Blogagem coletiva- Perrengues de viagem

Descendo com o guia em Prudentópolis, Paraná
Passando muito frio no Pantanal

Passando muito frio no Pantanal

Este post faz parte de mais uma blogagem coletiva, o segundo aliás, do grupo do Facebook de Viagens em Família que é super animado. O primeiro foi… a primeira viagem da Família, que já contamos aqui . Dois pequenos lembretes: estou atrasada, para variar… e normalmente tento conter o meu palavreado escrevendo, muito diferente de como eu sou ao vivo… quando vi, já foi… um palavrão sonoro já saiu…e acho que em alguns casos específicos só um palavrão gostoso pode descrever a exata sensação do momento. Este post deve vir com algumas citações…

Gente, só peço mil desculpas pelas fotos horrendas, mas penei para achar alguma foto. Foi aí que percebemos que só tiro fotos de coisas legais e bonitinhas. Um lembrete que preciso tirar fotos de coisas esquisitas para poder dar risada depois.

Vou fazer como a Claudia Rodrigues, uma das organizadoras, do Felipe O Pequeno Viajante, um post hilário , que achei ótimo classificar os perrengues.A outra organizadora foi a Sut-Mie Guibert, com o já clássico e referência Viajando com Pimpolhos

 

Nunca pensei em classificação de perrengues, mas é uma forma bem didática de descrever as desventuras de nossas viagens…

Contar todos (e lembrar) será difícil então vamos aos principais:

Na estrada/carros

Indo para São João Batista do Glória , saímos de São Paulo e o caminho passa por Campinas, nós conseguimos chegar desta vez dentro do Aeroporto de Viracopos, nada a ver, o caminho era completamente o oposto. Se mandar fazer o caminho de novo, é lógico que não conseguiríamos.

Numa viagem para Bueno Brandão, ainda grávida, nos perdemos e fomos 50 km em direção completamente oposta, pois o orgulho ainda fazia parte da gente… resultado: 100 km no total só para continuar a viagem, que nem lembro para onde era. Aliás, acho que foi dessa época que decidimos que assim que encontrássemos um ser vivo pela frente, perguntaríamos antes de prosseguir rumo ao desconhecido.

Já conseguimos dar cavalo de pau em plena Dutra, esse caso foi um milagre que nenhum carro bateu em nós e ninguém saiu machucado. Tudo por causa de um desgraçado que atravessou a Rodovia, no escuro e quando percebemos, o homem já estava em cima do carro. O outro cavalo de pau foi em Intervales, um chuvão, como é característico lá, consequente barrão e numa freada um pouco brusca o carro foi girando, girando…até parar, lá em baixo, na ladeira…

Os carros alugados são um capítulo à parte: já conseguimos furar o tanque de um, na nossa viagem para o Pantanal , onde o João simplesmente voava nas entradas/saídas das pontes que acompanham a Transpantaneira; na última viagem para Patrimônio da Penha, o carro começou a pingar gasolina de uma mangueirinha; nos enfiamos em cada buraco em Conceição do Mato Dentro, a ponto de uma das senhoras que estavam conosco na Pousada e também acompanhou os passeios, me puxar num canto e dize que eu dirigia muito bem, poderia participar de um rally…hehehe…

 

Torres del Paine- Chile

Torres del Paine- Chile

Nas Trilhas

Normalmente, contratamos um guia para lugares muito complicados, só que às vezes não…como nas trilhas autoguiadas, lógico.

Em Torres Del Paine, na Travessia do W , ventava tanto, que a água levantava e virava um chuvisco, nos molhando até, parece exagero, mas é o poder do vento patagônico, no meio da trilha autoguiada, os sinalizadores simplesmente desapareceram, só um monte de pedra, e seguimos um bom trecho nos embrenhando na mata, para depois de cerca de 1 hora carregando aquela mochila pesada do c#!* nos darmos conta que deveria ter alguma coisa errada e voltamos tudo, até finalmente achar o sinalizador.

