Patrimônio da Penha e Arredores

Pousada Beija Flor Patrimônio da Penha

Pousada Beija Flor
Patrimônio da Penha

Tomamos o café da manhã no Hotel Cannes, que já falei aqui , como foi. Como eu já falei, era assustador por fora, mas da porta para dentro, bem normal e o café da manhã foi bom também, melhor do que achávamos que seria. 

Seguimos em seguida para Patrimônio da Penha.

 Acabamos decidindo ficar nesta localidade pelo preço oferecido da Pousada e ponto. Confesso que foi um tanto quanto difícil conseguir cotações. Desde o início a ideia era fazer o Pico da Bandeira, (a cereja do nosso bolo) pelo lado capixaba, até considerei levemente visitar pelo lado mineiro, mas queria privilegiar o lado capixaba, onde os relatos lidos diziam que era mais bonito.

As hospedagens pesquisadas: 

Villa Januária

Recomendada pelo Tiago Reis, do Rotas Capixabas aqui

Pousada Encanto da Serra

Mandei e-mail, mas ninguém me respondeu…

Jardim de Gaia

Aqui também mandei e-mail, e o proprietário me respondeu que ainda não estava pronto para receber hóspedes…

Acabamos ficando na Pousada Jardim do Beija Flor:

Achei num site alguns telefones de outras pousadas, para você tentar, mas aviso de antemão que é um pouco complicado.

Retirado daqui: http://www.endurodeaventura.com.br/mural/mural.php?pagina=12

=> Engenho do Vovô – (28) 9935-5147 ou 3553-3504 (engenhodovovo@yahoo.com.br)
=> Recanto da Kachú – (28) 3559-1147 (recantodakachu@yahoo.com.br)
=> Retiro da Juriti – (28) 9903-7002 ou (32) 37462663
=> Recanto do Cerro – (28) 9918-4973
=> Pousada Encanto das Montanhas – (28) 35591186
=> Sítio Recanto das Bromélias – (28) 9986-7893 (celiatozzi@ig.com.br)
=> Encanto da Serra – (28) 9882-5861 ou 9917-1424 (encantodaserra.caparao@hotmail.com)
=> Pousada Vovó Geni – (28) 3559-3065
=> Pousada Pedra Menina – (28) 3559-3100
=> Pousada Lacerda – (28) 9917-8487
=> Pousada Central Caparaó – (32) 9941-4593 ou (28) 3559-3049
=> Jardim Botânico Bilarte – (32) 9942-5716 (celeste_v_castro@hotmail.com)

Fazenda Mundo Novo: Hospedaria rural- mandei e-mail

http://www.circuitocaparaocapixaba.com.br/home/empreendimentos_det.asp?eID=8&ce=7, que pediram para ligar, mas já tinha decidido pela Beija Flor.

            Paramos em Ibitirama para almoçar num restaurante de estrada mesmo, pedimos informações e continuamos para Divino de São Lourenço para chegar a Patrimônio da Penha, por volta das 5 hs da tarde.

Lugarzinho perdido no tempo, uma estradinha só, algumas casas em volta, quase ninguém na rua, climazinho frio, PERFEITO!!!!

Fomos recepcionados pela Relva, a filha da dona da Pousada, a Valéria, que preparou um caldo de ervilhas, enquanto descarregávamos as malas e nos ajeitávamos no quarto simples, mas acolhedor e confortável, delicioso, na noite friazinha de Patrimônio acompanhado de pão de cristo (que a Júlia adorou!!). Aquecidos e confortados, fomos dormir cedinho.

Segundo dia em Patrimônio da Penha

Alterando os planos e dando uma esticadinha neste lugar mágico

Café da manhã na Pousada Beija Flor

Café da manhã na Pousada Beija Flor

 No dia seguinte, depois do café da manhã com produtos integrais e preparados lá mesmo: pão integral, pão de cristo (é um pão onde o fermento você tem que ganhar de outra pessoa para fazer), manteiga de soja (uma delícia!!!), geleia caseira, bolo de frutas com uvas passas e suco de limão rosa com couve, (maravilhoso, refrescante!!) fomos fazer uma coisa muito importante: resolver o vazamento de gasolina…

Nós e os eternos problemas com os carros alugados…

Depois da bênção de um mecânico vizinho, amigo do pessoal da Pousada, resolvemos seguir com nossos planos de subir para o Parque Nacional do Caparaó, que segundo a nossa programação, dormiríamos no Parque e subiríamos para o Pico da Bandeira neste dia.

