Bath

Bath é aquele clássico passeio que os turistas fazem para dar uma esticadinha de Londres ou arredores.

        Nós fizemos a mesma coisa, na nossa visita a Glastonbury. 

Para sua visita:

-O site oficial: 

-Centro de Informações de Visitantes

Fica no centro de Bath, do lado da Abadia.

Bath Visitor Information Centre

Abbey Chambers

Abbey Churchyard

Bath BA1 1LY

Horário de funcionamento:

  • Segunda- Sábado: 09:30-17:30, o ano todo
  • Domingos: 10:00 – 16:00, o ano todo
  • Fechado no Dia de Natal, Boxing Day (um feriado local, um dia depois do Natal) e o Ano Novo. O Centro fecha às 15:00 na véspera de Natal.

Como chegar

        Bath está localizada no Sudoeste da Inglaterra, leva aproximadamente 90 minutos da estação de Paddington e Waterloo em Londres, via trem. A estação de trem em Bath está localizada no centro da cidade, bem pertinho das lojas e principais atrações.

        Do Aeroporto de Bristol, você leva menos de uma hora. Bristol Temple Meads fica a menos de 15 minutos de trem.

        Aqui  você pode checar os horários e dias dos bilhetes disponíveis.

        De ônibus, a First Bus é a maior operadora local       

Nosso roteiro

        Pegamos um ônibus até Wells, a linha 376, descemos na cidadezinha e de lá, na pequena estação rodoviária, fizemos o translado para Bath (o 173). Comente com o motorista que é um passeio de dia inteiro, ida e volta e compre o bilhete família. Custou £ 14,00 para nós.

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      O percurso é pequeno, cerca de 2 horas, entre translado e tudo, mas a viagem é bonitinha, uma paisagem verdejante, casinhas com jardins bem cuidados e estradas bem sinuosas onde às vezes passa um ônibus de cada vez.

        Desembarcamos na estação de ônibus no centro da cidade de Bath.

        Demos uma perguntada básica e fomos direto a atração mais famosa:

Roman Baths and Pump Room. 

        A entrada é ampla, filas organizadas para a compra de tickets. Pagamos £14,50 cada um (adultos, de 17 a 64 anos) e a Júlia £9,00 (para crianças até 16 anos), que inclui um áudio guia para cada.

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        É organizado até certo ponto, porque a horda de turistas não deixam ver você com a tranquilidade esperada. Com a  multidão também é praticamente impossível tirar uma foto decente ou sem um monte de figurantes.

        A primeira parada é a clássica foto daquela piscina verde-Great Bath (é… é um tanto quanto nojento…), que é um terraço construído em 1897, quando os Banhos Romanos (ui, que feio, Roman Baths) foram aberto ao público. A piscina é somente uma parte, que incluem inúmeros banhos e um complexo templo construído ao redor da fonte termal.

        Já é um vislumbre também do tamanho do complexo todo e tudo o que você vai ver aqui dentro.

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        Aqui também, você vai encontrar o número da atração que está no áudio guia e é só digitar para ouvir mais informações sobre o que você está vendo.

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        Curiosidade: A fonte termal: A água quente surge na fonte a 46º C, dentro do King’s Bath,que foi construído no século 12.

        As pessoas visitavam o Roman Baths, a Sacred Spring e o Templo de Sulis Minerva para se banhar nas águas sagradas, procurando cura e para oração.

        Começamos pela parte do Meet the Romans, uma introdução ao modo de vida das pessoas que trabalharam e viveram nesta região, através de maquetes e o complexo Aquae Sullis, que cresceu ao redor das águas quentes.

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        Depois vem o Temple Pediment, a frente do Templo, um dos dois únicos templos verdadeiramente clássicos de Roma Britânica. Foi aqui que a estátua da deusa Sulis Minerva foi alojado.

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Temple Pediment

Além das clássicas maquetes, retratando como era o complexo em várias épocas, o lugar conta com amostras de artefatos, pedaços de construções e ruínas, mosaicos, réplicas e podemos ver ainda a engenharia existente para a manutenção do calor vindo da fonte termal.

Seguimos para a área de Temple Courtyard e Minerva, a área sagrada onde os fiéis romanos se reuniam para rezar para a Deusa Minerva. Podemos ver nessa área a estátua em bronze dourado da deusa Sullis Minerva, que é um dos objetos mais conhecidos da Grã-Bretanha romana e estas esculturas em bronze dourado são bem raros. A cabeça provavelmente é parte da estátua do culto à divindade, que teria ficado dentro do templo e podem ser do primeiro século dC.

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A cabeça de Minerva

        Depois dessa parte fechada, voltamos agora para aquela piscina verde, agora no andar de baixo e passamos para outra área, a Sacred Spring and Associated Objects.

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Spring Overflow

        Aqui o grande atrativo é o Spring Overflow, onde podemos ver a água excedente que vem da fonte original de água quente, pelo dreno romano original,  podemos sentir o calor da água, mesmo não estando muito perto e essa água corre para o rio Avon, a quatrocentos metros de distância. O sistema de canalização e drenagem ainda encontra-se funcionando  e mostra a engenhosidade dos romanos. Tubos de chumbo foram usados para transportar a água quente ao redor do spa, usando o fluxo de gravidade.