Um caso que ainda damos risada até hoje, foi recente, para São Miguel Arcanjo, no Parque Carlos Botelho  percorrendo a estrada parque e procurando a tal da Cachoeira do Travessão, perdidos num mar verde sem fim de plantações de banana. Como já havíamos aprendido que assim que encontrássemos um ser vivo pela frente perguntaríamos, perguntamos para o senhorzinho na beira da estrada. “Bom Dia, o senhor sabe onde tem uma cachoeira aqui perto?”, e o homem começa a gesticular e a grunhir ”Hum, Aha, humhum”, e a gente olhando um para o outro, num instante de “o que esse homem tá falando?” e então percebemos que o homem era mudo…não estou aqui fazendo piada de mal gosto não gente, foi só um fato! Agradecemos e continuamos a tentar nos encontrar. E olha, demorou viu…

Ah! Mas com guias é diferente!!! É não!!

A cachoeira da Laje

A cachoeira da Laje

O maior sufoco que passamos foi na Ilha do Cardoso, numa caminhada desgraçada para a Cachoeira da Laje, uma trilha de 24 km, o João ainda carregava a Júlia na cadeirinha.Ela tinha cerca de 4 anos. A trilha consistia basicamente em atravessar uma praia inteira (caminhada fofa!!! Na areia!!!, alguém lembra disso?) , subir e descer uma montanha, mais atravessar outra praia inteirinha, mais a subida de outra montanha e lá pelo meio da desgraçada, era a tal da cachoeira da Laje.

Saiu o grupo todo, da monitoria cerca de 15 pessoas, com mais três guias. Só o nosso grupo estava em 7 pessoas. Para ir foi tudo bem, na volta, 12 km, fazer tooodo o caminho de volta, esgotados, começa a chover. Não conseguimos acompanhar o grupo inteiro e fomos ficando para trás, ficando para trás, até que começa a escurecer (e chovendo ao mesmo tempo) o João não aguentando mais, só os nossos amigos nos acompanhando e revezando a Júlia na liteira, até que ninguém aguentou mais e foi aí a inauguração da Júlia by yourself na trilha, tadinha. Os três guias ??? Sei lá, nem a gente sabia. Sabe aquele filme trash, Deixados para Trás, pois é, fomos nós. Resultado: chegamos no vilarejo de Marujá às 9:00 hs da noite e não precisa dizer a rrreeeiva que estávamos e o cansaço. Imagina o tamanho da bronca que a gente deu no pessoal da monitoria no dia seguinte…

 

Cada um tem a Nárnia que merece...

Cada um tem a Nárnia que merece…

De hospedagem

Pois é, ser mão de vaca às vezes compensa, mas às vezes o crime não compensa…

Algumas: mais uma vez na lista: a hospedagem em Ilha do Cardoso. Liguei para um telefone de um pretenso receptivo que consegui (estamos aqui falando em 2002~2003), a internet não era assim como hoje, só restavam essas alternativas ou indicações de amigos.

A pousada era no fundo da casinha do senhorzinho (que por acaso era o sogro do tal do receptivo) e era “tudo muito simples”. Luz de velas, chuveiro à gás (que não funcionava), beliches que você não podia se mexer com medo de desabar, colchões cheirando mal. Gostoso né…

Na nossa segunda visita à Chapada dos Veadeiros passamos por Brasília e não conseguimos alugar um carro no final de semana, então tivemos que ficar hospedados para “esperar” vagar um carro e de quebra aproveitar para conhecer Brasília. A coisa já não cheirou bem quando o taxista parou no endereço mencionado e eu perguntei para ele, se ele tinha certeza, se tinha pousada ali mesmo e ele começou a gargalhar…temerosos, entramos numa casinha onde um senhor estranho nos atendeu e foi nos mostrar o quarto, e ia andando, andando, parecia um labirinto. Quartos para baixo, quartos para cima, cada cantinho tinha um quarto. Uma vez instalados, achamos o banheiro dentro do guarda-roupa e numa leve passeada lá dentro, aqueles quartos empilhados, alguns enxergamos de fora depois, parecia um calabouço. Resultado: passeamos o mais que podemos e voltamos beeem tarde da noite, só para dormir mesmo. No dia seguinte, cedinho, o senhorzinho falou que iria preparar o café e nós já de malas prontinhas, agradecemos a gentileza, recusando o gentil convite, pagamos o mais rápido que pudemos e demos no pé!