Distrito de Pedra Menina

Distrito de Pedra Menina

Saímos às 11:00 hs da manhã, com toda a tralha do acampamento e da caminhada e entre uma perdida e outra, em Pedra Menina, tentando achar um segundo mecânico, para ver se ainda continuava a pingar gasolina, finalmente encontramos um.

E como são essas coisas do destino, o mecânico que achamos foi durante anos, guarda-parque no Parque Nacional. E conversa vai, conversa vem, o Seu Egídio (boa prosa, bom mecânico, atencioso) arrumou o carro ele olhando para a montanha lá em cima, comentou que não era um bom dia para subir naquela noite. Contamos que havíamos consultado o Inpe e o Climatempo e a previsão era para chuva aquela noite.

Ele confirmou isso mesmo, segundo a sua experiência como guarda-parque e como morador da região. Segundo seus cálculos, segunda chovendo, terça, quarta, ficava nessa mesma coisa, meio nublado, meio fechado, quinta seria bom e sexta seria  o dia ideal para chegar ao topo.

Diante de tudo isso, mais os atrativos que descobrimos que teríamos em Patrimônio da Penha e arredores, mais que gostamos do clima e das pessoas da região, resolvemos adiar a nossa subida ao Pico e encurtar a nossa estadia na praia (uma semana seria de matar, principalmente para mim!) e prolongar nossa visita nessa região.

Eu e a D. Sebastiana

Eu e a D. Sebastiana

Neste vai e vem todo, já 13:00 hs, almoçamos na D. Sebastiana, comida caseira, à vontade, por R$ 12,00 e marmitex por R$ 10,00, de você pegar o prato, entrar na cozinha dela e ir se servindo nas panelas: arroz, feijão preto, couve refogada, abobrinha ralada, farofa, lombo, frango assado e macarrão.

Placa com atrativos do Parque Nacional do Caparaó

Placa com atrativos do Parque Nacional do Caparaó

Só para tirar da cisma, resolvemos subir até a Portaria do Parque, para conversar com os guarda-parques, que tiveram a mesma opinião do Seu Egídio. Além disso, para acertar nossa estadia, pois eu havia reservado para esta noite nossa pernoite e saber se poderia (ou deveria) reservar para a quinta-feira.

Quatro horas da tarde quase, descemos para o vilarejo de Pedra Menina, e da lan house do lado da D. Sebastiana, fomos acertando e reagendando com todas as hospedagens que se seguiriam após Patrimônio da Penha. Achamos uma espiriteira, que seria a substituição para a mal fadada compra do botijão para o novo super hiper fogareiro que havíamos comprado e voltamos para Patrimônio da Penha, para surpresa das meninas da Pousada Beija Flor.

Terceiro dia em Patrimônio da Penha

A visita ao Portal do Céu

 

Poço do Curumim

Poço do Curumim

Enquanto a Valéria servia o café da manhã desta vez, foi explicando o caminho para visitarmos o Portal do Céu.

O Portal do Céu é uma EcoVila, com 23 proprietários e vários moradores. A Valéria é uma das primeiras moradoras deste lugar, que “descobriram” este lugar e decidiram fixar raízes aqui. A Relva nos contou brevemente a história da família com o lugar: nos idos da década de 90, procuravam um lugar para se fixar e a alternativa primeira era partir para os lados da Terra Ronca, em Goiás.

Um dos amigos, em visita a um parente, se encantou de tal maneira com o local, chamou os amigos, que também se encantaram e da idéia inicial de Terra Ronca, mudaram para cá e começaram a construir e se fixaram aqui.

No começo, moravam “lá em cima”, como elas diziam, um caminho acessível somente por trilha (lá em cima, vimos uma estrada, mas não sei por onde chegar), mas com o tempo, para as atividades mais rotineiras, a subida e descida começaram a ficar difíceis então desceram para o vilarejo. Lá em cima fica também a Sede do Santo Daime, que acabamos lógico, pegando um caminho errado na trilha e não encontramos…

 

A Ponte para o Céu

A Ponte para o Céu

Fomos seguindo as indicações da Valéria, encontramos a mina d’água com as cuias de casca de coco já colocadas ali estrategicamente para os passantes matarem a sede, passamos pela ponte, (a ponte para o Céu), pela recepção até atingirmos o Espaço de Vivências Beija Flor, um segundo espaço mantido pela família da Valéria, onde além de se hospedar e desfrutar de refeições com base vegetariana, você pode participar de alguns cursos ou participar de vivências práticas e teóricas, consultas a oráculos em grupo, práticas de yoga, técnicas de automassagem, enfim, uma série de atividades voltadas ao auto-conhecimento em integração total com a natureza. Os eventos ocorrem em épocas normalmente de feriados, é só acompanhar a programação pelo blog.

