da Pousada às 9:30 hs, pegamos o ônibus da Colitur na Rio-Santos para Angra dos Reis. Custou R$ 4,50 por pessoa. A distância entre Mambucaba e Angra é de cerca de 52 km. O ônibus vai beirando aquele mar azul turquesa e vimos a famosa usina.
Chegamos em Angra dos Reis às 11:15 hs, mas a barca já havia saído às 11:00 hs, então o jeito foi pegar o catamarã, que fizeram para nós 5 por R$ 90,00. Nada muuuito vantajoso, pois o preço normal é de R$ 20,00 por pessoa.
Rodamos o centrinho de Angra, que não tem lá muitos atrativos, e fizemos hora até às 13:30 hs, o horário de saída do catamarã. Chegamos por volta das 15:00 hs em  Ilha Grande.
O caminho é bonito, o mar é verde esmeralda, você vai passando por ilhotas aqui e acolá, mas depois de 1 h e meia, onde nós estávamos mal acomodados, acabamos querendo que o “passeio” terminasse logo..
A cidade preparada para a “festa Julina”

 

Procuramos nossa Pousada reservada, Acalanto. Aqui, um bom exemplo do que o que vimos na internet pode ser uma tremenda furada. Pesquisei pelo site : http://www.ilhagrande.org/Promocao-Ilha-Grande-Pousada, como sempre, dou uma ligada para “sentir” o clima do local, a receptividade do dono da Pousada, mas como acabei dando uma atenção maior para o roteiro da Trilha do Ouro que antecedia esta viagem, e esta foi no embalo da outra viagem, a opção pelo menor preço desta vez (R$ 104,00 a diária para nós três) foi totalmente errônea… Pena que a Tânia e o Felipe tenham que ter passado por esta infeliz experiência conosco…
O site da Pousada Acalanto, está mais condizente agora, com o que ele dizia que oferecia na configuração apresentada em junho de 2011, inclusive com os dizeres que ela está à venda. Pudemos percebemos que ela deve ter tido o seu auge, há 20 anos atrás (pela decoração), e que agora está em completo abandono. O site referenciava que haviam dois barcos, que os hóspedes da Pousada tinham 10% de desconto nos passeios, e mais outros serviços. A funcionária se esforçava para ser simpática, prestativa, nos deixar bem à vontade, e nos arrumar o que estivesse ao seu alcance, mas a falta de estrutura não é de sua responsabilidade. Pronto, comecei o desabafo, e depois conto como foi nossa estadia ao longo da história…
Voltando ao relato, a Pousada realmente era bem próxima do cais, como está descrito no mapa do site, o problema foi que cada vez que íamos entrando num beco, ia dando mais medo… nos instalamos, como foi possível e saímos para explorar a Vila de Abraão.
Almoçamos na Donna Olívia, bem pertinho do cais, quase o PF do dia, R$ 20,00 por pessoa com mistura mais dois acompanhamentos, bem farto e apesar do horário, quase umas 4:00 hs da tarde, ainda estava fresco e bem saboroso (ou de novo, será que era a fome…) e depois, ficamos batendo perna, até voltar a Pousada e descansar. Nesta dia, a Tânia foi puxar a cortina do quarto e ela caiu na sua mão e nós tínhamos um tempo específico para tomar banho: até o chuveiro começar a cheirar queimado, então tínhamos que desligar… A sensação de claustrofobia que eu senti no meio da noite,(ou era o cheiro de queimado que ficava dentro do banheiro, por causa do chuveiro)  não me deixou dormir e tive que sair para a saleta para tomar ar, ler umas revistas, espairecer para ver se o sono chegava…
Pq. Estadual da Ilha Grande
No dia seguinte, o café da manhã farto nos surpreendeu: muitas frutas (banana, abacaxi, melão, mamão), dois tipos de bolos, presunto, queijo, pãozinho francês, café, leite, chá e cereal, em grande quantidade.