Depois com a internet a coisa melhorou né???? #Só que não…

Ilha Grande , tá certo, não fiz a lição de casa como deveria, acabei prestando atenção na logística da viagem que antecedia esta e pelo site, lugar simpático, desconto em passeios de barco, preço razoável, fotos bonitinhas, tá escolhido. Ficamos em um anexo, onde os dois quartos que pegamos, para nós e dois amigos nossos tinha a sala de estar em comum, com televisão, sofá, ok. Mas os quartos… coisa de filme: minha amiga foi puxar a cortina, cai cortina com varão e tudo, os sofás tinham um cheiro estranho, de úmido com maresia, sei lá. O nosso quarto era todo azulejado e talvez para compor uma atmosfera marítima,sei lá, uns quadros muito esquisitos de conchas e uma grande rede pendurada na parede??? Para coroar a nossa estadia, no último dia, o chuveiro começou a dar sinais que ia falhar, a Júlia tomando banho… –“Pai, esse negócio tá cheirando estranho”…”Sai Júlia, sai!!!”- ‘’BUM”!!! O negócio explode. Sorte que não foi com a Júlia junto…

 

A bóia fria da Júlia

A bóia fria da Júlia

Comida

(ou quando esta em vez de causar prazer causa estragos)

No Peru, finalizando a Trilha de Salkantay , o Ogro comeu/bebeu alguma coisa estranha, que deve ter juntado com cansaço/esgotamento e foi intercalando a trilha com idas ao matinho. O mais engraçado, foi um grupo de brasileiros que vinha atrás da gente, já havíamos nos encontrado durante a trilha e a moça me interpelou preocupadíssima: -“Olha, aconteceu alguma coisa com o seu marido lá atrás, a mochila dele estava no caminho, mas chamamos e chamamos por ele e nada…!!! Será que ele caiu lá na água???” . Agradeci a preocupação, falei que iria procurá-lo mas sabia que ele simplesmente não estava em condições de responder ninguém naquele momento.

Na volta de Ilha Grande (ê viagenzinha, essa…), depois da chegada ao continente, sai a Júlia mais nossos amigos, naquele calor de 40º C do Rio de Janeiro, comprar sorvete de carrinho de ambulantes… a subida até a cidade de São José do Barreiro, cerca de 150 km, tem mais curvas que estrada e lógico que o inevitável aconteceu. Hugo prá todo lado…

E para finalizar este tópico, mas o começo de tudo (e acredito que todos que têm criança já passaram por isso), a Júlia, pequenininha, numa viagem para Santa Catarina, de carro, pegamos a Régis Bittencourt, e a serra de São Paulo para Curitiba, cheia de curvas, a cadeirinha prá lá, pra cá, prá lá, prá cá, ela tomando chá de caixinha, deu no que tinha que dar…e desde então adotamos o reclame dela: -“Também, vocês ficam me dando suco de curva!!!”, chorando, toda suja…

 

Trilha para a Cachoeira da Laje- Ilha do Cardoso

Trilha para a Cachoeira da Laje- Ilha do Cardoso

Crianças

Não posso reclamar da Júlia. É como Tostines: (alerta de clichê e falta de criatividade acionado) não sei se viajamos tanto com ela desde pequena porque ela era boazinha ou ela era boazinha porque viajávamos tanto com ela. Os “trabalhos” ou perrengues, eram inerentes ao fato de… viajar com criança, oras!

Comida nunca reclamou, tendo comida, tudo certo. Mas se não tinha, era problema na certa!! O mal humor se instalava, igualzinha ao pai…é, nem tudo é perfeito…

Não posso considera lá um perrengue, com p maiúsculo, mas uns causos…

Uma vez em uma pousada em Campos do Jordão, adormeceu à tardezinha e esticou até à noite, não houve quem a acordasse e achamos que seguiria até o dia seguinte. Por volta da 1:00 h da manhã acorda, chora, chora e não sabe dizer o que é. Na época carregávamos um fogareiro e uma panelinha para ferver água para esterilizar as mamadeiras. Não me perguntem por que mas tinha comida ainda. Não tivemos dúvida: esquentamos a comida no fogareiro, no meio do quarto, ela comeu gostoso e dormiu como um anjo.