Jardim do Beija Flor

Espaço de Vivências do Beija Flor

Como estava bem friozinho lá em cima e ainda por cima começou a chover, entramos dentro do espaço, (!!!) pois na última vivência alguém havia perdido a chave, e a Valéria disse que poderíamos entrar e conhecer o lugar (!!!). Gente, alguém consegue imaginar isso hoje em dia???

O interior do Espaço Beija Flor

O interior do Espaço Beija Flor

Comemos nosso lanchinho delicioso, que a Valéria nos mandou, com pão caseiro com fatias de queijo branco e tomate temperados com azeite e sal e uns pedaços de bolo de fubá com goiabada mais umas laranjinhas docinhas recém colhidas.

A casinha do coração

A casinha do coração

Depois que a chuva acalmou, saímos para um reconhecimento local, vimos todos os espaços onde são feitas as vivências, encontramos a “casinha do coração”, que ela nos indicou que encontraríamos…”-vocês não conseguem ver, as casas do Portal do Céu ficam escondidas por dentro da mata..”, paramos um pouquinho para apreciar a vista que em dias de céu aberto deve ser fantástica!

Olha essa sauna!

Olha essa sauna!

Continuando nosso reconhecimento local, descemos até o Poço do Curumim e à direita, uma casinha feita de pedras curioso nos chamou a atenção e percebemos que só poderia ser a sauna. Mais exótico impossível. Deve ser uma experiência bem diferente, fazer uma sauna e pular no poço que forma a cachoeira bem na frente! Como estava muito frio, só o Ogro se arriscou a pular na água.

Placa para a Casa de Vidro

Placa para a Casa de Vidro

Na volta, paramos ainda na Casa de Vidro, uma casa que para nós lembrou a casa da Luna Lovegood, do Harry Potter. O moço que mora aqui não estava neste dia, porque é guarda-parque no Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, em Alegre, mas mais uma daquelas coisas que a gente estranha morando em cidades grandes, é que podemos entrar, ver a casa por fora, sentar um pouquinho no quintal do moço e apreciar a vista lá embaixo.


Aqui uma atualização (13/09/2016).

Recebi um apelo de um leitor que esteve recentemente em Patrimônio da Penha e me escreveu:

“Olá, há tempos acompanho seu blog e tenho absorvido muitas dicas de viagem. Esse fim de semana que passou fui para o Patrimônio da Penha e conheci a casa de vidro. Em contato com o atual morador “Ivan”, o mesmo comentou que teve que se adaptar por falta de opção, a ideia da casa de vidro ser considerado um ponto “turístico” da comunidade. A divulgação da casa por parte dos donos de pousadas e estabelecimentos já foi advertida pelo morador e pelo dono da casa ( Paulo ). Comentei com ele que fiquei sabendo da casa pela internet, e ele comentou entristecido que não tem noção da proporção de propaganda da casa, e pediu de coração para que eu entrasse em contato e explicasse a situação, no intuito de frear no possível a divulgação da casa de vidro. Me comovi com a causa e venho pedir para que possamos intervir pelo sossego da casa. Grato pela atenção.”

Em respeito ao leitor e principalmente pelo morador, reforço aqui o comentário.

Ninguém merece ser perturbado em seu lugar de descanso.

Entrei em contato com as Pousadas e moradores locais, os quais ainda tenho contato para replicar o mesmo apelo.


Fizemos o caminho de volta, fomos para a Pousada, tomamos um banho quente, descansamos até à noitinha, e lá pelas 18:30 hs fomos almo/jantar, no Sabor e Prosa. Comida caseira, honesta, R$ 12,00 por pessoa, self service, com arroz, feijão, macarrão, couve refogada, batata bolinha, salada e bife de frango.

Satisfeitos e com o friozinho que fazia, fomos dormir cedinho.

