Parque Estadual de Intervales

 Atualizado em novembro de 2013

Pois é, o Parque estadual de Intervales é nossa segunda casa, como a Júlia fala desde pequenininha, e nunca escrevi como se deve sobre Intervales. Talvez por exatamente nos sentirmos realmente em casa, e ter receio de não conseguir transcrever o que sentimos de fato por este lugar.

Nossa primeira vez no Parque Intervales, com a Júlia bem pequena sendo “bardeada” como o pessoal falava

O ideal de vida para ela, por muito tempo, era ter a nossa casa transportada para o Parque (como em Up, o desenho da Pixar).

Freqüentamos o Parque  há 10 anos, foi a primeira caminhada efetiva com a Júlia. A primeira mesmo, foi um teste da Júlia e da cadeirinha, na verdade, em São Fco. Xavier.

Voltamos praticamente todos os anos, e é como já disse em outro post, o lugar favorito da nossa Ogroturminha. Chegamos a fretar um micro-ônibus até, para ir para lá, mas é uma experiência que eu não recomendaria (pelo tempo que levou e porque a mobilidade dentro do parque fica comprometida).

Aqui consolidamos várias amizades (terminamos com algumas também…). Esclareço, as amizades perdidas, no sentido que quem procura ar condicionado, piscina aquecida, sauna, monitores para você largar seus filhos o dia inteiro, com comodidades e mordomias de resorts realmente não vai encontrar aqui.

Intervales, para nós, é a essência do que vamos buscar nas viagens que fazemos.

A primeira Ogroturama, no Parque Intervales. Olha como as crianças estão pequenas. Muitas ogroturmas viriam depois dessa…

Um lugar simples, despretencioso, com trilhas para todos os gostos e preparos físicos, cachoeiras e grutas. Mas o que nos traz de volta ano após ano, é a calorosa acolhida do pessoal da recepção (nossas amigas Zarife , Mara e Irene), os guias, o pessoal veterano, que viram a Júlia crescer (S. Eliseu, Faustino, Dito, Luis e S. Zé e a nova geração, Robson, Neno, Jairo, Betinho) extremamente atenciosos, cuidadosos e informados e a comida caseira, tipicamente brasileira, farta e saborosa, tudo isso num custo acessível e justo, e o melhor, numa distância de aproximadamente 280 km de São Paulo.

Da esquerda para direita, Luís, Dito e Seu Eliseu, alguns dos primeiros guias do Parque Intervales.

Um pouquinho de história:

O Parque era anteriormente, uma Fazenda, Intervales, que pertenceu ao Banespa até 1987, e vivia da extração de palmito juçara. Os monitores são os antigos funcionários da Fazenda Intervales, que antes cortavam palmito e caçavam, portanto conhecem cada pedacinho deste lugar. Existem monitores que estão no Parque há mais de 30 anos, e dão verdadeiras lições sobre a fauna e flora local durante os passeios. Alguns são especializados no canto dos pássaros, outros em plantas medicinais, outros na fauna local.

Como chegar

O melhor acesso se dá pela Rodovia Castelo Branco (SP 280) até Tatuí. Entre pelo Km 129-B, sentido Itapetininga, depois pela Rodovia SP127 até Capão Bonito e pela Rodovia SP 181 até Ribeirão Grande, onde são encontradas placas indicativas.

A partir daí, são 25 km de estrada de terra, bem conservada, até a entrada do Parque.

Outra alternativa é passar Capão Bonito e em vez de seguir para Ribeirão Grande, vá para Guapiara, onde você vai encontrar  também placas indicativas para o Parque.

 
A hospedagem

 Existem três hospedarias atualmente, a Pica Pau e a Esquilo, com o valor aproximado de R$ 55,00 a diária e a Onça Pintada, de aproximadamente R$ 35,00. Existem valores diferenciados para crianças. Mas reserve com bastante antecedência. Você reserva a hospedagem com a Fundação Florestal.