Toda viagem era motivo ou marco para uma mudança; tirar fralda, tirar mamadeira, tomar sopinha, tirar banheirinha, etc.

Na mudança para fralda: na bagagem ia… um penico…na serra de Santa Catarina, -“Mãe, quero ir no banheiro”…vamu lá, parar o carro, na beira da estrada, num lugar que não tinha árvores, descampadão, mas não dava para esperar, pegamos o penico e esperarmos pacientemente ao lado, até acabar o serviço…

Brinquedos perdidos, como o hilariante caso da Nenê Mole da Andreza , não aconteceu muito. A Júlia levava baldinho de praia (é, para as trilhas, para brincar de pegar peixinhos na cachoeira ou fazer sopa de pedra) ou forminhas, podia perder à vontade.

O único que deu trabalho foi meu sobrinho, em uma única viagem conseguiu perder dois: e é aquela coisa, a mãe falar para tomar cuidado que… perde! Estávamos na beira de uma cachoeira em Passa Quatro, e cai um boneco (não sei o que era, é brinquedo de menino, não tenho a menor noção do que era o personagem) numa fenda da cachoeira, no meio das pedras. Toca o guia e mais todos nós se enfiar na água para procurar o #*!!! do boneco desgraçado: Não, vai você que nada melhor…. enfia um pau para ver se acha…. não, coloca o braço aí, você que é mais magro. Não achamos claro, um boneco, tipo brinde de MacDonald’s do Mac Lanche Feliz e o menino se esgoelando por causa do brinquedo…

No dia seguinte, vai com um brinquedo (que acho que foi caro) na mochilinha, por fora, e perde dentro do túnel da estação ferroviária desativada de Coronel Fulgêncio. A minha cunhada queria voltar, agendar o mesmo passeio de trem para a mesma tarde (sim, só se chega ao lugar nesta viagem de trem, que parte só aos finais de semana, manhã e tarde aos sábados e feriados e domingo de manhã). Muito bem, era domingo de manhã, não tinha passeio à tarde, só se ela esperasse até o final de semana seguinte o próximo trem…

Como dissemos aqui em casa, que o meu sobrinho não escute e mesmo os brinquedos, pelo menos tiveram mortes dignas…

Temos mais, mas esperaremos (e espero cumprir o prazo!) a próxima blogagem coletiva com mais perrengues em família!

As outras postagens perrengueiras, para rir com alguns, sofrer com outros, ter o coração tomado de assalto com fugas espetaculares, sentir a mesma raiva, nojo e susto dos blogs aqui:

 

1. Claudia Pegoraro, Felipe, o pequeno viajante: http://felipeopequenoviajante.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-o-pequeno-perrengueiro.html

 

2. Karen Schubert Reimer, As Aventuras da Ellerim Viajante:

http://ellerimviajante.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-que-passamos-viajando-em-familia-frustracao-em-veneza.html

 

3. Cinthia Rangel, Boa Viagem: http://boa-viagem7.webnode.com//

 

4. Adriana Pasello, Diário de Viagem:

 http://www.diariodeviagem.com/photo/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/

 

5. Francine Agnoletto, Viagens que Sonhamos:

http://www.viagensquesonhamos.blogspot.com.br/2013/08/surpresasnuma-viagem-punta-del-este.html

 

http://viagensquesonhamos.blogspot.com.br/2013/08/perrengues-em-familia-o-retorno.html

 

6. Eder Rezende, Quatro Cantos do Mundo:

http://quatrocantosdomundo.wordpress.com/2012/03/04/a-nem-tao-perigosa-nairobbery-nairobi-quenia/

 

7. Erica Kovacs, Viagem com Gêmeos

http://viagemcomgemeos.com/2013/08/11/perrengue-da-primeira-viagem-internacional-a-historia-da-vitamina-de-aveia/

 

8. Debora Godoy Segnini, Gosto e Pronto: http://www.gostoepronto.com/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

 

9. Ludmyla De Sena Broniszewski, Two Many Sides of Me: http://twomanysidesofme.wordpress.com/2013/08/08/perrengues-de-viagem-perrengue-numero-3-blogagem-coletiva-viagens-em-familia/ (este é o perrengue 3! Tem o 1 e o 2!!)