 Quarto dia em Patrimônio da Penha

 A visita aos arredores

 

Cachoeira do Granito

Cachoeira do Granito

Fomos conhecer a Cachoeira do Granito, em Limo Verde, que havíamos ouvido falar. A indicação, aqui, é saindo de Patrimônio, em direção à Limo Verde, um pequeno vilarejo, antes de chegar a Santa Marta, na estrada mesmo, perto de uma igrejinha branca, do seu lado esquerdo você verá uma plaquinha bem pequena indicando a Cachoeira do Granito, e no portão de madeira, um aviso que o ingresso custa R$ 2,00 por pessoa. Fomos entrando, porque não havia ninguém e pensamos em pagar na saída, se alguém viesse…

Depois da porteira é bem pertinho, existe uma área para estacionamento, você deixa o carro lá mesmo e pega uma trilha pertinho. Apesar de ser um poço bonito, não gostamos muito… o lugar tinha um cheiro estranho, estava meio sujo, com algum lixo esparramado e não apeteceu um banho, ainda mais porque estava bem frio.

A Relva da Pousada, havia falado para visitarmos o Jardim de Gaia, uma propriedade que parece ser bem bonita, até fizemos o contato para nos hospedarmos lá, mas ainda não estava pronto para hospedagem. O tempo estava fechado, a estrada de terra bem ruim e ainda queríamos visitar mais um local, e não encontramos ninguém por perto para perguntar, então acabamos nem tentando.

Cachoeira Verde ou Poço dos Guardas

Cachoeira Verde ou Poço dos Guardas

Seguimos então, para o nosso destino principal do dia: o Poço dos Guardas, como o pessoal chama, mas se chama Cachoeira Águas Verdes, em Pedra Roxa, outro pequeno vilarejo. Vimos as fotos deste lugar junto com a Relva e ficamos aguados em conhecer. Além da desculpa esfarrapada que tinha o cunho “jornalístico” da postagem, ficamos mesmo é com muita vontade de conhecer o local.

 Achamos que fosse difícil encontrar, pois fica em um local escondido, nunca havíamos ouvido falar nas nossas pesquisas e considerando a grande atração que temos em nos perder, já havíamos combinado que se estivesse muuuito difícil, desistiríamos. Mas, chegando ao vilarejo, perguntamos num mini mercado, as pessoas deram algumas indicações e depois uns senhores que estavam arrumando a estrada nos indicaram e acabamos encontrando facilmente.

Outro ângulo do Poço dos Guardas

Outro ângulo do Poço dos Guardas

O poço está dentro de uma área do Parque Nacional do Caparaó, e preciso contar que fizemos uma coisa bem errada: o lugar é de acesso proibido, com placa e tudo, fiquei até com receio de contar aqui, mas vamos a algumas considerações: já é de “domínio público”, todos na localidade sabem onde fica o lugar; me contaram que durante o final de semana o pessoal chega de caminhão, pois o acesso é por estrada, a trilha até o poço é bem curtinha, então o povo chega para fazer churrasco e passar o dia. Acredito que seria muito mais eficaz se a entrada fosse aberta, controlada, paga e houvesse fiscalização e se necessário, um plano de manejo. Se isso não for feito logo em vez de simplesmente proibirem o acesso, este lugar belíssimo, intocado quase ainda e preservado, corre um sério risco sim, de se deturpar e em pouco tempo estar degradado, o que seria uma grande perda. E com visitação regulada e controlada, ocorre a “seleção natural” dos visitantes. Não teríamos achado tão belo o lugar se encontrássemos uma horda que tivesse descido do caminhão, com música de gosto duvidoso, muita bebida e churrasco acontecido ali, como infelizmente já encontramos em outros lugares…

Nesta água límpida e verde, o Ogro teve que dar um pulo, ainda que caindo de gripe e com muito frio!!!

Voltamos à Patrimônio e neste dia almoçamos (um pouco mais tarde) na Pousada, arroz, feijão, strogonoff, batata doce, farofa, couve refogada, salada, suco de maracujá com mamão e doces caseiros como sobremesa…ai, ai…

Plaquinha para a entrada na Casa de Vidro

Plaquinha para a entrada na Casa de Vidro

 Nossas impressões

 Patrimônio da Penha, depois de feita toda a nossa viagem pelo Espírito Santo foi aquele lugar que deixou saudades de verdade, das pessoas, das paisagens, do inusitado da tranquilidade e quietude do lugar, representado muito bem pela plaquinha aí de cima na entrada para a Casa de Vidro.

Um lugar que pede a gentileza de anunciar a sua chegada, num singelo sininho, não para se proteger ou defender, mas para se preparar para te acolher e te receber, onde as portas ainda permanecem abertas, assim como os corações e mentes, onde você entra na casa um do outro como se entrasse na sua, onde você pode tranquilamente permanecer no quintal de um desconhecido não com medo de ser descoberto mas certo de esperar um cordial seja bem vindo à minha casa.