Atualização

Acabamos de voltar agora, no feriado de 15 de novembro de 2013 e a tabela de hospedagem na Onça Pintada é progressiva da forma descrita abaixo. Eles contam a pernoite, e não a diária:

Se ficar 1 pessoa no quarto R$ 248,00.
Se ficar 2 pessoas no quarto R$ 248,00.
Se ficar 3 pessoas no quarto R$ 248,00.
Se ficar 4 pessoas no quarto R$ 248,00.
Se ficar 5 pessoas no quarto R$ 310,00.
Se ficar 6 pessoas no quarto R$ 372,00.
Se ficar 7 pessoas no quarto R$ 434,00.

Preços dos guias:

De 01 a 04 pessoas: R$ 50,00 por dia

De 05 a 08 pessoas R$ 10,00 por pessoa por dia

A alimentação  

   Atualização de março de 2017: Restaurante do continuum 

Contatos

Telefones para informação: (15) 3542-1511 / (15) 3542-1245
E-mail: pe.intervales@fflorestal.sp.gov.br

Mais informações (retirando do site)

a) Sede Administrativa:

Dias e horário de funcionamento: Diariamente das 8h às 17h. Visitas às cavernas ocorrem de terça-feira a domingo das 8h às 17h. Em feriados prolongados abertura das cavernas ocorrem de segundas-feiras e fechamentos no dia útil subsequente.  (cheque antes de ir)

Endereço: Estrada Municipal km 25 – Ribeirão Grande –SP CEP 18315-000

 

Júlia com o Faustino, com 2 anos de idade, no Parque Estadual Intervales

Passeios

Existem para todos os gostos, idades e preparos físicos.

As distâncias e o Grau de dificuldade foram retirados de um folhetinho antigo do Parque, e é uma boa referência. Os percursos parecem assustadores pela quilometragem, mas são referenciados desde a saída da Monitoria, mas hoje em dia, uma boa parte opta por fazer parte da trilha com o carro, para diminuir a caminhada. Os critérios de dificuldade também saliento que são apenas referência, depende do seu gosto e do seu preparo físico.

Horários para os passeios:

.Manhã: 9:30 h

.Tarde: 14:30 h

A partir da Monitoria . Os passeios só podem ser feitos com acompanhamento dos monitores, com exceção da Trilha Autoguiada, com o preenchimento de termo de responsabilidade e dados de todos que estarão fazendo o passeio. Custa R$ 10,00 por pessoa, por passeio.

Não se esqueça que para as Grutas é necessário calçado fechado, calça comprida e lanterna.

Também contei com a ajuda do excelente Guia Parques de São Paulo, da Editora Arte & Ciência, um guia antiguinho já, mas que conta detalhe por detalhe de cada trilha, e que foi (e ainda tem sido) mesmo antigo, fonte de inspiração para inúmeras viagens nossas, para descrever uma parte das trilhas e também nossas experiências e impressões pessoais.

Cachoeiras

 

Cachoeira do Mirante- Parque Estadual Intervales

.do Mirante– Percurso: 6 km

Grau de dificuldade: Fácil

Costumamos visitar esta cachoeira logo no primeiro dia, para um primeiro passeio, não tão pesado e um banho na água gelada para o “primeiro despertar”.

. Roda d’água– Percurso: 5 km

Grau de dificuldade: Fácil

Faz muito tempo que não visitamos este lugar, e lembro aqui, só da…. roda d’água, onde o cano que alimenta a roda foi montada com o tronco de uma árvore.

Cachoeira da Água Comprida

Cachoeira da Água Comprida

. da Água comprida-Percurso: 14 km

Grau de dificuldade: Fácil

A maior parte você faz de carro, a trilha para a cachoeira não é tão longa, para descer é tranquilo, mas para subir na volta é um pouco cansativo. 

Cachoeira do Arcão- Parque Estadual Intervales

. do Arcão– Percurso: 16 km

Grau de dificuldade: Difícil

Uma linda cachoeira, com mais de 30 metros de altura e é chamada assim, pois nesse ponto,o Rio do Lajeado, que corre pela Gruta do Paiva e da Água Luminosa, atravessa um grande arco de pedra, o Arcão.

