Beto Carreto World

Beto Carrero World

Beto Carrero

Para “compensar” a Júlia, pelo trilhão da Trilha do Ouro, fomos conhecer o  Beto Carrero, em Penha.

Para variar, o pacote feito por nós, acabou saindo mais em conta que os pacotes que pesquisamos.

Compramos o passaporte daqui também, via internet, R$ 75,00 por pessoa, com direito ao segundo dia grátis.

Pesquisamos alguns Hotéis e Pousadas locais, e a que melhor nos atendeu foi o  Hotel Panorâmico pois a variação do preço da diária, não era tão significativo, e importante: ficava a 400 m da entrada do Parque. Pagamos R$ 220,00 a diária, para quatro pessoas, no apartamento sem varanda.

No site do Parque, vc encontra algumas indicações, mas lembre-se (se o seu caso for como o nosso, onde a prioridade era brincar no Parque e também não alugamos carro desta vez), depois de brincar o dia todo, andar 1 km que seja, vai parecer uns 10 km… alguns hotéis oferecem o translado até o Parque, quando for muito longe, assim como até o Aeroporto. A média de preços para estes serviços,é de R$ 100,00 até o Aeroporto, e R$ 30,00 até o Hotel.

Praia em Penha
 Chegamos à tarde, em Navegantes, e o Cristiano já estava nos esperando; rapidinho depois de 20 minutos, chegamos ao Hotel, nos instalamos, como não podia deixar de ser, o João e a Dani entraram na piscina, depois fomos conhecer a praia de Penha, a pé mesmo, cerca de 1,5 km. Andamos até o trapiche, bem bonitinho, depois, fizemos hora até a hora de jantar. Comemos o Bandejão Ki-Fome, é, é isso mesmo, um PF grandão, com arroz, feijão, macarrão, salada e uma carne, de R$ 10,00 a R$ 13,00 por pessoa, no Beijo de Amor. Voltamos para descansar e nos preparar para o Parque no dia seguinte.
Império das Águas

Parque!!!

Acordamos não tão cedo (não deu para chegar antes do parque abrir, às 9:00 hs, mas como estávamos já com o passaporte e bem na frente do Parque, dava para ver quando as atividades se iniciavam).
O café da manhã do hotel é muuuito bom, com vários tipos de frutas, pães, frios, ovos mexidos, salsicha, uns 5 ou 6 tipos de bolos, sucos, café, chá e leite, ou seja, dá para fazer um café bem reforçado antes de sair.
Fomos lá, as 4 crianças excitadas para brincar…
Uma dica aqui, se você ficar neste mesmo Hotel, é que atravessando a pista, você encontra uma cerca de madeira branca, que já faz parte do Parque, e passe por um quebra-corpo, (daqueles que você encontra em porteiras, junto com mata-burros), já estará dentro do estacionamento e a pernada é menor até a bilheteria.
Era domingo, o Parque já estava bem cheio, mas deu para aproveitar as melhores atrações.
Free Fall (o Elevador)
Nossas escolhas prioritárias, eram a parte dos Radicais, então, a Star Mountain, o Tchibum, o Free Fall (Elevador), umas duas vezes nós, porque o João acabou indo com uma turma de 3 meninos, muito animados e quando a animação está total, o operador repete a brincadeira com a mesma turma, então, 3 voltas no brinquedo depois, aparece, amarelado e tonto o João…rsrsrs….
Fire Whip
 Os mais legais, são na nossa opinião, a Fire Whip inaugurada em 2008, e a primeira montanha russa invertida do Brasil, onde o trilho fica sobre sua cabeça e os seus pés ficam pendurados:   , fomos duas vezes neste dia, e a  Big Tower importada da Suíça, a maior torre radical do mundo, possui 100 m  o equivalente a um prédio de mais de 30 andares. Ainda dá arrepio e um frio na espinha quando falamos sobre a Torre aqui em casa. A pior sensação, foi quando chegamos lá em cima e a Dani falou prá mim: “-olha, dá prá ver a praia!!!” e eu sabia que estava beeem longe, e depois vem o “tac” “tac”, aí não dá tempo de pensar em mais nada!!!
Uma pena, queríamos ter visitado a Ilha dos Piratas e suas atrações, mas estava fechado para manutenção e reformas, o Zoológico também, então acabamos o dia com o Teleférico, nas Xícaras Malucas, e Tigor Mountain.
Big Tower
 A praça de alimentação é enorme, mas existem outras áreas de alimentação também, mas percebemos que deveríamos estar em baixa temporada mesmo, pelo fechamento de áreas que eu considero importantes para a visitação e também de vários outros quiosques de alimentação fechados. A praça de alimentação porém, estava abarrotada, e para não disputar muita fila, compramos uns salgados prontos e fomos comer numa área externa, num desses quiosques fechados, mas as mesas e cadeiras estavam disponíveis.
As 4 crianças, no final do dia se resumiam a apenas duas originais, porque as outras duas crianças, transformadas depois de um dia inteiro no Parque, em anciões de 90 anos, foram se arrastando até o Hotel.
Comemos pizza na pedra, descendo o Hotel, afinal, não aguentávamos andar demais, bem gostosa, e as opções de tamanho e sabores são diferentes nesta pizzaria. Escolhemos uma de 4 sabores e 12 pedaços, por R$ 55,00.
Raskapuska

