Como foi dirigir em Orlando

Pôr do sol na estrada, de Tampa para Orlando
Vou fazer um breve resumo e indicar dois links excelentes que nos baseamos para dicas básicas de como dirigir em Orlando:
            Um é o  Viajando para Orlando, e as principais dicas:
…”Para se locomover de um lugar para o outro em Orlando o ideal e utilizar-se da I-4, pois através dela é possível chegar facilmente em qualquer ponto da cidade, sem necessidade de se pagar pedágio.
Para quem nunca viajou para os Estados Unidos cumpre ressaltar que as estradas possuem os sentidos cardeais: norte (N – north), sul (S – South), leste (E – East), oeste (W – west). Destaque-se que a estrada I-4 somente possui o sentido E (leste) – W (oeste).
Assim sendo, a título de exemplo podemos citar que se você estiver na área da International Drive, Sand Lake Road ou Universal Boulevard e quiser ir para os parques da Disney, Kissimmee, Lake Buena Vista ou Tampa, basta pegar o sentido W (oeste) da I-4.
Para memorizar, tente associar o “W” (oeste) com “Walt Disney”. Para retornar dos lugares citados, basta você fazer o caminho contrário, ou seja, pegar a I-4 no sentido “E” (leste). Bom que se diga que “E” também é o sentido do “Universal Studios Orlando”.
Fique tranqüilo porque as estradas são bem sinalizadas. Assim sendo, é só prestar a atenção nos sentidos “W” ou “E” da I-4, bem como ficar atento as várias placas indicando as saídas para os parques.”
foto Jacu, mas eu precisava tirar foto do ônibus tradicional
A Intestate 4 é realmente a artéria principal de Orlando, mas quando você olha qualquer mapa a impressão que dá (e é isso mesmo), parece que ela vai do norte para o sul, mas sempre estará marcado com East e West. Para memorizar, a dica do W, em direção aos parques da Disney é ótima.
A área da International Drive também é passagem obrigatória, rota de passagem para quem vai visitar a Universal, a própria Avenida, com inúmeras atrações como os restaurantes e algumas lojas e outlets.
            A história do cinto de segurança é verdade, cada vez que sentávamos, o carro começava a apitar até a gente colocar o cinto e para a nossa alegria, era seguida de um canto de “cinto, cinto, cinto” pelas meninas, até colocarmos e pararem os dois malditos sons: do carro e das meninas cantando….
            As regras de trânsito são bem rígidas e bem controladas, e não é esta bagunça que estamos acostumados (bem, pelo menos nós, com o trânsito da capital paulistana). Todos respeitam semáforos, velocidade, as setas quando são dadas, o motorista dá a preferência… igualzinho aqui…
            A conversão à direita, (salvo exceções, mas existirão placas indicativas disto) são permitidas, então se você não vai entrar à direita, dê a passagem para o carro de trás.

Então, a velocidade estará marcada, nos estacionamentos (acabamos utilizando só os de mercado e shoppings) as vagas estão delimitadas, nos parques, que custa em média US$ 15,00, várias pessoas te conduzirão para estacionar exatamente onde deve ser estacionado, não aleatoriamente, para lotar a capacidade máxima de cada local, não fica lacuna de vaga, a organização é impressionante!

As “casas de rico” segundo as meninas, na estrada
Outro site foi: o Falando de Viagem, usamos um mix dos dois sites para nos basear.
Explica o passo a passo para abastecimento, com fotos e tudo.
            E é tudo verdade, o frentista não vem te atender, você tem que estacionar bem pertinho da bomba, porque a mangueira é bem curtinha, não dá para fazer malabarismo com ela, como alguns postos fazem aqui.
Só a história do CEP não funcionou com a gente. Colocamos o ZIP CODE do Hotel em que estávamos, mas não adiantou.
Então, íamos até a “lojinha de conveniência”, falávamos que queríamos abastecer a bomba x, por US$ 50,00 por exemplo, pagávamos e depois abastecíamos nós mesmos o carro, na verdade, as meninas, com suspiros de “Uuuu” de satisfação novidadeira…
Ah! E sim, usamos a dica de abastecer com gasolina de 87, que é a mais barata mesmo.

            Sobre os pedágios (Tolls)

Copiamos aqui deste link de  Orlando Tips que explica o passo a passo do sistema de pedágios de Orlando:
As dicas principais são os tipos de cabines:
            -EPass ou SunPass: parecido com o nosso Sem Parar. Algumas locadoras de veículos colocam e incluem no preço do aluguel;
            –Change Receipts
            Tem o atendente, você dá o dinheiro e ele o troco. Dê as notas menores, trocadinhas,como aqui;
            -Exact Coin
            Você coloca as moedas na quantia exata. Nos perguntávamos como isso poderia acontecer, e é simples,  você vai colocando as moedas e o aparelhinho vai contabilizando.
            Está super completo, leia, estude e você não terá problemas.
            As nossas mancadas (não poderiam faltar)
            -Tenha sempre, (SEMPRE) moedinhas no carro. Passamos um apuro uma vez, porque aquela mulher falando do GPS nos mandou para um lugar completamente diferente de onde gostaríamos de chegar e não precisávamos usar os pedágios normalmente entre as nossas idas e vindas aos Parques, mercados ou shoppings.Nesta nova estrada, não havia aqueles outros pedágios alternativos (o do Change Receipts) e saímos loucos, procurando moedas nas bolsas de todo mundo… e a fila se formando atrás da gente….
            No restante, foi super tranquilo, é uma questão de adaptação com o carro automático (como uma moça que estava sentada no avião ao meu lado, na ida resumiu: é igual carrinho bate-bate), as sinalizações são claras, as estradas e avenidas bem cuidadas e sem buracos, o povo respeita tudo: sinalização, limite de velocidade, suas setas, você não precisa bancar o “ixpérto” para passar na frente, eles darão passagem quando for a sua vez, e a única coisa ruim de tudo isto, foi que não pudemos trazer “o carro de rico” na concepção das crianças dentro do limite de cotas e de bagagem…
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8 Comments on “Como foi dirigir em Orlando

    • Oi Zé!!
      Obrigada pela leitura e comentário!!
      Gostamos muito também de dirigir por lá,de modo geral. Só é uma pena realmente, que a gente não possa trazer os carros e a organização de lá…
      Um grande abraço!
      Marcia

  1. Márcia, imagino como suas filhas se divertiram nessas aventuras pelas estradas da Flórida. Eu preferi não alugar carro. Dirigir para mim é obrigação, nem de longe diversão, então fico bem disante do volante nas férias…rs Vou acompanhar seus relatos para ir trocando ideias sobre os parques da Flordida.

    • Olá Silmara!
      Como eu digo, as crianças dão um tempero a mais em qualquer viagem.
      E tudo era festa para elas, desde programar e entender o GPS (eu odeio!! já falei isso???)e depois ficar imitando a mulher do GPS, até abastecer o carro. E vc acredita que a gente ficava “meio perdido” sem a orientação delas?? Para mim também é muito chato, como diz um amigo, por conta da distância do meu trabalho e de casa, a minha segunda profissão é ser motorista…rsrs
      Ainda estou bem devagar, escrevi só dois dias do roteiro dia a dia (e pensar que ainda faltam uns 15…), mas vamos trocando impressões sobre os Parques!
      Um beijo!
      Marcia

  2. Oieee! adorei o post..nós nunca alugamos carro fora do país ainda..e Orlando com o Enzo é um sonho que pretendo um dia realizar..se Deus quiser quero voltar a por os pés ali..mas dessa vez com ele,e será um dia inesquecivel,tenho certeza!! 🙂
    adorei o cinto,acho que ele tb ia cair na gargalhada e adorar..hehehehe!bjs e otima semana!!

    • Oi Ana!!
      Obrigada!! Na verdade, foi nossa primeira vez alugando carro fora, pois mesmo na Argentina, Peru e Chile, acabamos utilizando outros transportes, menos o carro. Puxa, só agora é que me dei conta disto!rsrs…
      E logo de cara, foi nos States, mas foi bem tranquilo. O cinto as meninas cantavam junto e depois, quando iam dar informação de algum lugar, imitavam a mulher do GPS, uma farra!
      Um grande beijo e um ótimo Carnaval pra vcs!!!
      Marcia

    • Olá Alan e Van,
      Os dois sites que eu citei são ótimos e completos e acho que sempre vale colocar como foi a nossa experiência. Primeira vez num país desenvolvido, dirigindo um carrão, automático, tudo diferente, estava com um pouco de receio sim, e escrevi para “desmistificar” um pouco o mesmo receio que talvez outras pessoas teriam.
      Um abraço!
      Marcia

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