Blogagem coletiva- As viagens da nossa infância

Os primos na represa de Mairiporã
Os primos na represa de Mairiporã

Os primos na represa de Mairiporã

A Origem

 Este post faz parte de mais uma blogagem coletiva, o terceiro, do grupo do Facebook de Viagens em Família que é super animado. O primeiro foi… a primeira viagem da Família, que já contamos aqui . O segundo, foi sobre os nossos perrengues de viagem, que eu conto aqui .

 A proposta desta nova blogagem coletiva, como indica uma das organizadoras, a Sut-Mie Guibert, com o referência Viajando com Pimpolhos , é contar sobre nossas viagens de infância, nossas memórias, como aconteciam, para onde íamos e a origem de toda essa fissura por viajar em família.

 Era uma vez…

 Vou começar como as avós contam histórias, naquele tempo…sim, porque sou um pouquinho mais velha que a maioria do grupo, então as vivências deverão ser um pouco diferentes da grande maioria do grupo.

Então… naquele tempo, a grande maioria das famílias, tinha outras prioridades, e certamente, viajar não era uma delas. Somos do tempo em que comemorávamos a chegada da televisão colorida, sem controle remoto, com aquele botão de girar; a aquisição de uma linha telefônica era motivo de orgulho e sinal de melhores condições de vida, com disputas entre os irmãos para ver quem atendia primeiro o telefone. Carro, só um, para o chefe da família (e olhe lá!), doces e balas, tinha dia certo para comer, não era todo dia; refrigerante, só em festa e de vez em quando aos domingos; as famílias eram numerosas, filho único era uma aberração quase. Ninguém estudava em colégio particular, todo mundo ia para a escola municipal ou estadual do bairro mesmo. 

Minha irmã mostrando o "grande" peixe que pescou

Minha irmã mostrando o “grande” peixe que pescou

 De pescaria e chatices

 E em casa não era nada diferente deste cenário. Algumas particularidades nossas: como toda família nipônica (que eu não sei porque cargas d’água isso acontece), os pais (homens)  adoravam e tinham olhos somente para uma coisa em relação à lazer: pescaria.

Não sei se era assim em todas as famílias japonesas, mas eu cresci achando que todos os homens japoneses eram iguais ao Bubba, do Forrest Gump: toda a conversa se resumia em vez de camarão, a peixe. Tamanho, cor, formato, emoção da fisgada, puxada, carretilhas, anzóis, iscas…Ah! as nojentas iscas, desde minhoca, ração, macarrãozinho até larvas, um nojo!!!

Assim, até uma certa idade, (que graças ao bom Deus e à dois tios, mudaram nossas vidas, que conto daqui a pouquinho), passear para nós só tinha um destino: pescar…

Conheço desta forma, TODAS as represas, rios, nascentes e poças d´água perto de São Paulo, onde existe a mínima possibilidade de existir uma forma de vida aquática que possa vir a ser um peixe com a promessa de fisgá-lo tão logo o ser se distraísse.

Não preciso dizer que tenho pavor até hoje do lazer. Como peixe sim, e ponto.  Minha relação com peixe termina por aqui.

Ai que história mais chata… e aí, entram em cena a salvação!

O camping de Curitiba

O camping de Curitiba

 Põe musiquinha aí de milagre!

 Meu querido e saudoso tio Hayashi, apresenta o (gente, eu não sei se isso existe ainda!) o CCB- Camping Club do Brasil, ao meu pai. Pagava-se uma mensalidade (que eu não tenho a menor noção de quanto era) e recebíamos um jornalzinho com todos os campings habilitados. Considerando todas as questões lá em cima, uma família com quatro crianças, mais dois primos, simplesmente impossível arcar com despesas de hotel, refeições, restaurantes, etc, etc…

Era muito mais econômico e tornaria viável, somente com a aquisição de uma barraca, os apetrechos de camping, sacos de dormir e a refeição seria feita pelas nossas mães, perfeito!

Isso aconteceu por volta dos meus 8~9 anos e a própria arrumação para a viagem já era uma festa para nós. As férias eram curtas, pois meu pai tinha um comércio, 10~15 dias estourando!

