O tal do minimalismo

#crônicas

De acordo com o dicionário, minimalismo seria: “Procura de soluções que requeiram um mínimo de meios ou de esforços”

Não gosto muito de modismos.

Nem de expressões que remetem a isso. A onda agora é o minimalismo. Tenho recebido vídeos, depoimentos e textos referentes a isso de modo desenfreado…Ah… essas mídias sociais…

Gosto muito do conceito.

Sempre, hum…, quase sempre nos pautamos por esse conceito, apesar de não nos enquadrarmos dentro de alguns padrões.

Já falei sobre aqui e aqui .

Não foi fácil, confesso. Mudar hábitos e adquirir novos padrões leva tempo. E é doloroso. E é revoltante.

E tudo é uma questão de prioridade, de relevância e de ponto de vista. E como também já colocaram nome para isso, é “um processo”.

O dito “processo” começou há muito tempo. Diria que teve bastante influência da muquiranice do Ogro,  mas principalmente pelas mudanças das circunstâncias da vida e de como as coisas foram se transformando ao curso das nossas vidas.

Nossa prioridade familiar  (para quem ainda não desconfiou) é uma só: viagens.

Assegurada as condições básicas de sobrevivência (alimentação, saúde e educação) e o que consideramos como patrimônio (uma casa e um carro que anda), tudo, TUDO, acaba sendo direcionado para viagens.

O item minimalismo não cabe aqui neste caso.

Vou falar nesta seção, de economia sobre viagens e para viajantes, o que minimizamos no nosso cotidiano que pudesse render mais viagens.

Não acho que a expressão cabe para todos indistintamente ou para todos os aspectos da vida.

Todo radicalismo (assim como toda unanimidade) é burro, assim disse alguém.

E uma ou outra extravagância ou escorregadela são absolutamente saudáveis.

É o que nos torna mais humanos.

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