Buenos Aires- Villa Crespo (e um pouquinho do câmbio)

 

 Um pouquinho do câmbio argentino

           Finalmente depois de dois dias passando perrengue por causa do câmbio, nossa primeira tarefa do dia era encontrar finalmente a rua com as casas de câmbio. Pegamos o bus e fomos até a Calle Florida. Lógico que tivemos que passar pela loja do anel e nas outras lojinhas que as meninas gostaram.

            Fizemos o câmbio na MultiFinanzas, um dos melhores câmbios que o Ogro conseguiu achar, (e ele pesquisa muito bem essas coisas, todos sabem…).

            Informações importantes aqui:

         http://www.turismo.buenosaires.gob.ar/es/article/tips-para-cambiar-dinero

            Ele pesquisou aqui: http://www.dolarhoy.com e achou a melhor cotação nestes:

Banco de Corrientes S.A. (Melhor cotação 18/02/14 Dolar AR$ 7.74-COMPRA)
San Martín 333
Ciudad de Buenos Aires

Multifinanzas Cía. Financiera S.A. (Melhor cotação 18/02/14 Real AR$3.53-COMPRA)
Sarmiento 448
Ciudad de Buenos Aires

Cambio Montevideo S.A.
Florida 580
+54(11) 4328-8425
Ciudad de Buenos Aires

Banco de la Nación Argentina (Cotação 18/02/14 Dolar AR$7,68 e R$3.29).
Bartolomé Mitre 326
Ciudad de Buenos Aires

            No site, procure a melhor cotação do dia e clique naquele que oferece a melhor cotação para obter o endereço. Só é aceita a transação com o passaporte, não esqueça do documento no hotel. Aqueles cambistas que ficam oferecendo “-Cambio, cambio” são suspeitos. Pode ser que o cambista seja honesto e os pesos não sejam falsificados, mas não dá para ficar arriscando. Também não esqueça de perguntar nas próprias lojas se eles não aceitam reais. Como você já sabe o câmbio mais ou menos, saberá se estão fazendo um preço ou não. Foi esta aceitação de reais que nos salvou no final de semana.

O que os olhos vêem...é muito diferente do que a boca sente...

O que os olhos vêem…é muito diferente do que a boca sente…

             Depois daquele monte de dinheiro (sim, o volume fica bem grande, ainda que o valor não seja tão alto) almoçamos num lugar que nos chamou a atenção na passagem para a casa de câmbio, pois tinha sushi e comida chinesa, nos fez brilhar os olhos, mas nos damos mal. O lugar, Spring, foi RBB, ruim, bonito e barato… Ficou PAR$ 107,00 para nós quatro, mas depois vimos que tinha comida demais, os sushis cheiravam azedo, aqueles talheres e pratos de plásticos horrorooosos, o frango parecia cru, o que era frito encharcado em óleo, enfim, uma bad trip…

Na Villa Crespo

loja na Calle Murillo

            Pegamos o Subte, na linha C (vermelha) na Florida e fomos até a região dos outlets (teoricamente), na Villa Crespo.Descemos na Malabia.

            Antes, de seguirmos na direção da Calle Aguirre, onde estão as maiores lojas, demos um pulinho na Calle Murillo. Quando você descer do metrô, é só perguntar, são 3 quarteirões em direção oposta. Nesta rua estão concentradas lojas de couro, onde inocentemente achamos que iríamos encontrar peças super em conta. A Júlia foi sonhando com um casaco de couro. Não preciso dizer que não deu para trazer quase nada. Só comprei uma bolsa de couro, pequenininha, encomenda da minha sogra e uma para mim…só…

            Ainda esperançosas com a possibilidade de gastança em alta, seguimos em direção então à calle Aguirre… entramos em muitas, muitas lojinhas, imagine, três mulheres assanhadas com a possibilidade de consumo mas… de novo, decepção total.

            Acredito que a sanha assassina do consumismo já deve ter tido seu apogeu aqui, a considerar pela inúmera quantidade de lojas, os totens nas ruas, com a identificação de cada loja que existia na sequência, mas foi bastante visível os sinais da decadência e da crise atual, como muitas, muitas lojas fechadas e para nós, realmente, o verbo comprar deve ser conjugado em Orlando, nos Estados Unidos,  ou menos glamorousamente, mas igualmente econômica, na nossa querida Zepa, rua José Paulino, no centro de São Paulo.

            Encontramos uma lojinha do Havana Café, tomamos minifrapé para levantar os ânimos, compramos alpargatas para cada uma da Paez, só para não falar que não trouxemos nada…

            Pegamos o ônibus 106, que vimos que passava em Recoleta, que demorou um século por causa do trânsito na hora do rush e voltamos completamente desapontadas para casa…

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2 Comments on “Buenos Aires- Villa Crespo (e um pouquinho do câmbio)

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