Tenho a certeza que os “descobridores” do lugar encontraram um real paraíso aqui, não só para eles, mas para turistas desavisados como nós!!

 

 

 

 

 

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14 Comments on “Patrimônio da Penha e Arredores

  1. Que legal, Marcia!
    Não ter conhecido Portal do Céu foi o nosso maior arrependimento na viagem. Morro de vontade de voltar pra lá.
    Tô adorando ver o meu Estado relatado com tanta paixão aqui.
    Esperando ansiosamente os próximos posts.

    • Oi Tiago!!
      Vale a pena conhecer o Portal do Céu!!!
      É só uma pena que as fotos não ficaram muito boas, pois o tempo não ajudou muito, mas o lugar é belo!!!
      Estou escrevendo ainda sobre o Pico da Bandeira, mas logo logo sai!!
      Um grande abraço!
      Marcia

  2. QUERO LOCALIZAÇÃO EXATA, IMAGENS, FOTOS E VÍDEO DO LUGAR DENOMINADO: CACHOEIRA DO VEADINHO
    CAPOEIRA DO VEADINHO OU
    COREGO DO VEADINHO

    PRÓXIMO A POUSADA ÁGUAS DO CAPARAÓ EM PATRIMÔNIO DA PENHA, PORTÃO DO CÉU

    TEL (21) 83693067

    (21)82535835

    • Olá,
      Infelizmente não conheço o lugar a que você está se referindo…
      Mandei uma mensagem para o pessoal da Pousada que estivemos hospedados, para ver se eles conhecem o lugar.
      Marcia

  3. Pingback: Pico da Bandeira- nosso roteiro | Os caminhantes

  4. Queria saber o nome do local da primeira imagen… gostei muito do lugar sou de macae rj e queria conhecer esse locais ai por favor entre em contato…

    • Olá Emanuell,
      Obrigada pela leitura e pelo comentário. A primeira imagem é do Poço dos Guardas, ou a Cachoeira Águas verdes, que fica em Pedra Roxa, um vilarejo próximo a Patrimônio da Penha, um outro ramo do Parque Nacional do Caparaó.
      A foto foi gentilmente cedida para enfeitar o post pelo Paulo Sérgio, um moço que mora em Santa Marta e que frequenta o local.
      Aproveitem e desfrutem desse lugar lindo e nos conte como foi!!
      Um abraço!
      Marcia

    • Olá Raul!
      Você precisa chegar até o Vilarejo de Patrimônio da Penha e perguntar às pessoas locais como chegar ao Portal do Céu.
      É uma Ecovila e são várias propriedades particulares vizinhas neste lugar.
      Infelizmente, não consigo te explicar assim, mas todos no vilarejo conhecem o caminho. Nós fomos pela trilha, subida, mas fácil, um passeio, só de fazer essa trilha e passar pela cachoeira. Vimos uma estrada lá em cima mas não sei como chegar.
      Um abraço,
      Marcia

  5. Opa, tudo bem? qual blog encontro a programação do Espaço de Vivências Beija Flor? obrigado

  6. Olá Marcia!
    Sou o autor dessa fotografia que você usou no início da postagem. Como você explicou, essa localidade é conhecida como poço dos guardas e fica na Pedra Roxa. Sou jornalista e fotógrafo, nasci e cresci na região do Caparaó e há dez anos moro no Rio de Janeiro. Gostaria de entender como conseguiram essa foto. Fico feliz em saber que curtiram meu trabalho, mas seria legal dar os créditos pela autoria da imagem. É só escrever logo abaixo da imagem assim: “Foto: Victor Domingues”.
    Enfim, poderia me passar o contato desse tal Paulo Sérgio, que você disse que cedeu gentilmente a foto, pra eu averiguar essa situação?! Afinal esse é o meu trabalho!
    Grato, desde já!
    Abraço
    Victor Domingues

    • Olá Victor,
      Consegui a foto através do pessoal da Pousada Beija Flor em Patrimônio da Penha, perguntando sobre lugares que poderíamos visitar, a proprietária me indicou o Poço dos Guardas e me mostrou a foto numa página do Facebook. Na ocasião que escrevi o post entrei o contato com o Paulo Sérgio, que era o administrador da página sobre o Caparaó e ele disse que eu poderia usar a foto sem problemas.
      Mas entendo e respeito, afinal, como o blog para mim, a fotografia é o seu trabalho, então tirei a foto e coloquei uma minha para ilustrar o post.
      Sinto pelo inconveniente,
      Abraços,
      Marcia

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