Rapel na Cachoeira do Baú

#shortpost

Viagem feita em fevereiro de 2018

Esta foi a primeira atividade que nós elencamos para começar a nossa estadia no Vale Europeu

Só para contextualizar, chegamos na madrugada e combinamos nossa estadia e translados com o pessoal da Pousada Nona Rosina, ,em Ascurra. O Maicon veio nos buscar no Aeroporto de Florianópolis, esperando por mais de 2 horas, pelo atraso do vôo.

Chegamos na Pousada, descansamos por cerca de 5 horas e vieram nos buscar para levar para a sede da Ativa Aventuras em Apiúna.

Paramos no meio do caminho para ver um mar de nuvens sobre as montanhas.

Estrada de terra à direita da foto, em marrom claro. Do lado esquerdo vegetação rasteira com pequenos arbustos.  No canto  do lado esquerdo até o meio da foto nuvens brancas e densas abaixo. Céu azul  com nuvens brancas bem finas acima. No meio da foto pessoa com camiseta vermelha e calça escura. Árvore alta e verde lá direita da pessoa.

Parada no caminho para o rapel na Cachoeira do Baú em Apiúna

Chegando na Cachoeira do Baú, o carro fica estacionado bem perto do início da trilha, quase nada de caminhada. Os guias vão preparar a ancoragem, dão as instruções para a paramentação, ajudam a organizar a descida, que é feita aos pares e por “afinidade” ou “habilidade”.

Nós (eu e a Sônia) que optamos por olhar somente, fomos guiados pelos instrutores até a base da cachoeira e levamos os equipamentos para registrar o momento dos outros participantes que fariam o rapel.

Lá de baixo, a visão é bem legal.  O paredão é formado por pedras em camadas laminadas margeadas por matas. Na parte superior do paredão, árvores altas cujas raízes descem penduradas, formando uma fina e irregular cortina de raízes misturadas com vegetação e na parte inferior, uma mata mais baixa, rasteira. A parede toda úmida, pela água da cachoeira, que desce pela direita do paredão, do lado oposto ao do pessoal que está fazendo o rapel.

Paredão em formato semi circular com pedras em camadas, em formato laminado. Cachoeira do lado direito. Pessoa em pé, do lado esquerdo. em cima de uma pedra no tamanho proporcional de 1/100, segurando duas cordas que descem do alto. Dois pontos azuis, que são duas pessoas descem por essas cordas. Uma pessoa na base da cachoeira, mais abaixo daquela que segura as duas cordas na base.

Rapel na Cachoeira do Baú em Apiúna

É uma queda de 35 metros em negativo, ou seja, o pessoal vem pendurado, não encosta o pé na parede em nenhum momento, só um pouquinho na largada.

Na descida, cada par desce com as pernas entrelaçadas para evitar ficar girando no ar. A empolgação do povo que desce, além de visível, do nervoso e da adrenalina é exteriorizada depois pela descrição detalhada do medo em cada pedacinho, o medo da saída, largar os pés no abismo, no vazio, o alívio da segurança existente quando percebem-se soltos, mas seguros pelo equipamento e alguns ainda, mais corajosos, arriscam-se a manobras mais radicais.

Lógico que sempre alguém remete à cena clássica do filme “Missão Impossível” com o ator pendurado pela corda com os braços e as pernas esticadas. Nós duas ficamos bem apreensivas com a descida em particular do Sérgio, sendo a primeira vez e que foi muito bem, e do Kenzo, acompanhado do João, que tiveram dificuldades, um para obedecer as coordenadas e o outro para descer e ao mesmo tempo coordenar os movimentos que não eram obedecidos. Foi um momento de grande apreensão e responsabilidade para o João. Segundo ele, não foi nem um pouco divertido…

 

#Dicas: 1-para quem nunca fez, um treinamento básico e prévio é imprenscindível, fora da hora da descida. 2-o acompanhante(aquele que não tem tanta habilidade ou está ainda inseguro, respeitando as limitações de cada pessoa) tem que respeitar a voz de comando. Avalie bem se você está apto e seguro para a descida. Para crianças: a responsabilidade para esta avaliação deve ser consciente e dos pais. Assim como para qualquer atividade ao ar livre. 3-um meio de comunicação eficiente (entre a base, a ancoragem e o próprio praticante), como um comunicador eletrônico. 

Faz parte da emoção do passeio a chegada escorregadia pelas pedras cheias de limo, pelo respingar das águas da cachoeira logo ao lado e da constante umidade, o banho de cachoeira que me contaram que estava morna, em comparação com outras cachoeiras e a subida íngreme sobre terra molhada, escorregadia, sobre pedras, desmoronando por vezes e com a ajuda de cordas para a subida. E você sabe, se existem cordas para ajudar, a subida não é brincadeira.

Voltamos para a base da Ativa Rafting, bem felizes com o primeiro dia de passeio pelo Vale Europeu. Uma bela estréia e para terminar ainda melhor o dia, fomos jantar no Restaurante Caminetto, em Rodeio, especializado em massas para  celebrar o aniversário de três integrantes da trupe.

Para quando você for

Ativa Aventuras

Restaurante Caminetto

 

 

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