São Paulo-Glastonbury: a viagem

Por que Glastonbury?

Terra das fadas, do Rei Arthur, de Morgana, da mítica Avalon, sim, a lendária e perdida Ilha de Avalon, de Guinevere, de José de Arimatéia, da rota de peregrinação católica, da Abadia de Glastonbury, de cenários sangrentos na história e do Tor, ah!!! o Tor… e do cenário verdejante e bucólico do interior da Inglaterra e claro… do aclamado festival.

Viagem feita em julho de 2015

E sim, gente que chegou por aqui e por aqui ficou, encantado com tudo isto ao mesmo tempo, convivendo todos, no mesmo lugar: católicos, protestantes, hippies, esotéricos, druidas e bruxas, naturebas e rockeiros, por tudo isso: Glastonbury!!!

Eu fiz este post porque faz parte da nossa tradição de contar os pormenores e também porque eu precisava começar esta longa série de relatos e os posts estavam encruados, mas uma frase da minha amiga Silvia resume isso: -“Vocês não conhecem uma coisa que se chama vôo direto?” . E eu respondi: “Sim, se chama o dobro do preço. “

Como diz a Silvia, que nos ajudou em algumas partes no planejamento desta viagem, o que nós fizemos na nossa viagem de ida não foi um translado, foi uma peregrinação,  ainda mais que chegaríamos um dia antes de uma data super importante em Glastonbury, as peregrinações religiosas, anglicana e católica.

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No alto do Tor

Já contei que nosso planejamento  começa bem antes, nem tínhamos noção destas peregrinações, foi uma coincidência (se bem que coincidências não existem, não é mesmo?)

Para saber um pouco mais com detalhes sobre o Planejamento e as atrações, adquira nosso primeiro e-book, Glastonbury Guia Básico,  o primeiro guia de Glastonbury em português!

Para não matar ninguém de tédio só vou dar um resumão do que foi nossa peregrinação:

-A primeira parada aconteceu em Atlanta, saímos a noite do dia 08/07 e chegamos às 6:00 h da manhã, num calor desgraçado. Fazer imigração e todo o procedimento… Aqui, teríamos uma escala de 10 horas (DEZ HORAS!!!) e nossa opção, pegar um táxi e ir para um court de compras, sim, aqueles blocos de compras que existem.

Começamos por um supermercado, claro…. o Target, na Pet & Co, ótima loja para pets, passamos na maravilhosa Barns & Nobles (sempre acho que daria para a gente passar o dia todo nesta livraria que coloca qualquer Mega Saraiva no chinelo), na Bed, Bath & Beyond, comprar uma mala pequena para carregar as traquitanas, (olha o estrago começando), uma sucursal da Ross Dress for Less e almoçamos no Shane’s . Ainda deu tempo do João e Júlia darem uma passadinha numa Best Buy. O táxi veio nos buscar de volta para o aeroporto para a continuação;

-chegamos em Paris às 8:10 h. Nova fila de 2 h para imigração. Pegamos o metrô para Gare Du Nord, mais ou menos 1 hora e lá procuramos o translado para o EuroStar.

Nova imigração dessa vez, pois estávamos entrando em área da Inglaterra;

-Embarcamos às 14:40 h e chegamos às 16:02 h em Londres…

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No coração de Glastonbury

Minha grande amiga Silvia nos esperava em Saint Pancras, que nos levou até Paddington, pois nesse começo a gente ia se perder no emaranhado (mas organizado!!)  metrô de Londres.

Descansamos um pouco em Paddington, comemos nosso primeiro fish & chips, a primeira cerveja inglesa e o primeiro pub inglês!!!

Recebemos uma sacola cheia de guloseimas para termos o que comer quando chegássemos provavelmente a altas horas em Glastonbury.

Por conta da greve do transporte público lá em Londres, pegamos um trem cheio e seguimos nossa viagem de pé, apesar de termos reservado bem antes e escolhido nossos assentos, a sorte foi de quem chegou antes e conseguiu sentar.

Chegamos em Castle Cary às 21:00 h, não muito diferente das iniciais 20:20 h prevista, o táxi que eu tinha reservado estava esperando, apesar do atraso por causa da greve.

Chegamos em Glastonbury por volta das 22:00 h, na casa que alugamos, Flying Dragon’s Nest

Nosso review está aqui, na página do Holiday Lettings.

 

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2 Comments on “São Paulo-Glastonbury: a viagem

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