Já visitamos duas vezes, e a visão que se tem debaixo é mais impressionante.

Grutas

Muitas das grutas aqui descritas, podem ter sofrido variações, pois o Parque ficou interditado um período, cerca de 3~4 anos atrás, se não me engano, para adequações no Plano de Manejo, para que as grutas sofressem menos impactos, então confirme sempre com os monitores, se a visitação ainda está aberta.

Muita coisa do que descrevo aqui, pode ser que não seja mais possível, por conta do Plano de Manejo.

.Colorida Percurso: 4 km

Grau de dificuldade: Médio

Existem duas opções, como os guias falam: com emoção ou sem emoção. Tome MUITO cuidado com a opção de pedir com emoção. Você pode se arrepender depois…rsrs…

Sem emoção, você entra num pedacinho só e sai, só para sentir o gostinho.

Com emoção: faz a parte mais extensa e pega uma parte molhada.

.dos Meninos-Percurso: 1,5 km

Grau de dificuldade: Fácil. Gruta Seca, ótima para a iniciação das crianças.

. do Fogo-Percurso: 5 km

Grau de Dificuldade: Fácil. Gruta Seca.

Não gostei desta gruta, pois uma parte final (apesar de ser linda), me deu uma séria claustrofobia. Para acessar uma parte que chamava-se “chão de estrelas”, precisávamos ficar deitados sobre uma pedra, e a laje de pedra ficava acima de nosso rosto, cerca de 5 cm, para podermos enxergar o brilho oriundo dos minerais, que formava um brilho intenso mesmo. Foi lindo, mas a sensação de estar aprisionada entre duas rochas não foi legal…

. da Santa: Percurso: 10 km

Grau de Dificuldade: Fácil. Gruta Seca

Chamada assim por causa da imagem de Nossa Senhora de Lourdes, colocada no alto do portal da gruta. Não tem formações ou espeleotemas, e lembro-me de ter visitado este lugar somente uma vez.

. Jane Mansfield: Percurso: 10 km

Grau de dificuldade: Médio

Gruta da mãozinha- Parque Estadual de Intervales

. da Mãozinha– Percurso: Percurso: 12 km

Grau de dificuldade: Fácil. Gruta Seca

Fica na saída da Gruta do Fendão, e não tem muitos atrativos (principalmente para quem acabou de sair do Fendão). Chamada assim por causa do espeleotema com o formato de uma mão.

. do Fendão– Percurso: 12 km

Grau de dificuldade: Difícil. Gruta Molhada

Nossa preferida. Quase obrigatória em todas as nossas idas ao Parque, pelo menos para a Júlia. Como diz nossa amiga Adriana, é a máquina de lavar da alma.

Por que ela é tão especial?

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No meio da sua extensão mais ou menos, a formação que dá nome à gruta, onde podemos ver a parte externa da gruta, através da grande fenda, uma linda imagem.

A gruta é cortada em toda a sua extensão pelo Rio da Bocaina, então caminhamos entrando na água quase o tempo todo, seja pela altura da canela ou dos joelhos, ou até a cintura. Em alguns lugares, o teto da gruta fica tão baixo que precisamos nos arrastar pela água, nos molhando até o peito, por isso não leve sua câmera fotográfica, a não ser que tenha aqueles sacos estanques. Porém, lidar com a água, se equilibrando nas fendas, se arrastando, segurando a lanterna e ter que pensar na máquina que não pode molhar, não vai ser fácil.

E como no filme do Forrest Gump, a água às vezes vem por baixo, pelos lados e até por cima. O “gran finale’ é feito escalando uma pequena cachoeira, ainda dentro da gruta.

. do Minotauro-Percurso: 14 km

Grau de dificuldade: Difícil. Gruta Molhada

Não lembro de ter feito esta gruta, então sigo com a descrição do Guia Parques: …”com 560 m de extensão, sem espeleotemas, úmida e com trechos estreitos”….