Segundo dia no Parque

Eh! Segundona braba!!!
Saímos mais cedo e desta vez, (acredito mesmo que por ser segunda-feira), o Parque estava mais vazio. Estava um tempo mais encoberto, até levemente frio, mas as duas foram 4 vezes seguidas no Tchibum!!! Não precisa falar o estado em que ficaram. A sorte é que eu estava com uma camiseta e uma camisa, que acabei tirando e dando para a Dani e a Júlia vestiu uma camiseta do João também, mas as calças pingavam…
Aproveitando o encharcamento, fomos para o Império das Águas porque no dia anterior, a fila estava imensa, e não tivemos coragem de ficar esperando. É bem legal também, além do cenário ser bem bonito, o bote percorre quase 1 km de extensão, entre subidas e descidas (é isso mesmo, são quedas em dois andares) e tivemos a sorte de novo, de não pegar ninguém, e fomos 3 vezes seguida!!!!

Andamos de novo em outros brinquedos, almoçamos um almoço por quilo muito ruim, somente técnico, como dissemos, para não passar fome e fomos fazer a digestão no Raskapuska.

Andamos de novo em outros brinquedos, almoçamos um almoço por quilo muito ruim, somente técnico, como dissemos, para não passar fome e fomos fazer a digestão no Raskapuska. Havíamos comprado ingressos para o Portal da Escuridão, R$ 10,00 por pessoa,  às 14:00 hs , e lá fomos nós, pagar para tomar susto!!! Nem sei como conseguimos andar tão grudadas uma nas outras, e o João foi nos guiando lá dentro… Uma das grandes diversões é ficar assistindo a reação das pessoas ao sair de lá também…

Também fomos para o CineMadeMotion, nada muito digno de nota…

Um dos atores do Sonho do Cowboy
 Fomos de novo, no Elevador, na Big Tower mais duas vezes (é, o cérebro já tinha ficado lá da primeira vez), na Fire Whip mais duas vezes, na Auto Pista e então percebemos que as filas haviam ficado menores de uma hora para a outra e quando estávamos para a fila do  Acqua Show, para encerrar nossa visita assistindo ao menos um show, é que nos deparamos com hordas, vindo… do Extreme Show… como o João não liga a mínima para carros (se bem, que ouvimos de longe, o som da Ferrari, quando estava chegando ao Parque, e é inesquecível), e nós, meninas também não, se você também não ligar, pode aproveitar o esvaziamento do Parque nesta hora para brincar mais.
Ogro acorrentado….
 Voltamos para  o Hotel, jantamos desta vez, num restaurante bem simples, mas a comida….
No Galera’s Mix, pedimos a alcatra na tábua, que vem acompanhado com arroz, feijão, macarrão, salada (bem farta, com verduras e legumes), farofa e fritas, que o dono disse que servia 3 pessoas, mas com um “capricho”, e diga-se, QUE CAPRICHO, serviu fartamente os 4 esfomeados, por R$ 40,00. Recomendamos fortemente!!!
Dia seguinte, café, arrumamos nossas coisas, o Cristiano nos levou de volta ao Aeroporto e volta para Sampa, passeando um pouquinho na orla de Navegantes.
Outro ogro?????