        Na área de Heated Rooms and Plunge Poos, as ruínas de uma sequência de piscinas e salas aquecidas, mostrando como o sistema de aquecimento teria funcionado. Tem uma piscina grande, fria, de 1,60 m de profundidade e nessa parte, bem legal ocorre uma projeção nas paredes do banho circular, com atores mostrando como provavelmente foi usado no tempo dos romanos, que duram 1 minuto e meio e rodam em intervalos regulares.

        No finalzinho da visita, podemos experimentar a água do spa, contendo 43 minerais, que atraiu visitantes por séculos a procura das propriedades curativas dessas águas. Como toda água de fonte com muitos minerais ela não pode ser gostosa. Nós experimentamos mas ficamos com medo de tomar muito e dar um revertério depois.

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        Na saída, como em toda boa atração, a lodjinha, com produtos para todos os gostos e bolsos: lembrancinhas, como velas em forma de coruja, miniaturas da cabeça de Sullis Minerva,  chaveiros, lápis, réguas, ímãs, xampus, sabonetes e cremes.

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Lodjinha

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Mais da lodjinha

        Saímos do Roman Baths e fomos dar uma voltinha pelos arredores. Nossa intenção inicial era conhecer o Thermae Bath Spa, onde nossos anfitriões em Glastonbury nos recomendaram passar um dia no spa para relaxar. Dizem que é a mesma água que os celtas e romanos se banhavam a 2.000 anos. O lugar parece beeeem legal, com uma piscina ao ar livre no teto, uma piscina interna, saunas e ainda outros tratamentos dentro do spa, como massagens faciais e corporais, terapias com pedras aquecidas e watsu. No folheto que pegamos, custava £35,00 para cada um.

        Fomos andando com a intenção e achar o lugar e primeiro passamos pela Abadia de Bath onde o que aparentavam formandos (provavelmente da Universidade de Bath) faziam festa e comemoravam a data om colegas e familiares.

        Nas ruelas estreitas, antigas e charmosinhas fomos nos perdendo. Já havia passado da hora do almoço e resolvemos parar para um lanche/almoço no que nos pareceu uma casa de chá super bonitinha, o The Bath Bun, que eles chamam de A Quintessential English Tea Shoppe.

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Nossa experiência está aqui:

        Resumo da ópera: o lugar é lindo, mas a comida deixou muito a desejar….

        Decepcionados, continuamos a bater perna. Passamos pela Sally Lunn’s,  a casa mais antiga de Bath que funciona também omo um museu e restaurante.Subimos até chegar a margem do Rio Avon. Vimos um parque bem bonito de cima só, o Parade Gardens, mas decidimos não entrar por conta do horário.

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Parade Gardens

        Tiramos foto da Pulteney Bridge, com 45 metros, ligando a cidade de Bath  com Bathwick. Fiquei sabendo depois que esta ponte é uma das 4 pontes no mundo que têm lojas dentro dela. Restaurantes, cafés e floriculturas, entre outras.

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A Pulteney Bridge

        Passamos depois no Guidhall Market. Sempre que visitamos uma localidade gostamos de dar uma olhadinha no mercado local. Você consegue sentir a atmosfera local, o que os moradores gostam e consomem. Compramos numa delicatessen uma tortinha clássica (que eu não sei o nome) que passamos depois em todos os mercados procurando a iguaria, que a Júlia adorou. É uma tortinha com recheio de geléia de cereja e um glacê com uma cerejinha no topo para o toque final.

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        Retornamos praticamente ao ponto de partida pelo mesmo caminho e começamos a descer certos que iríamos encontrar o Thermae Bath Spa mas lógico que não conseguimos achar.

        Como já havíamos quase retornado à estação  de ônibus da cidade, resolvemos voltar para Glastonbury, pois ainda  havia a baldeação em Wells.

Outros passeios que você pode fazer em Bath

(sugestões que nós não visitamos, mas ficamos com vontade de passar se tivéssemos um tempinho a mais)      

Um museu que nos leva de volta ao tempo numa das melhores casas de estilo Georgiano da Inglaterra. Decorado e mobiliado como era o mobiliário da época, no período de 1776 a 1796.

Veja aqui um vídeo onde você pode ter uma amostrinha desta  mansão:

http://no1royalcrescent.org.uk/explore/

Aquele passeio clássico de ônibus pelos principais pontos turísticos de Bath, no esquema Hop On Hop Off.

Tem uma construção local, como uma ponte que só a visita a esta construção deve valer a pena. Fica na região do vale de Bath, e é um jardim Georgiano, do século XVIII.

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Bath Abbey

Além de ser uma igreja em funcionamento, com os horários de serviço normal e eventos, oferece um tour pelas Torres, visitando a área dos sinos, do relógio e da abóbada.


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3 Comments on “Bath

  1. Nós fizemos uma excursão pra Bath saindo de Londres. Amamos a cidade. Deu vontade de ficar mais 1 dia pelo menos pra ver tudo com calma.

    • Oi Douglas!
      Irashaimassêeee!!!Obrigada pela visita!!!
      Adoramos Bath também. E se eu tivesse pesquisado melhor, teria visitado mais coisas e aproveitado melhor o tempo, indo visitar pelo menos aquela ponte linda por dentro!
      Um grande abraço!
      Marcia

  2. Pingback: A chegada em Abergavenny - Os caminhantes

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