Gruta da Luminosa foto de Thiago Benedicto

Gruta da Luminosa
foto de Thiago Benedicto

Luminosa-Percurso: 20 km

Grau de dificuldade: Difícil. Gruta Molhada

Essa gruta é formada por um grande salão, com uma cachoeira grande no seu interior e que é iluminada pela luz do sol que entra por uma fenda.

Fica depois da subida do Arcão e é bem cansativa de chegar, mas bem bonita.

Travertinos na Gruta do Paiva- Parque Estadual de Intervale

 . Paiva– Percurso: 15 km

Grau de dificuldade: Difícil. Gruta Molhada

Uma boa parte é feita agora com o carro, e estacionamos numa clareira.

Andamos então 2,5 km até acessar a entrada da gruta.

É a mais rica em espeleotemas de todo o parque, tem salões enormes, galerias de travertinos, formações de cortinas, lindas formações de estalactites e estalacmites, observações das formações de pérolas, bolinhas que lembram chocolate (parecendo NescauBall), por causa da terra em volta.

Trilhas

.Autoguiada-Caminho do Lago: Percurso: 2,08 km

Grau de dificuldade: Fácil

Castelo de Pedra, no Parque Estadual de Intervales

 Esta é a trilha que indicamos para o começo da sua exploração no parque. Boa para crianças, idosos, para dar uma “desenferrujada” e começar a tomar contato com a riqueza do lugar.

Durante todo o percurso, as placas vão indicando por onde seguir. Inicia-se bem perto do Centro de visitantes, e logo no começo da caminhada você chega no Morro do Cruzeiro, um local que já foi utilizado para algumas missas, com vários bancos e um altar, ao ar livre.

Olha a Julia pequenininha e na frente da saudosa Capivara

Continue e chegue ao Lago Antigo, passando agora em frente a nova construção de uma Pousada, onde ficava antigamente os Bangalôs, que receberam o nome de Capivara, (ficamos muitas vezes hospedados aqui), e que agora está sendo construído uma mega construção, bem diferente das outras Pousadas,passe por esta construção, e chegue a uma trilha mais fechada desta vez, acompanhando uma leve subida.

Você chegará então ao Castelo de Pedras, uma construção agora em ruínas, que deveria ser um alojamento para autoridades e acabou não sendo finalizado. Hoje a vegetação tomou conta, dando um aspecto surreal ao local.

Daqui você pode descer e voltar à Sede, à sua esquerda ou ir para a Capela Santo Inácio, subindo a estrada, à direita.

Antigamente, poderíamos acessar a Espia, que era um observatório com cerca de 10 metros, mas que foi interditado (nem sei se a estrutura ainda continua lá), todo em madeira, onde era possível avistar boa parte do parque.

Depois, seguia para a Capela Santo Inácio, uma capela bem simples, de madeira, construída há aproximadamente 25 anos. Cuidado nas escadarias que dão acesso à Capela, pois pegamos uma vez, as formigas de correção, tomando conta do corrimão. Olhe bem, antes de colocar a mão.

Depois, seguindo as placas, chega-se à Trilha do Palmito e continuando à trilha, você está de volta à Sede.

Trilha da Caçadinha- Parque Estadual de Intervales

. Caçadinha- Percurso: 8 km

Grau de dificuldade: Médio

Uma trilha por dentro da água, subindo o rio, com uma vegetação exuberante e o visual é muito bonito, que pode ser conjugada com a visita à Cachoeira da Água Comprida.

Vista do amanhecer no Mirante da Anta- Parque Estadual de Intervales

.Mirante da Anta  Percurso: 4,2 km

Grau de dificuldade: Médio

Costumamos fazer esta trilha normalmente à tarde, mas recomendamos que seja feita em dia claro.

O acesso se dá pela Pousada Pica Pau, começando bem larga e depois vai se estreitando.

E prepare-se para subir. No começo, a subida é tranquila, mas depois da escadaria à esquerda, a trilha fica mais fechada, sinuosa e mais íngreme.

De lá de cima, é possível avistar toda a infra estrutura do parque.