Nossas impressões

Existem situações que é impossível não utilizar um clichê, e aqui, a máxima, que …”você volta a ser criança”… é a mais pura verdade.
É um Parque que oferece diversão para crianças de todas as idades (outro clichê…), bem organizado, bastante agradável, com muito verde e muita água, mas as partes que deixamos de visitar, a Ilha dos Piratas e a parte do Zoológico em manutenção, deixou um quê de “faltou alguma coisa”… deixando, na nossa impressão uma falha na idéia do que pode ser a plenitude de divertimento no Parque.
Também acreditamos que para crianças muito pequenas é bonito, vale o passeio, etc, mas, você deixaria de aproveitar a parte mais legal, que são os brinquedos radicais, na nossa opinião.
Deixamos nossa dica de como foi nossa “aclimatação” aos parques com a Júlia: começamos com a  Cidade da Criança onde eu e o João íamos quando criança, com nossas respectivas famílias e nós pegamos o parque bem caidinho na época da Júlia, mas agora, foi reinaugurado em novembro do ano passado, e é um lugar pequeno, agradável e as crianças pequenas se divertem bastante.
Depois, com ela um pouco mais crescida, os óbvios  Playcenter e o   Hopi Hari, nesta ordem.
Vale dizer que as duas deixaram de ir às excursões escolares aos Parques depois que voltaram, pois na concepção delas, não teria mais a mesma graça depois do Beto Carrero.
Também fomos exclusivamente para aproveitar o Parque, mas nossos novos amigos do Hotel, e do Marcos, do Viagem em Família nos disseram das possíveis  trilhas e das praias  ao redor, que deixamos de visitar e que certamente vale uma segunda (ou terceira, ou quarta…) visita!!!
Share this:
Share this page via Email Share this page via Stumble Upon Share this page via Digg this Share this page via Facebook Share this page via Twitter

7 Comments on “Beto Carreto World

  1. Excelente relato! Estou em “divida” com os meus rebentos e esta é uma boa oportunidade de sauda-la.
    Obrigado pelas dicas.
    Abraço a todos.
    Pompeo

  2. Lendo esta postagem ficamos meio “bravos” com nossos amigos ” Caminhantes” (brincadeirinha). Só que na próxima vez que vierem para cá ficam hospedados aquí em casa que fica a 15 min, do Beto Carreiro e com diária completa incluída!(hehehehehehe…) abs, VF

  3. Olá Amigos!!
    Lembramos muito de vocês mesmo, na nossa passagem por aí, mas tinhamos a “certeza absoluta” que vcs estavam viajando, pelos posts no blog de vcs…
    Só depois que nos encontramos na Adventure Sports foi que soubemos que estavam por aí… Foi uma pena mesmo… Mas, na próxima vez vamos abusar, hein, não convidem duas vezes não!!! Rsrsrsrs….Pessoal,se fizessem aquela postagem sobre o litoral de Navegantes e Penha poderíamos “linkar” as duas reportagens, que tal??
    Grande abraço!!!!

  4. Compartilho de várias sensações que você descreveu aqui: a aflição na Big Tower antes de começar a queda, o sossego do Império das Águas, o indescritível som do ronco da Ferrari… na minha opinião o parque é bem menos visitado do que merece. Quem sabe não nos encontramos qualquer dia por lá.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *