Galeria do Rock

Galeria do Rock
Se São Paulo fosse ser definida por um tipo de música esta seria, na minha opinião, rock’n’ roll.
Nossa menininha, já dando adeus à era menina e abraçando a era teen , em total fase rock’n’ roll  (Deus seja louvado!) visitou conosco a Galeria do Rock  pela primeira vez o ano passado e adorou, e quando estamos perto pede uma passadinha por lá.
Copiando do site: “…A Galeria do Rock é um grande centro comercial e acima de tudo um importantíssimo pólo cultural da cidade de São Paulo. É composta por 450 estabelecimentos comerciais segmentados por diversos estilos, tanto de perfil de público como de tipos de serviços. Não apenas voltada ao mercado e comércio, a Galeria do Rock tem hoje um papel de disseminador de tendências”…

Como chegar

Fica na R. 24 de Maio, 62, na República, bem no centro de São Paulo.
Horário: de segunda a sexta,
das 9h às 20h; sábado, das 9h às 17h
 (entrada também pela Av. São João, 439)
Entrada franca
Poderíamos dividir mais ou menos assim:
-o subsolo, os salões de cabeleireiros e o setor de bordados;
-térreo: área mais “surf” e “street wear” e tatoo e piercing;
-do primeiro andar até o terceiro: área mais rock, com venda de cds, lps (ainda!) raros, dvds, vestuário e mais tatoo e piercing;
-no quarto: mais a área de silk screen
Aqui você encontra coisas que só vai achar… aqui.
No andar térreo, muitas lojas vendem tênis, um mais diferente que outro. A Júlia se arrependeu de termos comprado há uma semana atrás, um tênis normal no Shopping. Tinha uns modelos com estampa de melancia (é isso mesmo), bem diferente, lógico que só dá para criança usar, mas nunca tinha visto.
Fomos renovar também o pequeno estoque para o Ogro, que perdeu parte dos brincos e piercing que tinha.
Nos outros andares, andar, andar e andar.

Camisetas de banda, de todos os tipos e também de filmes. As lojas têm tamanho infantil também, uma gracinha.

Muita coisa no estilo gótico, ou no estilo mais “soft gothic”, sei lá, inventei isso agora, é uma coisa mais “delicada”, próprio para meninas, mas com uma pegada “rock ‘n’ roll”, diferente do estilo princesa, para as meninas menores ou do estilo perua, para as maiores, e com um senso de humor diferente e único. Para os homens também tinha coisa legal.
Como exemplo, cito a loja  Mosh Street Wear, onde compramos uma camiseta para a Júlia e uma para o João, bem apropriado, nós achamos, “Ctrl Alt Del”(que ele achou bem legal e quem conhece ele bem sabe que é muuuuuito difícil ele gostar de alguma coisa) e acho que vou ter que buscar o moleton com orelha de gatinho para a Júlia…De novo, não é merchandising, não estamos levando nada, mas é o tipo da coisa diferente e que achamos que vale a citação, além do atendimento super atencioso da Sueli.
loja da Mosh
Tinha uma loja também super legal, no segundo andar, mas acabamos não trazendo, com umas camisetas bem diferentes, por exemplo, com um Robert Pattison de olhos com tarja preta e escrito em cima “Mal de Pattison”… maldade…
O dono disse também que tinha uma com o Ultraseven, Ultraman, e mais não lembro o que, que imitava a camiseta clássica dos Ramones, mas estava escrito Japones… pena que não tinha mais…
Mais um exemplo: a GlamHaters  (olha o nome!)
Tá bem, consumismo, consumismo, mas acho que o mais legal aqui, é o encontro de gerações e o público, que é uma atração à parte.
Como eu disse antes, onde explico esses posts da Terra da Garoa, para nós, paulistanos, nascidos, crescidos e que vivemos aqui, não é novidade, mas para quem vem de fora, é.
Encontro de gerações porque: quando jovens, tanto eu quanto o João frequentamos a Galeria do Rock e hoje é a Júlia que se encanta com a atmosfera do local, assim como observei gente um pouquinho mais idosa, passeando pelos corredores até bebês, sendo introduzidos no Universo Rock ‘n” roll.
O público… ah!…… o público. Circulam numa boa góticos, punks, roqueiros, rockabillies, turistas…  A Sueli (da Mosh) conversava comigo e disse que este começo de ano recebia muitos turistas. Quando entramos na loja, ela acabava de atender uma família e a menina (devia ter seus 13~14 anos) estava simplesmente eufórica e parece que fizeram um “estrago” grande na loja. Perguntei depois, o motivo de tanta euforia e ela me disse que parece que eram do interior de SP, a primeira vez que visitavam a Galeria e a menina saiu simplesmente encantada, com tanta coisa diferente.
A você, menina desconhecida, dedico este post que me mostrou que se aprendermos a olhar as coisas do nosso cotidiano de outro jeito, há ainda alegria, descobertas e novidades, mesmo em um lugar tão improvável de se pensar nisto quanto aqui.
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13 Comments on “Galeria do Rock

  1. Oi Zé!!
    Obrigada pela leitura e pelo comentário!
    É bem cool mesmo, o ambiente, as pessoas e o melhor é passar pelos corredores e ficar ouvindo música boa… a gente até perde a noção de tempo lá dentro!
    Um grande abraço!
    Marcia

  2. Se eu achei o que dizer em um post sobre minha cidade, imagine o quanto há para falar sobre São Paulo!
    Quanto ao Prezi, ainda sou iniciante, mas daquelas curiosas e persistentes, se precisar de ajuda deixe um recado.

  3. Bons tempos de cabeludo, que ia à pé da Galeria à Woodstock depois pegava um buzão até a Teodoro Sampaio… Galareia do Rock, passeio obrigatório em sampa.

  4. Olá amigo!
    É um lugar que à primeira vista meio “assusta”, mas lá dentro, ainda existe aquela atmosfera cool e alternativa dos idos velhos bons tempos!
    Um grande abraço a você e toda a turminha!
    Bjos!
    Marcia

  5. Seu QI não ficou muito diferente do meu e nem da maioria que passou por lá. Foram 165 acessos ao jogo e pouquíssima gente com coragem pra divulgar o resultado…rs
    Isso mesmo que vc disse, comos e fosse uma blogagem coletiva.
    Bjos

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