Saímos para passear. A Tânia nos levou para o lado esquerdo da Ilha, andamos o primeiro trecho do Parque, visitamos o núcleo do Parque Estadual, a Praia Preta, as ruínas do Lazareto, as ruínas do aqueduto, voltamos pelo Poço e pelo Mirante do Aqueduto. Uma trilha bem tranquila, (apesar que só fizemos uma parte, só ficou o gostinho de quero mais…) e a parte das ruínas, é bastante interessante.

Praia de Lopes Mendes
  Voltamos para a vila e pegamos o passeio para a Praia de Lopes Mendes, considerada uma das mais bonitas e famosas da Ilha, R$ 15,00 por pessoa.
Tem uma trilha bem curtinha, depois que desce do barco, e nós fazendo a trilha de chinelo, fomos bem devagarzinho. Encontramos no meio do caminho, um mico, e começamos a oferecer frutas secas que tínhamos levado para comer. Foram chegando mais e mais, e até chegarmos à praia, levamos um tempão, brincando com os micos.
O tempo começava a virar, e em vez da praia paradisíaca, que esperávamos, encontramos a praia cheia de gente, e o mar azul já se transformava num mar revolto, escuro, começava a ventar muito e a ameaçar chuva, o que acabou espantando todo o pessoal, inclusive nós, que curtimos um pouquinho a praia, comemos alguma coisinha, mas logo rumávamos de volta pela trilha para o cais, pegar o barco de volta.
 A Ilha Grande com o Pico do Papagaio
O mais chato foi que quando chegamos na Vila de Abraão, nem parecia que fechava o tempo do outro lado da ilha…
Voltamos para a Pousada, banho e jantamos no Bougainville, no restaurante do Sr. William, que eu não lembro o nome do lugar… Nós fomos de PF novamente, R$ 14,00 por pessoa, a Júlia e o Felipe foram de espaguete. Comida honesta, pelo preço, mas o do dia anterior estava mais apetitoso… A única exceção aqui, foi o Felipe, que foi de espaguete aos frutos do mar e ele disse que estava excelente.

 

Lagoa Verde

 

No dia seguinte, depois do café, fomos fazer o clássico passeio da volta na Ilha de lancha. Conseguimos um pacote bom, de R$ 80,00 por pessoa, na Agência Águas Vivas, que não fariam todas as praias da meia volta (que ficaria R$ 100,00 , não consigo lembrar direito, ou a volta toda que seria cerca de R$ 150,00, (acho que era mais  ou menos este valor) levando o dia inteiro…). Estávamos com receio do tempo, considerando o dia anterior e ainda estava nublado, e também porque várias paradas compreendiam mergulho, e estávamos com receio da temperatura da água, então acabamos optando por este passeio “alternativo”, mas que garantiram que iríamos aproveitar bastante. Este pacote alternativo, compreendia as visitas à: Lagoa Verde, Lagoa Azul, Praia do Amor, Saco do Céu e Praia da Feiticeira, além da barca ficar exclusiva para nós.
Lagoa Azul

Partimos para o passeio, com o Jorge,  Lancha Woodstock, bem profissional, e que depois nos disse que se contratássemos o serviço dele direto, seria mais em conta, pois não teria o “atravessador”, a agência. Bom, fica aqui a dica para a próxima vez ou para quando você for, fazer o contato direto com ele

  Começamos pela Lagoa Verde, lugar lindo mesmo, e com uma água linda, transparente e muitos, muitos peixes. Aqui, seguindo a dica do pessoal da agência e do Jorge, fizemos o pedido para o Restaurante Refúgio das Caravelas, para quando chegássemos nossos pedidos já estivessem prontos.
Moqueca mista
Fomos fazendo os passeios seguintes, a Lagoa Azul, igualmente linda, depois a Praia do Amor e quando saímos de lá, o Jorge avisou o restaurante que estávamos chegando, assim os aperitivos que havíamos pedido estariam fresquinhos.
Chegamos lá, um lugar escondidinho, e apreciamos nossa porção de pastéis quentinhos e a Tânia e o Fe as casquinhas de siri.
Peixe na folha de bananeira

Depois chegaram os nossos pedidos: a Tânia e o Fe pediram a moqueca mista e nós o peixe na folha de bananeira. Bom, as fotos falam por si só, e como parece que a gente vive para comer, não preciso dar mais detalhes…

Descansamos um pouquinho, não dava para ser de outra forma, e partimos no finalzinho para a última parada, na Praia da Feiticeira.
Chegamos à tardezinha, o passeio vale a pena mesmo, recomendamos os serviços do Jorge, muito prestativo, nos deixou extremamente à vontade, foi ótimo, porque acabamos ficando com a lancha somente para nós, então ficamos o tempo que quisemos em cada lugar. O passeio de lancha é de outro dinamismo, deu para comparar com o dia anterior, que era de barco, e foi bem mais lento. Mesmo com a água não tão quentinha, (acredito que no verão deva ser bem mais agradável), valeu a pena!

Pousada , banho e fomos matar a vontade do Felipe, que não falava em outra coisa desde a chegada na Ilha: o crepe de Nutella. O lugar onde eles haviam comido a iguaria, havia fechado, e fomos no Pato Crepes, um lugar bem bonitinho, e pedimos todos o crepe de nutella, cerca de R$ 13,00. Existem duas versões, pedimos os dois para provar, muuuito bom, não saia da Ilha sem provar!

Praia da Feiticeira
Dia seguinte, tomamos café sossegados, pois esperávamos pegar a barca das 10:00 hs de volta à Angra dos Reis, onde o Daniel estaria nos esperando por volta das 12:30 no cais. Só um detalhe: o chuveiro finalmente não aguentou e queimou quando o João tomava banho nesta manhã…
No fechamento da conta da “fabulosa” Pousada Acalanto, mais uma surpresa nos aguardava: no site, estava claro que aceitavam todos os cartões e lógico que não era bem assim (aliás agora entendo porque mudaram o site assim, rapidinho…). Ainda bem que estava com uma folhinha de cheque, se não era capaz de termos que ficar para “arrumar a pousada” para pagarmos nossa mal e porca instalação nesses dias…
Chegando no cais da Vila, pegamos o catamarã das 9:00 hs saindo (eram cerca de 9:15 hs), e negociamos, e a viagem que duraria cerca de 2:30 hs, custando cerca de R$ 13,00, na barca, acabou ficando de R$ 25,00 para R$ 20,00 por pessoa, durando cerca de 1 hora. De dentro do catamarã, consegui falar com o Daniel, que disse que tinha tido uma intercorrência, e outra pessoa ia nos buscar, e conseguiu ainda, que das 12:30~13:00 hs marcado, adiantássemos para cerca das 11:00 hs.

Horários dos Catamarãs

(24) 3365-6426 ou (24) 3361-5500

Angra x Abrãao Abraão x Angra (R$25,00 por pessoa)

8:00 9:00
11:00 12:30
16:00 17:00

Horário das Barcas
0800-7044113
Segunda a sexta-feira (cerca de R$ 6,50 por pessoa)

Angra x Abrãao: 15:30
Abrãao x Angra: 10:00 hs

Sábados, Domingos e Feriados (R$ 14,00 ou R$ 25,00 ida e volta por pessoa)

Angra x Abrãao: 13:30
Abrãao x Angra: 10:00

Estacionamento em Angra dos Reis:

Dois Irmãos (24) 3377-4282 ou (24) 3365-0593
São Cristóvão (24) 3367-2242
Os dois cobram o mesmo valor: R$ 25,00 o veículo para 24 horas.

Olha a quantidade de peixes!!
Encontramos o S. Valim, (24) 9992-7510 ou 9225-3233,entre umas perdidas (Angra têm dois cais) e não sabíamos onde ele nos pegaria, por volta das 11:30 hs, o que adiantou nossa subida em 1 h e meia. A subida iria tudo bem se, como disse o S.Valim, não tivesse mais curvas que estrada, e dois integrantes do grupo “chamaram o Hugo” no caminho (vamos manter as identidades guardadas aqui para a privacidade pessoal, hehehe…), e aqueles que não chamaram ficaram lembrando o nome dele o tempo todo…
Chegamos em São José do Barreiro por volta das 15:00 hs, entre as paradas para as intercorrências, e limpar o carro, e o restabelecimento depois dos incidentes, (recomendamos os serviços do S.Valim, ele foi super compreensivo e não se abalou, coitado…), pagamos o combinado com o Daniel (R$ 400,00 para o grupo), nos despedimos e resolvemos parar para seguir a viagem de volta para São Paulo na Padaria O Ponto, pois havíamos tido uma primeira impressão muito boa, na subida para a Trilha do Ouro. Desta vez, porém, decepção total, o tempo que economizamos na subida, e no catamarã, perdemos todo, com o preparo do lanche na padaria, para não ser no mínimo indelicada, o tempo de espera foi inversamente proporcional ao que comemos…
Nos despedimos e rumamos de volta à São Paulo, perto das 16:30 hs.
Nossas impressões:
Sempre ouvi muito falar deste lugar, e nutria grandes expectativas nesta visita. O João também sempre me falou muito, pois frequentava a Ilha desde 1992~1993, e dizia que nós deveríamos conhecer.
Confessso que fiquei meio frustrada com o local, e a Júlia também, até o João acabou meio decepcionado, comparado ao que ele conheceu há 18 anos atrás.
Primeiro, como a Tânia falou, é praia, e cada vez mais acredito que não somos “gente de praia”. Somos “do mato”…Ficamos na Vila de Abraão, e a despeito de todas as facilidades que ficar no centro proporciona, como restaurantes, lojinhas, etc, também tira um pouco daquele sossego que nós buscamos. Andar no centro sendo assediado o tempo todo pelos funcionários e proprietários de restaurantes, enfiando quase o cardápio no seu nariz, e o pessoal das agências chamando e oferecendo os pacotes de passeio, nos fez sentir um pouco (guardadas as proporções, mas é a sensação que passamos e comentamos em casa, fazer o que…) é como quando você está vendo vitrine e o vendedor nem te deixa olhar direito e você (pelo menos eu faço isso), vai embora da loja esperando um momento menos “grude” para ficar sossegado…
Ok, ok, entendo que faz parte, afinal é um local turístico, eles sobrevivem disso, não estamos generalizando, etc,etc,etc, mas se a primeira impressão é a que fica, a que ficou, pelo menos para nós, não foi das melhores…o assédio, a pousada tenebrosa, o agito, quem sabe, ficando num lugar mais isolado, como o João costumava ficar antes, ou outras pessoas que também gostaram da Ilha ficaram, pegando mais trilhas, vi depois pelo mapa que comprei e recebemos no cais de Angra, que existem inúmeras trilhas, com diversas cachoeiras,teríamos aproveitado mais a nossa estadia, ou seja, se não existisse ou fosse minimizado o “capitalismo selvagem” aqui, e se mantiverem as belezas naturais, de forma organizada, estruturando o turismo, estabelecendo um mínimo de padrão de qualidade, a Ilha pode e deve sim, manter o título de cenário paradisíaco tropical.
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Cachoeira do Veado

No dia seguinte, café da manhã com bisnaguinha, bolo, queijo branco, manteiga, leite, café e achocolatado. Dei o recado para o Tião do Zé Milton, da MW que provavelmente na semana seguinte, ele estaria por lá com um grupo (daí também pude comprovar que os recados chegam assim, através de outros viajantes, ou como nós, através da Pousada Barreirinha, ou de alguma forma semelhante, esqueça internet ou telefone).
Como disseram em todos os relatos que o terceiro dia era o mais puxado, tentamos sair o mais cedo possível, e às 8:00 hs já nos despedíamos do pessoal. Já começamos errado logo de saída. Saindo do Tião, você não precisa atravessar de volta a gaiola, é só seguir direto, beirando o rio Mambucaba.
Acontece que pegamos uma trilha que subia o morro e fomos parar no curral dos cavalos, achando que estávamos no caminho certo… Quem veio nos socorrer foi um outro hóspede, o Rogério, que havia chegado um dia antes, e estava percorrendo toda a Serra só que a cavalo. Ele disse que não foi ele que viu que erramos o caminho. Disse que o burro (é verdade, gente, não é história!), que estava perto do cavalo que ele estava selando para o seu passeio, levantou as orelhas, alertando que havia alguma coisa errada! Foi aí que ele começou a olhar e viu que estávamos subindo o morro, em vez de descer e veio em nosso socorro.
Ele perguntou se havíamos feito a trilha antes, dissemos que não, e gentilmente, (na verdade, ele estava bem preocupado com a gente- o que nos fez ficar (mais) preocupados também) nos levou até a porteira, explicando que deveríamos seguir sempre o rio e procurar o calçamento colonial. Disse ainda que havia feito este percurso a pé, no ano passado e à cavalo no dia anterior, e para seguirmos sempre o calçamento.
Também disse para prestarmos atenção entre os kms 8 e 10, depois da primeira bananeira, haveria um marco, e entrando cerca de 50~100 m, encontraríamos as ruínas de uma construção antiga…
Nos despedimos, muito agradecidos e continuamos nosso caminho. Mais um erro, que deve ter nos custado uns 500 m de “andada” a mais, pois na primeira bifurcação, acabamos descendo, à direita, tentando seguir o rio, logo à direita, mas como não achamos o calçamento, subimos tudo de volta e depois da bifurcação, à esquerda, encontramos os sinais do calçamento. Isso ocorre por volta de 3 km depois da saída da Pousada do Tião, e a subida referida do Clube dos Aventureiros. Também, de acordo como mapa do Fábio, deve ser a parte que diz sobre “… início da subida (subida difícil!)- Atenção! Trilha estreita, seguir pegadas de mulas… “Aqui avistamos também a Cachoeira dos Veados, só de longe… mas ainda assim, uma visão impressionante! Também referenciado no mapa do Fábio.
uma pequena cachoeirinha
O famoso calçamento de pedra

 

Depois deste trecho, praticamente é só descida. Tudo o que já foi falado sobre o calçamento de pedra, é real, e novamente, os tombos foram inevitáveis…
Mas passamos por trechos muito bonitos, como uma pequena cachoeira, com uma “ponte de pedra”, por volta dos 7 km. Procuramos por volta do km 8 ao 10 a primeira bananeira, mas já havíamos passado por várias bananeiras no caminho, e lógico, que não conseguimos achar o marco, e tão pouco as ruínas da construção, fica aqui a dica, quem sabe você consiga encontrar…
E descendo, descendo, naquele mar de pedras. Brincamos que se dizem que as pedras trazem energia, em alguns “estudos esotéricos”, então estávamos energizados até o fim da vida! Hehehe…
A ponte de madeira para a travessia do rio Mambucaba
Finalmente chegamos no local no relato do Clube dos Aventureiros, que fala sobre a ponte de madeira, para atravessar o rio. Ficamos com medo de atravessar, pois ela estava com vários pontos falhos e os cabos não pareciam nada seguros. Descemos num ponto, uns 50~100 metros, (eu acho), num ponto mais raso do rio (você vai perceber, pois mais abaixo, o rio se transforma, num rio enorme e não dá mais para atravessar) e continuamos a trilha.
Depois desta travessia, realmente cerca de 2 km depois,o terreno vai ficando menos inclinado, a vegetação muda, percebemos que estamos beirando alguma propriedade particular e novamente, como um oásis, surge a ponte de arame do nosso lado direito!!!
A ponte de arame
Depois da Trilha, até que as carinhas estavam boas!
O pedômetro marcava na Júlia cerca de 16 km e 15:45 hs. Disseram que os trilheiros faziam este trecho num período de 6 horas e fizemos em 8 hs! Sei que para os mais velozes pode ser considerado lento mas para nós foi uma vitória! Corremos porque havíamos marcado de nos buscar às 17:00 hs e nosso medo (de novo) era pegar a trilha no escuro. Cronometramos nossos passos o dia todo, quase não paramos, só em paradinhas bem rápidas, para tomar fôlego e uma água e chegamos a caminhar comendo, para ganhar tempo, mas valeu a pena.
Como marcado às 16:45 hs, avistamos o “resgate” vir nos buscar, com o Dobló do Daniel. Creia-me, vale a pena e garanto que todos pagariam o que fosse para sermos levados até Mambucaba de carro. São 15 km, mas para quem já andou 17~18 km naquele calçamento de pedra , foi um grande alento!
O percurso foi feito em 1h aproximadamente, pois a estrada é de chão batido, plano, mas não dá para correr como no asfalto. Chegamos na  Pousada Aldeia do Mar uma gracinha!
Pousada Aldeia do Mar