Até hoje, eu não entendo como era possível colocar tanta carga num carro, íamos atolados, até o teto, pois a barraca, primeiro uma para cinco pessoas, pois a caçula era bebê (tinha 1 aninho na viagem inaugural, uma fofa!), cabia em qualquer cantinho e depois uma “luxo” com lugar para 7 pessoas e varanda enorme, não eram em fibra de alumínio como hoje não, tudo em ferro mesmo, as lonas pesadas, a comida necessária para todos os dias, nossas roupas, uma doideira! No começo, um bagageiro conseguia dar conta da bagagem. Depois, meu pai teve que comprar uma carreta para carregar a tralha toda…

Minha mãe ia preparando a bagagem um mês antes (sempre organizada e precavida essa minha mãe…), nós íamos fazendo check-list todo dia um pouquinho (-“Mãe, quantas camisetas, quantos shorts, quantas meias), e ela não tinha como revisar mala de ninguém, se faltasse alguma coisa na hora, pega da sua irmã!  e claro que a roupa, sapato novo do Natal tinha que ser a roupa de gala que seria usada para a viagem (ainda que fosse uma estrada de 13 horas,  na  viagem inaugural para Curitiba e arredores).

Pode parecer um verdadeiro programa de índio para a grande maioria, mas para nós foi a escolha entre passar todas as férias trancadas em casa ou sair um pouquinho, e sabíamos que ainda que fosse por poucos dias, eram muito bem aproveitados.

no camping de Foz do Iguaçu

no camping de Foz do Iguaçu

Os passeios funcionavam quase sempre da mesma forma (salvo algumas exceções): meu pai e seus irmãos saíam para pescar de manhãzinha, então meu tio Hayashi e minha tia-madrinha lotavam seus carros com as mulheres restantes e a criançada e saímos conhecer a região e suas atrações. Não tinha cinto de segurança para cada um que nada! As crianças já tinham o seu lugar cativo no carro, o bagageiro, que por razões óbvias era chamado por nós, carinhosamente de “forninho”.

Algumas vezes, os pescadores nos acompanhavam nos passeios.

O planejamento, rota, tempo de estadia e locais era tudo traçado por este meu tio.

E foi assim, acampando, de um lugar para outro que chegamos a conhecer o Sul do país, inclusive Sete Quedas, que ainda existia, a região de Foz do Iguaçu, muamba naquela época, legítima! do Paraguai, que Miami que nada… Minas Gerais, região de São Paulo, bastante e Rio de Janeiro, com todos os passeios clássicos, com direito a Cabo Frio e Búzios, entre outros lugares.

 Perrengues

 Tinha perrengue??? Só tinha: não existia GPS, nem Google Maps, aplicativos traçando rotas… só os mapas rodoviários Quatro Rodas, e era o que norteava nossas viagens. Lógico que vez ou outra alguma estrada aparecia fora do mapa e nós pegávamos este “atalho” justamente. Foi assim que demoramos 13 h para chegar de São Paulo até Curitiba; ou mais um atalho para conhecer um lado “selvagem” de Ilhabela e quase cairmos numas valas que cabiam tratores.

Nas pescarias, estradas lamacentas e esburacadas eram rotina. Meu pai carregava umas correntes no carro para revestir o pneu para “transformá-lo” em 4 x 4. Nós, as 5 mulheres (já contei, minha mãe e nós, as 4 filhas) já empurramos muito carro. Também já tomamos inúmeros banhos de lama, de lavar do cabelo até o pé. E tenho que dizer, meu pai, hoje com quase 80 anos desatola carros de lama até hoje, não conheço ninguém que tenha a mesma habilidade dele!

Tenho que contar que o meu trauma de água também veio da infância; toda vez que eu e minha prima cismávamos de brincar na água, acontecia algum desastre. Assim, na praia a gente era arrastada para o fundo, e quase morremos afogadas; num riozinho com água no tornozelo, simplesmente no próximo passo, caímos numa vala e ficamos com água até o peito, e nós presas lá em baixo; piscina, a gente dava um jeito de engolir água, então mesmo depois de algumas tentativas em escolas de natação, simplesmente desisti, perdi a vergonha e quando vou entrar em algum lugar, acabo usando o colete salva vidas mesmo. Confesso que é o maior fracasso e vergonha da minha vida, ainda a ser resolvido…

Minha irmã, mais doente, acabava sempre passando mal nas viagens… era dor de barriga, dor de ouvido, febre, e algumas vezes acabávamos voltando para casa por isso…

Dias e dias intermináveis acampando na chuva, imagina o que deveria ser segurar 6 crianças…

E muito, muito mais… mas como diz meu amigo Pompeo,   os perrengues são os temperos adicionados à viagem, e no nosso caso, o “tempero” é caseiro….

 

a casa de praia de Santos

a casa de praia de Santos

 O sonho da casa de praia e de sítio

 E então, aconteceu nas nossas vidas, a concretização do tão sonhado modelo de lazer: ter uma casa de praia ou de campo, onde momentos de puro prazer e deleite estariam esperando nos finais de semana, regados à muuuita preguiça, espreguiçadeiras confortavelmente instaladas, comida farta, paz, sossego, alegria e desapego….

Como já ouvi também, o sítio (ou barco, ou casa de praia) trazem muita alegria em dois momentos: na hora da compra e depois na hora da venda….

Com o Ogro aconteceu mais cedo na vida dele. Meu saudoso sogro, assim que pôde, comprou uma casa na Praia Grande, com (alerta máximo acionado) um sócio…

Mergulhão

Mergulhão

Ele conta as agruras: quando a família descia para o tão sonhado fim de semana, tinha que desalojar a parte que lhes cabia que a outra família logicamente havia tomado, sempre achando que o outro lado não viria… brigas homéericas…stress nº 1.

Arrumar a casa (em São Paulo) antes de sair, quando chegava na praia, quando saía da praia e quando chegava em São Paulo (não tenho a mínima idéia por que… deve ser um tipo diferente de TOC, sei lá)…. stress nº 2

Temporada, praia, verão, só todo mundo com a mesma idéia: todos os estabelecimentos lotados, fila para tudo, falta de luz, calor, criança desidratando invariavelmente… stress nº 3

 

O sítio em Nazaré Paulista-SP

O sítio em Nazaré Paulista-SP

Comigo: um pedacinho de terra, na beira da represa, claaaro…

O mesmo erro fatal (não um, DOIS sócios!!!).

Não tinha luz, mas esse era o menor dos problemas…

Tenho que dizer que até que a convivência era pacífica, não lembro de nada muito

traumático.

Mas era muito trabalho… como meus pais eram da roça, então não podia ter um pedacinho de terra sem plantar. Tínhamos pé de tudo, uma horta bem grande e aconteceram duas plantações que acabaram nos “traumatizando”: uma plantação de feijão, colhemos não lembro quantas sacas e uma plantação de 50 pinheiros que até hoje comentamos….fora isso, tinha as invenções: quando meu pai inventou fazer uma parreiral, ficamos colocando estacas o dia inteiro, o galinheiro, cada porcaria de estaca deveria estar milimetricamente ajustada com a anterior (o que passava nas nossas cabeças de adolescente, imagina!)…

A partir daí, as viagens tinham sempre um destino único… muito chato!

E concretizando a profecia, tanto para uma família quanto para a outra, realmente a venda das propriedades foram motivo de felicidade.

Então, nosso mandamento nº 1 quando juntamos nossos trapinhos foi: “Jamais, em tempo algum ousarás pensar em comprar casa de praia ou de campo”. E nossa maior diversão, que é viajar já começa pela liberdade de poder escolher qualquer lugar que passar nas nossas cabeças!

 Por que continuar a saga de viagens

 Depois de tantos perrengues, tanto trabalho, tanta encrenca, porque insistimos em continuar viajando?

Porque foram momentos únicos e especiais onde foram reforçadas as melhores coisas da vida: convivência, paciência, amor e companhia, que nenhum presente caro pode substituir. Isso pode ocorrer na rotina cotidiana? Não só pode como deve, mas a própria rotina diária atribulada impossibilita esse conviver, essa dedicação e atenção exclusiva ao outro (ou à si mesmo, muito importante!)  e são nas escapadas das viagens que existe uma possibilidade maior destes momentos acontecerem. Pelo menos funciona assim aqui em casa.

Milhares de textos, teorias e frases Facebookianas podem resumir, teorizar ou explicar, mas fecho este post com uma das minhas frases preferidas e que representam bem o que pensamos, vindo novamente do meu amigo Pompeo, em um comentário em uma de nossas postagens (taí, mais um motivo de viajar: conhecer gente bacana, com os mesmos ideais e valores que os nossos)

 “Marcia, TODA viagem tem seus perrengues! Acho que são eles que dão aquele tempero especial, e no meu caso acho que gosto das coisas muito temperadas…rsrsrsrs.

Parabéns novamente por esta história, não apenas esta postagem, mas sim esta história de Vida! Dizem que daqui só levamos as emoções vividas e eu acredito nisto, portanto quando partirem para a outra “viagem”, terão excesso de bagagem. Abs.
Pompeo”

 Coloco aqui os outros blogs que estão participando da blogagem coletiva (vou atualizando conforme as publicações)

1.Claudia Rodrigues Pegoraro – Felipe, o Pequeno Viajante:

http://felipeopequenoviajante.blogspot.com.br/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa.html#more

2.Karen Schubert Reimer – As Aventuras da Ellerim Viajante:

http://ellerimviajante.com.br/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia.html

3.Francine Agnoletto – Viagens que Sonhamos:

http://viagensquesonhamos.blogspot.com.br/2013/10/as-viagens-da-minha-infancia.html#comment-form

4.Thyl Guerra – Viajando com Palavras:

http://viajandocompalavras.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia/

5. Adriana Pasello – Diário de Viagem

http://www.diariodeviagem.com/photo/blogagem-coletiva-viajava-crianca/

6. Sut-Mie Guibert – Viajando com Pimpolhos

http://viajandocompimpolhos.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia/

7. Andrea Barros – Do RS Para o Mundo

http://dorsparaomundo.blogspot.com.br/2013/10/3-blogagem-coletiva-as-viagens-da-minha.html

8. Andreza Trivillin – Andreza Dica e Indica Disney

http://www.andrezadicaeindicadisney.com.br/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa.html 

 9. Patricia Papp – Coisas de Mãe

http://coisasdemae.wordpress.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-viagens-na-infancia/ 

 10. Camila de Sá Marquim – Na Viagem com Camila

http://naviagemcomcamila.wordpress.com/2013/10/12/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia/

11. Débora Segnini – Gosto e Pronto

http://www.gostoepronto.com/2013/10/blogagem-coletiva-viagens-infancia/

12. Débora Galizia – Viajando em Família

http://viajandoemfamilia.com.br/blogagem-coletiva-as-viagens-da-minha-infancia-a-riqueza-da-simplicidade/

13. Aryele Herrera – Casa da Atzinhttp://casadaatzin.wordpress.com/2013/10/13/blogagem-coletiva-as-viagens-de-nossa-infancia/

14. Andréia Mannarino – Mistura Nada Básica

http://misturanadabasica.blogspot.com.br/2013/10/3a-blogagem-coletiva-as-viagens-da.html

15. Tatiana Dornelles – Destino Mundo Afora

http://destinomundoafora.blogspot.com.br/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa.html

16. Manu Tessinari – Cup of Things

http://cupofthings.com/2013/10/15/blogagem-coletiva-viagens-nossa-infancia/

17. Valéria Beirouth – It Babies

http://beirouth.wordpress.com/2013/10/15/blogagem-coletiva-as-viagens-da-nossa-infancia/

18. Luciana Misura – Colagem

http://luciana.misura.org/2013/10/15/blogagem-coletiva-viagens-da-nossa-infancia/

 19. Amanda Lago – Batendo Perna Pelo Mundo

http://www.batendopernapelomundo.com/2013/10/blogagem-coletiva-as-viagens-da-minha.html

20. Erica Kovacs – Viagem com gêmeos

http://viagemcomgemeos.com/2013/10/25/blogagem-coletiva-viagens-da-nossa-infancia/

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19 Comments on “Blogagem coletiva- As viagens da nossa infância

  1. Marcia….

    Mas essas pescarias devem ter sido divertidas, hein?
    Eu lembro de uma, onde meu pai, pescou o dedinho da minha irmã….aiaiaia..tadinho do meu pai, experiencia zero com o anzol!

    Bjs e Feliz dia das crianças!

    • Francine,
      Não posso dizer que não aconteciam verdadeiras “videocassetadas” sem a câmera filmando, uma pena…
      Como minha tia levando melancia na pescaria, ela sair rolando pelo barranco e cair lá em baixo na água quase matando de suto um pescador…
      Bjs!

  2. Parabéns pelo post, grandes recordações. Está sendo ótimo conhecer um pouquinho das experiências da infância quem ama viajar como eu e ver como essa paixão começou. Concordo com vc, nenhum presente caro pode substituir essas experiências vividas.
    Feliz dia das crianças.
    Thyl Guerra @viajandpalavras

    • Thyl,
      Muito obrigada!
      Estas blogagens são ótimas para conhecermos outros blogs (e pessoas, claro!), esta troca de experiências e vivências, que fazem a vida valer a pena!
      Bjs!

  3. Acampamento e pescaria…. que máximo hein!! O espírito aventureiro veio no sangue né!!!! E fala sério, como nós íamos à praia hein….. Acho que tudo era muito mais fácil naquela época. Adorei o post!!! Parabéns

    • Oi Débora!
      Eu reclamo, reclamo das pescarias, mas não posso deixar de considerar que isso me moldou para as viagens que se seguiriam ao longo da minha vida…
      Foi assim, ajudando meu pai a carregar a tralha da pescaria, a mochila pesada subindo o morro que posso ter herdado este gosto incrível por programas de índio…rsrs…
      E todo mundo ia para o mesmo lugar, que engraçado né???
      É como Miami e Orlando de hoje…
      Um beijo!

  4. Oi Marcia,
    Pé na estrada e nada de casa na praia ou no campo!! Rsrs
    Estamos juntas!
    E estas histórias das pescarias e da plantação de feijão?! Eu só participei de duas pescarias na minha infância, mas queria ter participado de mais

    • Oi Aryele!
      Concordo em gênero, número e grau!
      Fala sério, a melhor coisa do mundo é fechar o olho, colocar o dedo no mapa e falar, é pra cá que eu vou! (não é bem isso, mas se fosse, também estava valendo!)
      Já falei, essa m…plantação de feijão e pescarias…tsc, tsc, tsc…
      Não façam isso com as crianças, tadinhas!
      Um beijo!

  5. Márcia,
    muito legal os acampamentos! Eu também já acampei, como contei no meu post. Mas o melhor de tudo é que eu tb não tenho a menor vontade de ter uma casa na praia… prefiro escolher o destino e ir. Odeio o tumulto do litoral no verão (já morei em cidade de praia). bjs

    • Oi Andrea,
      Os acampamentos eram bem legais mesmo, mesmo sem conforto e luxo, eram (e no nosso caso, ainda continuam sendo) ótimos.
      A melhor sensação realmente é escolher onde iremos na próxima viagem.
      Já falei também, não somos muito de praia (a Júlia e o João ainda gostam mais que eu), sou do mato e principalmente das montanhas!
      Beijos!

  6. Marcia, acho que a gente tem a mesma idade ou na mesma faixa, rsrs. E tome camping! 🙂 Acho que essa estrada em Ilhabela pro lado selvagem foi a mesma que nós fizemos, felizmente conseguimos chegar, hehe. O meu avô não era oriental mas era fissurado em pescaria, felizmente a gente não tinha que acompanhar!

    • Oi Luciana!
      Acabei de falar isso para a Débora Segnini… parece que todo mundo ia para o mesmo lugar!!
      Então sabe dessa estrada maluca, né??? Imagina, uma Variant II e uma Brasília (bege, não amarela), tentando fazer o que nem um 4 x 4 conseguiria fazer, tenho minhas dúvidas….hehehe…
      Levante as mãos para os céus, e agradeça se acaso NÃO tiver um parente oriental… se livrou de uma boa!
      Um grande abraço!

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