.Trilha do Rio do Carmo

A maior parte acontece de carro, e depois uma pequena trilha nos leva até o Rio do Carmo, uma trilha parecida com a Caçadinha, onde se caminha por dentro da água, bem gostosa, uma água límpida, margeada pela Mata Atlântica e com direito a mergulhos em poços um pouco mais profundos.

Vista do Mirante Velho

Vista do Mirante da Antena

.Mirante da Antena

O começo é o mesmo da trilha do Mirante da Anta, mas antes de subir pela escadaria, vire à direita. Continue pela trilha e na bifurcação continue à direita.

A subida é menos penosa que o Mirante da Anta, mas mais extensa, e no calor do meio da tarde foi bem cansativo, ainda mais que estávamos fora de forma, mas a vista compensa.

Normas Gerais para Visitação

Lembre-se, você está em um Parque Estadual, então algumas regrinhas básicas de conduta devem ser lembradas:

-É proibido a entrada de animais domésticos. Deixe seu bichano em casa;

-Não colete nada: flores, frutos, folhas, sementes ou rochas;

-É proibido consumir bebida alcóolica nas trilhas e passeios.

-Um cuidado especial com as formações nas cavernas: um centímetro de uma estalactite leva 100 anos para crescer, lembre-se disso;

-Observe os animais a uma distância segura, respeite-os. Você está no ambiente deles, não num zoológico.

-Aparelhos sonoros apenas em baixo volume para não interferir no sossego da área e no comportamento da fauna;

-É proibido nadar e pescar nos lagos;

-Não fume nas trilhas.

Outro grande atrativo do Parque são a flora e fauna local. Várias vezes encontramos pesquisadores de diversas localidades, e invariavelmente encontramos os observadores de pássaros, de vários locais do mundo. O Parque conta com mais de 300 espécies de aves.

Não se esqueça de levar

-Roupas confortáveis, adequadas para cavernas e trilhas

-Agasalhos e capas de chuva (a região esfria bem a noite) e está usualmente envolta em brumas. Normalmente pegamos chuva no Parque, já até acostumamos e depois, quando chegamos em Ribeirão Grande, o Sol normalmente brilha…

-Botas de caminhadas ou tênis (leve pares a mais para ter um par seco para usar à noite)

-Repelente e protetor solar

-Lanterna, pilhas e carregadores

-Cheques e dinheiro, não são aceitos cartões de crédito

Prepare-se também para desconexão total.

Não tem sinal de wi-fi, o celular não pega, (ufa!!!)  não tem televisão, ou seja, você vai ficar fora do ar durante o tempo que estiver lá. Parece apavorante, nos dias de hoje, mas creia-me, é libertador!

Porque recomedamos para crianças: possui pensão completa, você pode levar um potinho no jantar e fazer uma “marmitinha”, com alimentos que não estraguem até o dia seguinte. Bem melhor que as papinhas prontas (a Júlia adorava essa “bóia-fria”, comendo no colo do João, enquanto nós devorávamos o lanche de trilha), os guias são super atenciosos e te indicam quais passeios podem ser feitos com crianças ou não,além de te ajudarem durante o passeio.No começo, fazíamos só as trilhas e cachoeiras, todas com a cadeirinha de “bardear” a Júlia, como eles diziam e com o tempo, ela começou a fazer as trilhas mais compridas e as grutas. E graças a este lugar para nós maravilhoso, com a conjunção de todos os fatores a nosso favor, e principalmente a favor dela, nossa pequena Júlia se tornou uma grande caminhante.

 

Posted by Picasa
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4 Comments on “Parque Estadual de Intervales

  1. Pois é, o tempo passa, as crianças e as famílias crescem mas nosso amor por Intervales continua intacto. Em pensar que até a Lígia já fez Fendão com três meses de vida ainda dentro da minha barriga! Vou tentar levar o Pedro e o Fábio da próxima vez, espero conseguir essa proeza!!!!
    Aí que saudade da Ogroturma!

    Adriana Neves

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