 

10. Renata Schiffer, A Renata teve infância e sabe ser feliz!: http://www.renataschiffer.com.br/?p=541

 

11. Andréia Mannarino, Mistura nada básica :

http://misturanadabasica.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-que.html

 

12. Andréa Barros, Do RS para o Mundo: http://dorsparaomundo.blogspot.com/2013/08/segunda-blogagem-coletiva-os-perrengues.html

 

13. Andrea Martins, do Malas e Panelas: http://malasepanelas.com/viagens-em-familia-saudades-do-carrinho/

 

14.Aryele Herrera, Casa da Atzin :

http://casadaatzin.wordpress.com/2012/10/19/o-dia-em-que-eu-apaguei-em-toquio/

 

15. Flávia Maciel, Bebê pelo Mundo:

http://bebepelomundo.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-viagens-em-familia.html 

 

16. Renato Martins, do Renato Blogging (nada a ver o nome, é um blog antigo que posto raramente):http://renatoblogging.blogspot.com.br/2013/08/o-maior-perrengue-que-passamos-viajando.html

 

17. Sut-Mie Guibert, Viajando com Pimpolhos: http://viajandocompimpolhos.com/2013/08/12/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/

 

18. Andreza Trivillin, Andreza Dica e Indica Disney: http://www.andrezadicaeindicadisney.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

 

19. Debora Galizia, Viajando em Família: http://viajandoemfamilia.com.br/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

 

20. Thiago Cesar Busarello, Vida de Turista:

http://www.vidadeturista.com/artigos/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

 

21. Ana Cinthia Cassab Heilborn, Travel Book: http://www.travelbook.blog.br/2013/08/nossos-perrengues-de-viagem-em-familia.html

 

22. Ingrid Patrícia Cruz, Viagens em Família: http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/13/blogagem-coletiva-todo-mundo-tem-um-perrengue-pra-contar/

 

23. Michely Lares, Viagens da Família Lares: http://viagensdafamilialares.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues.html?m=1

 

24. Karla Alves Leal, Cariocando por aí:

http://www.cariocandoporai.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

 

25. Mônica Paranhos, Viagens em Família: http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/15/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/

 

26. Patricia Papp, Coisas de Mãe:

http://coisasdemae.wordpress.com/2013/08/15/blogagem-coletiva-o-dia-que-a-luiza-parou-o-metro-de-londres/

 

27. Cynara Vianna, Cantinho de Ná:

http://cantinhodena.com.br/2013/08/15/perrengues-e-viagens-quem-nunca-passou-por-um/

 

28. Cristiane Martins, Dias Viajando por aí: http://diasviajandoporai.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-em-viagens.html

 

29. Guilherme Canever, Saiporaí: http://saiporai.com/tambemsai/

 

30. Paloma Varón, Viagens em Família: http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/16/blogagem-coletiva-viagens-e-perrengues-em-familia-as-boas-lembrancas-que-ficam/

 

31. Vera Leitão, Mundo anfitrião: http://www.mundoanfitriao.blogspot.com.br/2013/08/perrengue-no-valle-nevado.html

 

32. Miriam Vargas Nunes Neto, Clube de Viagens Momhttp://clubedeviagensmoms.com.br/em-uma-viagem-nem-tudo-sao-flores-post-sobre-meus-maiores-perrengues/

 

33. Flávia Peixoto Viajar é tudo de bom

http://www.viajaretudodebom.com.br/2012/07/20/meus-perrengues-de-viagens 

 

34. Daniella Sousa Reis, André e Dani + Pedro:

http://www.sousareis.com/post/58746794731/perrengues-em-viagem-quem-nao-tem

 

