Rafting no Rio Tibagi

O rafting é a prática de descida em corredeiras em equipe utilizando botes infláveis e equipamentos de segurança. É bem democrático, não precisa ter experiência prévia, não precisa saber nadar e acessível desde crianças a partir de uma idade mínima.

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Níveis do rafting:

Nível I: Áreas com pedras muito pequenas; requer poucas manobras.

Nível II: Algumas águas agitadas, talvez algumas rochas; pode exigir manobras.

Nível III: Ondas pequenas, talvez uma pequena queda, mas sem perigo. Pode requerer habilidade de manobra significativa.

Nível IV: Ondas médias, presença de poucas pedras, com quedas consideráveis; manobras mais difíceis podem ser necessárias.

Nível V: Grandes ondas, possibilidade de grandes rochas, possibilidade de grandes quedas, há riscos e exige manobras precisas.

Nível VI: Corredeiras extremamente perigosas, pedras e ondas enormes. O impacto da água pode até causar estragos no equipamento. O Nível VII é extremamente perigoso, pode machucar seriamente os praticantes ou até levá-los à morte. Completar esse percurso exige muita habilidade.

 

Já havíamos experimentado a modalidade algumas vezes nas nossas visitas à saudosa região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, com os amigos da Ativa Rafting  nos idos de 1996~1997, mas devíamos a experiência para a Júlia.

Nesta nossa visita à região dos Campos Gerais do Paraná, o rafting figurava entre as atrações principais.

 

Agendamos o passeio com a Tibagi Aventuras, a descida na modalidade chamada de Percurso Adventure, pelo número do grupo ter diminuído e também por ser a estreia da Júlia.

Percurso Adventure

O tempo total da atividade é de aproximadamente 2 horas, incluindo instruções e translado. A agência disponibiliza aos praticantes os equipamentos de segurança necessários para a atividade, bem como o Seguro Aventura.

A descida no Rio Tibagi ocorre em um percurso de 6 km, passando por corredeiras de dificuldade II e III, fazendo também parte do percurso a flutuação (descida individual com EPI na corredeira) e outras brincadeiras opcionais como o surf e o rolamento, quando os praticantes viram o bote na água parada.

O valor da atividade é de R$ 69,00 por pessoa.

Olha o bote quase sumindo aqui

Outra opção é o Rafting Extreme:
O tempo total da atividade é de aproximadamente 4 a 5 horas, incluindo instruções e translado. A descida no Rio Tibagi ,em um percurso de 21 km, passando por corredeiras de dificuldade II e III, fazendo também, parte do percurso, banho de cachoeira.

Para o agendamento desta atividade, o cliente deverá entrar em contato com a Empresa Tibagi Aventuras para ser verificado o nível de água do Rio Tibagi.

Os praticantes recebem ainda fotos de cortesia como recordação da aventura.

Aqui o valor da atividade é de R$ 99,00 por pessoa.

Chegamos bem em cima do horário agendado mas a agência ainda estava cheia e todos preenchendo cadastro e tal. Saímos em ônibus da empresa dali a meia hora, cada um devidamente paramentado, com seu colete e capacete.

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Antes do rafting, a foto do grupo

Na beira do rio, um monte de gente, um monte de botes e um monte de instrutores. Eles vão passando por você fazendo o check in: apertam seu capacete, checam e apertam seu colete o mais apertado possível e te entregam um remo.

Depois vem a parte das instruções básicas: o remar sincronizado, o direita frente, o piso (que um colega da equipe confunde com o teto e demos altas risadas), o se segurar nas cordas, o modo de segurar o remo para não socar o colega.

O grande grupo é dividido em grupos menores conforme o tamanho do bote.

Começamos a treinar no bote mesmo, remada frente, remada para trás, piso e assim vai.  Os instrutores dizem que se quisermos, podemos pular na água para sentir o colete, ver que realmente flutua e também para não apavorarmos se cairmos na água, já sabemos qual será a sensação e também para treinar em como voltar ao bote.

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Homens ao rio!!

Nos outros raftings que fizemos, esta é a hora em que se você não se jogar, ou os instrutores ou os colegas do bote te agarram pelo colete e te empurram. O João se jogou de pronto, claro, a Júlia ficou meio receosa, mas seguiu o pai e eu, por força do hábito caí na água também. Nesta agência, eles não fizeram isso nenhuma vez, nem no começo nem no fim.

E comecemos a descer o rio de verdade, todos os botes fizeram a mesma coisa.

Cada vez que um bote cruzava com outro, era água voando para todo lado, com todo mundo arremessando água com o remo em direção ao outro bote. E o instrutor chefe gritava:

-“FECHA A BOOOOCAAAA!!!” … e jogava litros de água…

E o passeio se seguiu assim, entre remadas, a grande maioria desencontradas, (como o instrutor disse, sem sincronia nenhuma), bateção de remo, gritaria nas corredeiras, alguns pisos e muita, muita risada.

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Momento relax

Lá pelo meio do caminho, acho, paramos o barco na beira do rio e todos descem para uma brincadeira diferente: a flutuação. Recomendado só para quem sabe nadar, consiste em descer a corredeira somente com o colete e o capacete, sem o bote. Numa parte que forma uma queda meio forte, aí a correnteza te empurra para baixo e… rio abaixo. O segredo de não descer até o fim do rio é quando o apito do instrutor soar, começar a nadar vigorosamente para a beirada e retornar. Dessa vez eu pulei a brincadeira, claro!

Mas o João e Júlia foram felizes e logo depois da queda d’água, todos os instrutores ficam a postos para resgatar os “quase” perdidos.

Os dois, principalmente a Júlia teve dificuldade para voltar nas braçadas e um instrutor foi buscá-la antes que fosse levada pelo rio e o João quase foi embora também.

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Ok, os primeiros integrantes estão em baixo da água

Depois de fortes emoções como essas, voltamos todos aos botes e nessa parte também, uma brincadeira que os instrutores fazem é “surfar” com o bote na mesma corredeira que o pessoal desceu flutuando. Nãos tínhamos ideia do que viria e o instrutor (agora eles trocaram de botes) pede para a Júlia e João irem na parte da frente do bote. Começamos a remar… em direção a corredeira e esta parte rende boas fotos e risadas. Quem está na frente leva um caldo gostoso. Depois do que todos entenderam o que se passa, começa o revezamento para mais caldos e mais fotos.

Depois da sessão de caldos e fotos, voltamos ao rio e seguimos assim até o final, entre piso, bateção de remos e mais risadas.

Já quase na chegada, novo momento de pularmos na água (opcional) e seguir assim até a saída do bote.

Os carros (uma Kombi e o ônibus) já estavam lá para nos buscar. Seguimos até a agência e demos um tempinho lá para esperar o CD com as fotos do nosso passeio.

Recomendamos muito o passeio, se estiver na região, não deixe de fazer e  o profissionalismo da agência, passando bastante segurança e atenção. O CD com as fotos também é um excelente bônus, você sai com um boa lembrança num excelente custo-benefício.


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2 Comments on “Rafting no Rio Tibagi

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