Buenos Aires- A chegada em Recoleta, o reconhecimento e a Livraria El Ateneo

micagem da Júlia em frente a livraria El Atheneo

micagem da Júlia em frente a livraria El Atheneo

       Eu sei, super clichê, todo brasileiro antes quando pensava em “dar uma esticadinha para o exterior”, pensava em Buenos Aires. Antes, porque agora todos pensam em um único destinoOrlando e outlets…

            Nas vezes anteriores, assim como ocorre com algumas cidades, só conhecemos o lugar em rota de passagem, aeroporto ou rodoviária. E assim era com BAS, dormimos no Aeroparque já, mas nem havíamos colocado o nariz para fora do aeroporto.

            Preciso dizer que roteirizamos praticamente todo o nosso passeio, pelo Matraqueando,  e conversando entre nós 4, decidimos excluir alguns lugares, apesar de serem programas obrigatórios, como dizem para os turistas: deixamos o lado da La Boca, sei que dizem que é bonitinho, mas para ver favela pintada já estamos bem acostumados por aqui, ninguém quis conhecer o Zoo de Lujan, achamos todos uma crueldade o que se faz com os bichinhos dopados por lá, certamente sairíamos com depressão profunda de ver a situação dos animais (quero ver colocar você lá dopado e os bichos passarem para ver os humanos dóceis, se é legal), os estádios (odiamos futebol), a Casa Rosada (por fora já foi o suficiente), Puerto Madero que trocamos pelo passeio ao Rio Tigre e as milongas, porque os 4 pernas de pau iam só passar vergonha e não somos nenhum de nós, assim… uns pés de valsa…

Chegando em El Chaltén-AR

Chegando em El Chaltén-AR

            Nesta vez, aproveitando a programada para El Chaltén, que contamos daqui a pouco, resolvemos esticar um pouquinho na capital porteña, e de dois, três dias, acabamos enforcando 1 semana por lá.

            Pegamos aqueles voos esdrúxulos da madrugada e desembarcamos às 5:00 hs, nos deparando com uma fila impressionante para a aduana. Não entendemos até agora porque aquele caos no desembarque. E a gente sempre acha que só Guarulhos é confuso…

            De novo, passamos pelo mesmo erro imbecil… sem um peso argentino no bolso, estávamos crentes que finalmente poderíamos trocar os reais pelo Banco de La Nación Argentina, pois desta vez desembarcaríamos em Ezeiza, e todos os lugares falam que o câmbio é melhor, etc, e lóooogico que o Banco tinha que estar fechado…apesar de lermos em todo  lugar também que funciona 24 hs… Murphy sempre nos acompanhando no quesito câmbio, é impressionante!

            Pegamos um táxi grande, seguindo as dicas deste blog ótimo que achamos sobre transportes em BAS,no Ezeiza Táxi, pagamos PAR$ 110,00, bem mais em conta que o nosso hostess pelo AirBnB , disse que cobraria, US$ 50,00.

A visão da sala

A visão da sala

            Chegamos por volta das 9:00 hs, pois além da fila confusa na aduana ainda fizemos hora porque o check in seria por volta deste horário, tomamos já para inaugurar um café expresso com duas media lunas cada, que nos acompanhariam até o final da nossa viagem, e mais o tempo de táxi, de cerca de 1 hora.

Burger King da Av. Santa Fé, Buenos Aires

Burger King da Av. Santa Fé, Buenos Aires

            Conhecemos o apê, descarregamos a nossa sempre imensa bagagem, tomamos lanche no  Burger King da Santa Fé, estávamos bem pertinho e depois saímos loucamente procurando casas de câmbio para trocar nossos reales…

o centro de Buenos Aires

o centro de Buenos Aires

           Andamos um monte, cada um falando para nós, é mais 2 quadras, mais 2 quadras, acabamos à pé até a R. Sarmiento e a 9 de julho e pegamos um ônibus na volta, pois estávamos exaustos. Acredito que andamos cerca de 2 hs, e as avenidas são imeeensas, anda, anda e foi engraçado, era como andar no centro de São Paulo, era sábado, então o comércio não estava aberto também, só que como as avenidas são muito compridas, vai passando por partes de comércio especializado, então começou com lojas diversas, depois se transformou em comércio de eletrônicos, depois para instrumentos musicais e depois da 9 de julho, foi para a parte das casas de câmbio. Eu, a Júlia e a Dani não aguentamos andar até o final e ficamos esperando num banquinho olhando o movimento da 9 de julho e o obelisco, só o João tentou terminar a empreitada… Não preciso falar que não conseguimos trocar um tostão, né…Como descemos bem pertinho, paramos na Livraria El Atheneo, http://www.elateneocentenario.com/ que estava louca para conhecer e que salvou o nosso dia…

A majestosa Livraria El Atheneo

A majestosa Livraria El Atheneo

            Fundada em 1912, mas o Grand Splendid foi inaugurado em 2000, em um prédio que foi construído em 1903, para funcionar como um teatro, com capacidade para mais de 900 espectadores.

            E (lá vem mais clichê), não sei se porque eu estava esperando mesmo conhecer, o cansaço por ter caminhado até o centro, a noite, muito mal dormida, eu sei que aquela primeira impressão, com as cortinas vermelhas de veludo, aqueles balcões dispostos ao redor, o teto lindamente pintado, mais a trilha sonora tocando Louis Armstrong me transportou imediatamente para outro lugar e outro tempo… todo mundo se dispersou, pegou um punhado de livros e um canto para folhear… o João acabou dormindo naquele carpete e nós ficamos um bom tempo desfrutando desta experiência.

detalhes...

detalhes…

            Depois saímos em reconhecimento da Livraria toda, não deu infelizmente para pegar uma das cadeiras nas áreas reservadas, mas deu para conhecer e passear. Na parte inferior, fica a  ala infantil, bem decoradinha, uma alegria para a criançada. Ficamos de voltar para pegar a máquina boa e tirar umas fotos decentes e comprar alguns livros, afinal estávamos bem pertinho “de casa”, só que depois, acabamos não tendo mais tempo de voltar…

            Neste dia, cansados, ainda passamos no mercadinho perto do apê e voltamos para casa, jantar por lá mesmo.

           Leia mais:

-Nossa experiência no El Sanjuanino

-Os helados da Volta Heladeria

     Outros posts da série Buenos Aires:

Como foi se hospedar pelo AirBnB

Usando o transporte público em Buenos Aires

Centro e San Telmo

Palermo

Parque de La Costa

Rio Tigre

Villa Crespo

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5 Comments on “Buenos Aires- A chegada em Recoleta, o reconhecimento e a Livraria El Ateneo

  1. Pingback: Buenos Aires- Rio Tigre | Os caminhantes

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    nestor158_1@hotmail.com

  3. Pingback: Parque de La Costa | Os caminhantes

  4. Pingback: Buenso Aires- O Centro e San Telmo | Os caminhantes

  5. Pingback: Villa Crespo e algumas informações do câmbio em Buenos Aires | Os caminhantes

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