Nos instalamos, tomamos um banho demoradíssimo cada um e fomos jantar na Estrela do Norte, ou como dizem no local, na costela no bafo. Acho que nunca andamos tão devagar uns 3 quarteirões. Os joelhos rangiam, as panturrilhas estavam endurecidas feito pedras, as bolhas imploravam clemência a cada passo, mas lá fomos, passo a passo…

Comemos o prato da casa, claro, por sugestão do garçom: costela no bafo, com mandioca cozida, porção para duas pessoas por R$ 29,00 mais uma porção de baião de dois, também para duas pessoas, por R$ 17,00 e uma porção de queijo coalho, por R$ 8,00. Quando vimos o tamanho dos pratos chegando, assustamos e tivemos a certeza que não éramos páreo para aquela montanha de comida, mas com a esfarrapada desculpa que tínhamos que descontar tudo o que havíamos caminhado durante o dia, nossa gula foi maior do que a educação e o estrago foi feito!
Voltamos para a Pousada descansar, felizes de termos realizado mais uma travessia e desta vez mais devagar ainda, com os 5 kg adquiridos na comilança!

Nossas impressões finais: ficamos felizes de cumprir mais uma travessia, mas não sabemos se faríamos novamente. Apesar de todo o planejamento, ficamos o tempo todo com receio de errar de caminho, pois apesar de ser um Parque Nacional, a estrutura ainda é precária (aliás, não existe estrutura).Neste caso, saudades da estrutura do Pq. Torres del Paine, no Chile. Nos sentimos muito mais seguros, apesar do país estrangeiro e da língua diferente, as placas e marcações ao longo de todo o caminho não deixavam dúvidas.
Não falamos aqui, em hipótese nenhuma, de restaurantes e lanchonetes aos pés das cachoeiras, achamos isso um atentado a qualquer roteiro que se diz ecológico, na verdade… aquele monte de gente, bebedeira, música alta da pior qualidade, gritaria não combina com cachoeiras e lugares para contemplar a Natureza. Não temos do que reclamar com relação às hospedagens. Através dos relatos que acompanhamos, sabíamos exatamente o que encontrar, e na verdade, comentamos que poderíamos ter fatiado ainda mais o caminho e ter passado mais uma noite em uma das casas, para descansar e aproveitar mais o lugar, pois são lugares bastante isolados, calmos e muito bonitos!
Se (se) fizéssemos a trilha novamente, certamente optaríamos pela escolha do S. Sebastião da Pousada Barreirinha. Assim, não teríamos levado tanta bagagem e os apetrechos para a segunda viagem, teriam ficado no carro…tornado a travessia mais tranquila. Mais um aprendizado…
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