35. Ligia Cantarelli, Sem vígula antes de etc.: http://www.semvirgulaantesdeetc.com.br/206/

 

 

 

 

 

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17 Comments on “Blogagem coletiva- Perrengues de viagem

  1. kkkkk caminham 24Km com a guria na mochila e ainda me chamam A MIM de perrengueira!!!
    E essa de Salkantay?? Eu só imagino! Na Trilha Inca era uma luta achar um matinho desocupado kkk
    O Felipe tb já perdeu um monte de brinquedos por aí, agora, da próxima vez, vou consolá-lo dizendo que pelo menos “tiveram uma morte digna” – amei essa!
    Bjokas, que bom que vcs conseguiram participar!
    Claudia@pequenoviajante

    • Oi Claudia!!!
      Foi um prazer, como sempre!!!
      Já vi também, que vcs tiveram perrengues no Peru. E quem não???rsrs…
      Essa da morte digna foi autoria da sarcástica da Júlia…
      Bjs!!!
      Marcia

  2. Hahahhaa! Julinha fofa pequena! Até irmã caçula passou mal no Peru! Ainda fui reclamando ao fazer as malas…e essa minha irmã acha q eu vou passar tão mal assim? pra que tanto remédio? reidratante? isso existe? só podia ser farmacêutica…eu nunca passo mal…deu no q deu…passar mal 14x em menos de 1 dia, já chorando de desespero e no dia seguinte andar em Ollantaytambo, Vale Sagrado, sobe montanha, desce…eu só pensava, pra q? ufff hahahhaha

    • Sim, pequena irmã caçula…
      O “kit básico de sobrevivência” depois das agruras à busca de um matinho passou a ser item de primeira necessidade!!!
      Nosso “pequeno saco” de medicamentos assustou até o guia, mas foi muuito útil!!!

  3. Marcia, TODA viagem tem seus perrengues! Acho que são eles que dão aquele tempero especial, e no meu caso acho que gosto das coisas muito temperadas…rsrsrsrs.
    Parabéns novamente por esta história, não apenas esta postagem, mas sim esta história de Vida! Dizem que daqui só levamos as emoções vividas e eu acredito nisto, portanto quando partirem para a outra “viagem”, terão excesso de bagagem. Abs.
    Pompeo

    • Olá Pompeo!!!
      Puxa, me emocionei de verdade com este seu comentário lindo!!!
      E a Vida é isso mesmo, como a minha mãe fala, dessa vida a gente não leva nada, nem o corpo, só as coisas que vivenciamos!!!!
      E assim como nós, vocês também levarão muuuita bagagem!!! Em histórias, em laços familiares, amigos fraternos e emoções!!
      Um grande abraço!
      Marcia

  4. Márcia, muito divertido seus perrengues… Se hospedar em calabouço, bonecos com morte digna…kkkkkkkkk!!! Dei muita risada!
    O maior perrengue que passamos foi perder o vôo de Santiago para Temuco por causa de comida… é, fomos almoçar, a comida estava tão boa que esquecemos do horário!!!

    • Oi Kelly!!
      Obrigada pela leitura e comentário!!!
      Eu falo sempre, por mais que a gente planeje as coisas, alguma coisa acontece de errado… mas como já disseram, isso dá um tempero a mais nas viagens!!
      E lembro sim, do seu episódio…rsrs…. a comida tinha que estar muuuito boa mesmo, né???
      Bjs!!!
      Marcia

  5. oi Márcia! Minha primeira vez no teu blog! Puxa, a sua frase “Também, vocês ficam me dando suco de curva!!!” é perfeita para minha filha mais velha. De vez em quando eu cometo este erro estratégico, digamos assim… E adorei o Tostines, vou incorporar aqui em casa nas explicações do motivo pelo qual “nossos filhos são crianças fáceis para viajar”. bj

    • Oi Adriana!!
      Obrigada pela visita e pelo comentário!! Ainda não consegui ler de todos, mas chego lá!!
      O suco de curva ficou até hoje…rsrs….
      E para todos nós, famílias viajantes, acho que a máxima do Tostines se aplica perfeitamente!
      Um grande abraço!
      Marcia

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